<?xml version="1.0" encoding="iso-8859-1"?><rss version="2.0"><channel><title>Alternate Technologies</title><description>Canal de Notícias</description><link>http://www.alternate.com.br</link><language>pt-br</language><item><title>Impressora Fiscal e o Horário de verão</title><description><![CDATA[<h1>Impressora Fiscal e o Horário de verão</h1><p style='font-size: 80%; color: #999'>22/02/2012 08:30</p><p>
	&nbsp;</p>
<p>
	<strong>Prezados Clientes,</strong></p>
<p>
	No pr&oacute;ximo dia <strong>26/02/2012</strong>&nbsp;termina o hor&aacute;rio de ver&atilde;o. &Eacute; importante que voc&ecirc; ajuste o hor&aacute;rio do seu servidor, esta&ccedil;&otilde;es e impressoras fiscais para o hor&aacute;rio convencional (o procedimento detalhado abaixo dever&aacute; ser efetuado no micro aonde a Impressora Fiscal est&aacute; conectada).</p>
<p>
	&nbsp;</p>
<p>
	<strong>ATEN&Ccedil;&Atilde;O! </strong><br />
	<strong>. </strong>O procedimento a seguir dever&aacute; ser efetuado obrigatoriamente<strong>1 (uma) hora AP&Oacute;S a emiss&atilde;o da Redu&ccedil;&atilde;o Z e antes de qualquer emiss&atilde;o</strong><strong>.</strong><br />
	<strong><strong>.&nbsp;</strong></strong>Se ao efetuar o processo abaixo <strong>(independente da vers&atilde;o do sistema)</strong> aparecer alguma mensagem informando que n&atilde;o foi poss&iacute;vel confirmar a opera&ccedil;&atilde;o (exemplo:&nbsp;<em><strong>COMANDO N&Atilde;O EXECUTADO</strong></em>), ser&aacute; necess&aacute;rio entrar em contato com a Assist&ecirc;ncia T&eacute;cnica ou Interven&ccedil;&atilde;o da Impressora Fiscal p ara solicitar tal altera&ccedil;&atilde;o.&nbsp;</p>
<p>
	&nbsp;</p>
<div align="center">
	<hr align="center" size="2" width="100%" />
</div>
<p>
	<strong>F&oacute;rmulaCerta 5.7 e 5.6</strong></p>
<p>
	<br />
	1. Logo ap&oacute;s ter informado o Terminal de uso&nbsp;no&nbsp;m&oacute;dulo de <em>Terminal de Caixa</em>, pressione simultaneamente as teclas SHIFT+F2.</p>
<p style="text-align: center; ">
	<img id="_x0000_i1026" src="http://www.alternateweb.com.br/mkt/2011/comunicados/fevereiro/impressora_horario_verao/Tela01v56.jpg" /></p>
<p style="text-align: left; ">
	<br />
	2. Em seguida, clique na op&ccedil;&atilde;o <em>8 &ndash; Configura&ccedil;&atilde;o &ndash; ECF</em> e, por fim, na aba <em>Hor&aacute;rio de Ver&atilde;o</em>, clique na op&ccedil;&atilde;o <em>Sair do Hor&aacute;rio de Ver&atilde;o</em> e no bot&atilde;o <em>Executar</em> para concluir o processo.</p>
<p>
	&nbsp;</p>
<p align="center">
	<img id="_x0000_i1027" src="http://www.alternateweb.com.br/mkt/2011/comunicados/fevereiro/impressora_horario_verao/Tela02v56.jpg" /></p>
<p>
	&nbsp;</p>
<p>
	<strong>F&oacute;rmulaCerta 5.5</strong></p>
<p>
	1. Abra o m&oacute;dulo de <em>Terminal de Caixa</em> (op&ccedil;&atilde;o <em>Integra&ccedil;&atilde;o | Terminal de Caixa | 1-Operar Caixa</em>) e informe o Terminal de uso.</p>
<p align="center">
	<img id="_x0000_i1028" src="http://www.alternateweb.com.br/mkt/2010/impfiscal/img_impfisc_hora_verao1.jpg" /></p>
<p>
	&nbsp;</p>
<p>
	2. Responda <em>N&atilde;o </em>para o pr&oacute;ximo cliente, clique no bot&atilde;o <em>Trans. Adm.</em> e, em seguida, clique na op&ccedil;&atilde;o <em>8 &ndash; Configura&ccedil;&atilde;o &ndash; ECF</em>.</p>
<p>
	3. Finalmente, clique no bot&atilde;o <em>Hor&aacute;rio de Ver&atilde;o</em> e, em seguida, clique no bot&atilde;o <em>Entrar ou Sair do Hor&aacute;rio de Ver&atilde;o</em> <strong>(apenas uma vez)</strong> para concluir o processo.</p>
<p align="center">
	&nbsp;</p>
<p align="center">
	<img id="_x0000_i1029" src="http://www.alternateweb.com.br/mkt/2010/impfiscal/img_impfisc_hora_verao5.jpg" /></p>
<p>
	&nbsp;</p>
<div align="center">
	<hr align="center" size="2" width="100%" />
</div>
<p>
	<strong>Vers&otilde;es anteriores&nbsp;&agrave; 5.4</strong></p>
<p>
	<strong>Voc&ecirc; dever&aacute; efetuar a altera&ccedil;&atilde;o do hor&aacute;rio do ECF utilizando o pr&oacute;prio aplicativo da impressora fiscal, fornecido pelo fabricante</strong>. Para isto, entre em contato com o fabricante ou a assist&ecirc;ncia t&eacute;cnica da impressora fiscal e solicite o aplicativo e orienta&ccedil;&otilde;es de como proceder.</p>
<div align="center">
	<hr align="center" size="2" width="100%" />
</div>
<p>
	&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<br />
	Refor&ccedil;amos que al&eacute;m de acertar o hor&aacute;rio de ver&atilde;o no computador ligado a impressora fiscal, voc&ecirc; deve acertar o hor&aacute;rio de seu servidor e de todas as esta&ccedil;&otilde;es de sua rede.</p>
<p>
	Em caso de d&uacute;vida, consulte o nosso Depto. Suporte T&eacute;cnico.</p>
<p>
	&nbsp;</p>
<p>
	Atenciosamente,</p>
<p>
	<strong>Equipe Alternate</strong></p>
<p>
	&nbsp;</p>
]]></description><pubDate>2012-02-22 08:30:00</pubDate><link>http://www.oformulista.com.br/conteudo/comunicados/ecf_e_o_horario_de_verao</link></item><item><title>Remédio com preço controlado terá aumento máximo de 5,4%</title><description><![CDATA[<h1>Remédio com preço controlado terá aumento máximo de 5,4%</h1><p style='font-size: 80%; color: #999'>21/02/2012 08:00</p><p>
	A previs&atilde;o &eacute; feita com base no Fator de Produtividade, &iacute;ndice calculado pela C&acirc;mara de Regula&ccedil;&atilde;o do Mercado de Medicamentos (CMED), publicado ontem no Di&aacute;rio Oficial, que foi de 6,1%. Para c&aacute;lculo exato, &eacute; preciso aguardar a divulga&ccedil;&atilde;o do &Iacute;ndice Nacional de Pre&ccedil;os ao Consumidor Amplo (IPCA), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE) de fevereiro.</p>
<div>
	&nbsp;</div>
<div>
	&quot;Nossa estimativa &eacute; de que o aumento m&aacute;ximo seja em torno de 5,4%. Para rem&eacute;dios que n&atilde;o t&ecirc;m concorr&ecirc;ncia no mercado, a previs&atilde;o &eacute; de que o &iacute;ndice seja negativo em 0,3%, ou seja, redu&ccedil;&atilde;o de pre&ccedil;o&quot;, disse.</div>
<div>
	&nbsp;</div>
<div>
	O reajuste entra em vigor a partir de 31 de mar&ccedil;o. As regras valem para cerca de 20 mil itens, como antibi&oacute;ticos e rem&eacute;dios de uso cont&iacute;nuo. Medicamentos de alta concorr&ecirc;ncia, fitoter&aacute;picos e homeop&aacute;ticos n&atilde;o precisam obedecer esses indicadores.</div>
<div>
	&nbsp;</div>
<div>
	O c&aacute;lculo do &iacute;ndice &eacute; feito com base em v&aacute;rios fatores. O IPCA acumulado entre mar&ccedil;o de 2011 e fevereiro de 2012 ser&aacute; um deles. S&atilde;o levados em conta a competitividade do rem&eacute;dio no mercado e o n&iacute;vel de participa&ccedil;&atilde;o de gen&eacute;ricos nas vendas. O ganho de produtividade, divulgado ontem, tamb&eacute;m importa. Os indicadores s&atilde;o usados para fixar tr&ecirc;s faixas de ajuste: quanto maior a competitividade, maior o aumento autorizado.</div>
]]></description><pubDate>2012-02-21 08:00:00</pubDate><link>http://www.oformulista.com.br/conteudo/comunicados/remedio_com_preco_controlado_tera_aumento_maximo</link></item><item><title>Farmacêuticos: Inscrições para última etapa do PDV TORRENT que começa 26 de março</title><description><![CDATA[<h1>Farmacêuticos: Inscrições para última etapa do PDV TORRENT que começa 26 de março</h1><p style='font-size: 80%; color: #999'>20/02/2012 08:00</p><p>
	&nbsp;</p>
<div>
	Os farmac&ecirc;uticos que desejarem se inscrever no Programa Torrent no PDV &ndash; &nbsp;programa on line de educa&ccedil;&atilde;o continuada especialmente elaborada para profissionais atuantes no varejo farmac&ecirc;utico &ndash; j&aacute; podem faz&ecirc;-lo pelo site www.torrentnopdv.com.br. O m&oacute;dulo come&ccedil;a em 26 de mar&ccedil;o. &nbsp;</div>
<div>
	&nbsp;</div>
<div>
	O eixo tem&aacute;tico dessa fase ser&aacute;: &quot;Atendimento ao cliente de Farm&aacute;cia&quot; e tratar&aacute; dos pr&eacute;-requisitos &nbsp;necess&aacute;rios para dar o melhor atendimento ao cliente, os tipos de clientes e processos de comunica&ccedil;&atilde;o.</div>
<div>
	&nbsp;</div>
<div>
	Esta &eacute; a &uacute;ltima oportunidade para os participantes se cadastrarem, j&aacute; que este ser&aacute; o &uacute;ltimo m&oacute;dulo do curso. &nbsp;Mas os interessados que perderam os eixos anteriores podem se inscrever e &nbsp;realizar download das apostilas, com a possibilidade ainda de realizar as provas e obter os certificados de&nbsp;conclus&atilde;o extracurricular chancelado pelo IDVF (Instituto de &nbsp;Desenvolvimento do Varejo Farmac&ecirc;utico), parceiro da Torrent no programa.</div>
<div>
	&nbsp;</div>
<div>
	O programa, que &eacute; totalmente gratuito, tamb&eacute;m pode ser feito por balconistas, gerentes, propriet&aacute;rios, vendedores e estudantes de farm&aacute;cia. As aulas e avalia&ccedil;&atilde;o s&atilde;o feitas online e os participantes devem atingir a m&eacute;dia exigida.</div>
<div>
	Elaborado por um corpo docente especializado, o Torrent no PDV tem como objetivo aumentar a capacita&ccedil;&atilde;o do farmac&ecirc;utico e do balconista e/ou atualizar esses profissionais de maneira did&aacute;tica, direta e eficiente. Os quatro m&oacute;dulos abordam a legisla&ccedil;&atilde;o sanit&aacute;ria, presta&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os, compreens&atilde;o dos medicamentos e atendimento aos clientes. O curso total tem a dura&ccedil;&atilde;o de 11 meses.</div>
]]></description><pubDate>2012-02-20 08:00:00</pubDate><link>http://www.oformulista.com.br/conteudo/comunicados/farmaceuticos_inscricoes_para_ultima_etapa_do_pdv_torrent_que_comeca_26_de_marco</link></item><item><title>Feira ABRADILAN FARMA e HPC 2012 - 21 a 23 de março em SP</title><description><![CDATA[<h1>Feira ABRADILAN FARMA e HPC 2012 - 21 a 23 de março em SP</h1><p style='font-size: 80%; color: #999'>13/02/2012 17:00</p><p>
	N&atilde;o deixe para &uacute;ltima hora, fa&ccedil;a sua inscri&ccedil;&atilde;o para a FEIRA ABRADILAN FARMA &amp; HPC 2012, atrav&eacute;s do site&nbsp; <a href="http://www.abradilan.com.br/" target="_blank"><em>www.abradilan.com.br</em></a>, que acontecer&aacute; de 21 a 23 de mar&ccedil;o de 2012.</p>
]]></description><pubDate>2012-02-13 17:00:00</pubDate><link>http://www.oformulista.com.br/conteudo/comunicados/feira_abradilan_farma_e_hpc_2012</link></item><item><title>Comunicado Anvisa - Orientações de Protocolo</title><description><![CDATA[<h1>Comunicado Anvisa - Orientações de Protocolo</h1><p style='font-size: 80%; color: #999'>13/02/2012 08:00</p><p>
	Prezados clientes,</p>
<p>
	Com o intuito de melhorar a divulga&ccedil;&atilde;o de suas atividades, a Anvisa disponibilizou um hotsite chamado&nbsp;<strong>Orienta&ccedil;&otilde;es de Protocolo&nbsp;</strong>no endere&ccedil;o&nbsp;<strong>http://www.anvisa.gov.br/hotsite/protocolo/index.html</strong>.&nbsp;O acesso &eacute; feito por um banner de mesmo nome localizado no canto inferior direito da tela.</p>
<p>
	L&aacute; foram centralizadas informa&ccedil;&otilde;es b&aacute;sicas para usu&aacute;rios do servi&ccedil;o e links para acesso aos sistemas de peticionamento. Voc&ecirc; encontrar&aacute; tamb&eacute;m diversos links com material auxiliar, como folhas de rosto, listagens de documentos e orienta&ccedil;&otilde;es de formata&ccedil;&atilde;o. Vale ressaltar que os antigos caminhos de acesso a esses conte&uacute;dos continuam v&aacute;lidos.</p>
]]></description><pubDate>2012-02-13 08:00:00</pubDate><link>http://www.oformulista.com.br/conteudo/comunicados/anvisa_comunicado_protocolo</link></item><item><title>Conheça tratamentos para fazer em casa ou nas clínicas</title><description><![CDATA[<h1>Conheça tratamentos para fazer em casa ou nas clínicas</h1><p style='font-size: 80%; color: #999'>01/02/2012 15:00</p><p>
	A argila &eacute; cada vez mais utilizada por dermatologistas e esteticistas gra&ccedil;as &agrave;s suas propriedades ben&eacute;ficas, entre elas, a&ccedil;&otilde;es cicatrizantes, antienvelhecimento, diminui&ccedil;&atilde;o de manchas e da acne e a&ccedil;&atilde;o estimulante das fun&ccedil;&otilde;es da pele. Poderoso, o barro ainda ajuda a estimular a circula&ccedil;&atilde;o superficial melhorando a vitalidade da pele.<br />
	<br />
	Mas antes que possam pensar que a argila pode contaminar a pele com impurezas, saiba que n&atilde;o h&aacute; evid&ecirc;ncias comprovadas de que o uso externo provoque efeitos negativos e colaterais. &ldquo;Isso s&oacute; aconteceria se houvesse uma aplica&ccedil;&atilde;o feita de forma incorreta&rdquo;, explica o Dr. Fernando Passos de Freitas, dermatologista p&oacute;s-graduado em Medicina Est&eacute;tica.<br />
	<br />
	Conhe&ccedil;a cinco tratamentos que podem ser feitos em cl&iacute;nicas de est&eacute;tica e saiba os benef&iacute;cios de cada tipo de argila para a pele.<br />
	<br />
	<strong>Tratamento facial e corporal com argila branca</strong><br />
	Andressa Moraes da Silva, esteticista e biom&eacute;dica da Cl&iacute;nica Spa Integral, no Rio Grande do Sul, indica a argila para amenizar a sensa&ccedil;&atilde;o dolorida de um p&oacute;s-operat&oacute;rio, p&oacute;s-<em>peeling </em>e melhorar o aspecto da celulite em procedimentos posteriores. &ldquo;O tratamento come&ccedil;a por uma esfolia&ccedil;&atilde;o local, seguida da aplica&ccedil;&atilde;o da argila composta por hibisco, p&eacute;talas de rosa, col&aacute;geno e dolomita, misturada com ch&aacute; calmante, finalizando com drenagem linf&aacute;tica&rdquo;, explica Andressa. S&atilde;o necess&aacute;rias, no m&iacute;nimo, dez sess&otilde;es, tr&ecirc;s vezes por semana, que duram em m&eacute;dia uma hora e custam R$ 40.<br />
	<br />
	<strong>Clareamento de manchas com argila amarela</strong><br />
	Usada para tratamento de manchas na face, virilha e axila. Inicia-se pela higieniza&ccedil;&atilde;o e esfolia&ccedil;&atilde;o da pele, seguida da aplica&ccedil;&atilde;o da argila composta com albumina, cal&ecirc;ndula e camomila, dissolvida em ch&aacute; calmante e clareador, finalizando com a hidrata&ccedil;&atilde;o da pele. S&atilde;o indicadas, no m&iacute;nimo, dez sess&otilde;es, tr&ecirc;s vezes por semana, que duram em m&eacute;dia uma hora e custam R$ 30.<br />
	<br />
	<strong>Combate &agrave; celulite com argila vermelha</strong><br />
	Indicada para tratamento da celulite, flacidez e redu&ccedil;&atilde;o de medidas. Come&ccedil;a pela esfolia&ccedil;&atilde;o, seguida da aplica&ccedil;&atilde;o da argila composta com col&aacute;geno e gesso, ou com por pimenta e albumina, finalizando com uma massagem. S&atilde;o indicadas, no m&iacute;nimo, dez sess&otilde;es, tr&ecirc;s vezes por semana, que duram em m&eacute;dia uma hora e custam R$ 40.<br />
	<br />
	<strong>Lifting facial e estrias com argila rosa</strong><br />
	Trata a flacidez da pele do rosto e das estrias. O tratamento inicia-se com a higieniza&ccedil;&atilde;o e esfolia&ccedil;&atilde;o local, seguido da aplica&ccedil;&atilde;o da argila composta com albumina, aveia e gesso dilu&iacute;da em ch&aacute; calmante, finalizando com hidrata&ccedil;&atilde;o. S&atilde;o indicadas, no m&iacute;nimo, dez sess&otilde;es, tr&ecirc;s vezes por semana, que duram em m&eacute;dia uma hora e custam R$ 30.<br />
	<br />
	<strong>Renova&ccedil;&atilde;o celular da pele e tratamento da acne com argila verde</strong><br />
	Aconselh&aacute;vel para peles oleosas e acneicas, o tratamento come&ccedil;a com a esfolia&ccedil;&atilde;o facial, seguido da aplica&ccedil;&atilde;o da argila composta com alecrim, cravo e &aacute;cido acetilsalic&iacute;lico dilu&iacute;do com ch&aacute; estimulante. O tratamento &eacute; finalizado com hidrata&ccedil;&atilde;o para pele oleosa. S&atilde;o indicadas, no m&iacute;nimo, dez sess&otilde;es, tr&ecirc;s vezes por semana, que duram em m&eacute;dia uma hora e custam R$ 30.<br />
	<br />
	<strong>Para fazer em casa</strong><br />
	Blanch Marie, especialista em est&eacute;tica facial e corporal do Instituto Blanch Marie, em S&atilde;o Paulo, indica uma receita que pode ser preparada em casa. Dilua a argila em &aacute;gua filtrada at&eacute; atingir uma consist&ecirc;ncia pastosa. Aplique-a sobre a pele, massageando suavemente. Aguarde 20 minutos para secagem e retire com &aacute;gua fria ou morna.<br />
	<br />
	&Eacute; importante lembrar-se de higienizar a pele antes de qualquer procedimento. Como? &ldquo;Primeiro retire toda maquiagem com seu gel de limpeza e lave com um sabonete pr&oacute;prio para o seu tipo de pele. Se sua pele for oleosa, passe um t&ocirc;nico adstringente com algod&atilde;o e aplique a m&aacute;scara&rdquo;, completa Blanch.<br />
	<br />
	A maioria das m&aacute;scaras pode ser utilizada a cada 15 dias, de acordo com a bula do produto. A argila ainda pode ser comprada em forma de cosm&eacute;tico ou em p&oacute; e &eacute; encontrada em casas de produtos naturais, supermercados ou farm&aacute;cias de manipula&ccedil;&atilde;o.</p>
]]></description><pubDate>2012-02-01 15:00:00</pubDate><link>http://www.oformulista.com.br/conteudo/comunicados/conheca_tratamentos_para_fazer_em_casa_ou_nas_clinicas</link></item><item><title>Farmácia interditada por suspeita de erro de manipulação é arrombada</title><description><![CDATA[<h1>Farmácia interditada por suspeita de erro de manipulação é arrombada</h1><p style='font-size: 80%; color: #999'>01/02/2012 14:00</p><p>
	&nbsp;</p>
<div>
	<p>
		<span style="font-family:&quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;">A farm&aacute;cia interditada por suspeita de erro na manipula&ccedil;&atilde;o de um medicamento e que pode ter causado a morte de dez pessoas, em <span style="color:windowtext">Te&oacute;filo Otoni</span>, na Regi&atilde;o do Vale do <span style="color:windowtext">Mucuri</span>, em <span style="color:windowtext">Minas Gerais</span>, foi arrombada nesta ter&ccedil;a-feira (31). Ela estava fechada desde dezembro do ano passado. O caixa estava revirado e, segundo a Policia Militar (PM), documentos foram roubados.<o:p></o:p></span></p>
	<p>
		<span style="font-family:&quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;">A farm&aacute;cia foi interditada pela Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria Estadual at&eacute; a conclus&atilde;o do inqu&eacute;rito que investiga a morte de dez pessoas por um suposto erro de manipula&ccedil;&atilde;o de um medicamento usado no combate a vermes. Com a interdi&ccedil;&atilde;o, nem funcion&aacute;rios, clientes ou at&eacute; mesmo os donos da farm&aacute;cia, poderiam entrar no estabelecimento.</span></p>
	<p>
		<span style="font-family:&quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;">Dois peritos da Pol&iacute;cia Civil estiveram no local para fazer levantamentos. Segundo a pol&iacute;cia, s&oacute; depois que os propriet&aacute;rios da farm&aacute;cia forem ouvidos &eacute; que se pode dizer o valor roubado.<o:p></o:p></span></p>
	<p>
		<span style="font-family:&quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;">De acordo com a Policia Civil, nada do que foi furtado poder&aacute; atrapalhar na conclus&atilde;o do inqu&eacute;rito.<o:p></o:p></span></p>
	<p>
		<span style="font-family:&quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;">A advogada do dono da farm&aacute;cia esteve no local e informou que os alarmes foram desativados. Um pedido de reativa&ccedil;&atilde;o foi feito &agrave; pol&iacute;cia que teria negado. Afirma&ccedil;&atilde;o que o delegado respons&aacute;vel pelo caso n&atilde;o confirma.<o:p></o:p></span></p>
	<p>
		<span style="font-family:&quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;">O delegado informou ainda que a pol&iacute;cia aguarda laudos dos laborat&oacute;rios da Pol&iacute;cia Civil de <span style="color:windowtext">Belo Horizonte</span> e da Funda&ccedil;&atilde;o Ezequiel Dias (Funed) sobre as amostras colhidas durante a exuma&ccedil;&atilde;o dos corpos, no fim do ano passado. A conclus&atilde;o do inqu&eacute;rito depende desses resultados, que n&atilde;o t&ecirc;m data para sair.</span></p>
</div>
<p>
	&nbsp;</p>
]]></description><pubDate>2012-02-01 14:00:00</pubDate><link>http://www.oformulista.com.br/conteudo/comunicados/farmacia_interditada_por_suspeita_de_erro_de_manipulacao_e_arrombada</link></item><item><title>O prazo final de renovação do RTA foi prorrogado até o dia 03/02/12</title><description><![CDATA[<h1>O prazo final de renovação do RTA foi prorrogado até o dia 03/02/12</h1><p style='font-size: 80%; color: #999'>31/01/2012 11:29</p><p>
	&nbsp;</p>
<p>
	Em virtude dos problemas t&eacute;cnicos ocorridos no sistema SIFAP/CEF, nos dias 23 e 24/01/12, comunicamos que o prazo de renova&ccedil;&atilde;o do RTA ser&aacute; compensado. Nesse sentido, as farm&aacute;cias e drogarias credenciadas no Programa Aqui Tem Farm&aacute;cia Popular t&ecirc;m, impreterivelmente, at&eacute; o dia <span style="color:#ff0000;">03 de fevereiro de 2012 para efetuar seu recadastramento anual</span>.</p>
<p>
	Ressaltamos que este prazo &eacute; final e n&atilde;o est&aacute; prevista nova prorroga&ccedil;&atilde;o. Ap&oacute;s a data estabelecida, o sistema ser&aacute; automaticamente bloqueado.</p>
<p id="quadroDestaque">
	<strong>Para quaisquer d&uacute;vidas ou maiores informa&ccedil;&otilde;es relacionadas &agrave; renova&ccedil;&atilde;o, o estabelecimento dever&aacute; contactar direta e exclusivamente o setor respons&aacute;vel, pelo e-mail </strong><strong><a href="mailto:gebes07@caixa.gov.br">gebes07@caixa.gov.br</a>.</strong></p>
]]></description><pubDate>2012-01-31 11:29:45</pubDate><link>http://www.oformulista.com.br/conteudo/comunicados/prazo-renovacao-rta-foi-prorrogado</link></item><item><title>Autorização Especial - RDC 1 de 04 de Janeiro de 2012</title><description><![CDATA[<h1>Autorização Especial - RDC 1 de 04 de Janeiro de 2012</h1><p style='font-size: 80%; color: #999'>09/01/2012 13:00</p><p>
	Arquivo PDF do Di&aacute;rio Oficial da Uni&atilde;o referente a RDC no. 1, de 4 de Janeiro de 2012. Esta RDC disp&otilde;e sobre os crit&eacute;rios para peticionamento de concess&atilde;o, renova&ccedil;&atilde;o, cancelamento a pedido, altera&ccedil;&atilde;o, retifica&ccedil;&atilde;o de publica&ccedil;&atilde;o e recurso administrativo contra o indeferimento da autoriza&ccedil;&atilde;o especial (AE) dos estabelecimentos de farm&aacute;cias de manipula&ccedil;&atilde;o. <a href="http://www.oformulista.com.br/galeria/files/dou/rdc1040112.pdf" target="_blank">Clique aqui</a> para visualiz&aacute;-lo.</p>
]]></description><pubDate>2012-01-09 13:00:00</pubDate><link>http://www.oformulista.com.br/conteudo/comunicados/autorizacao_especial_rdc_1_de_04_de_janeiro_de_2012</link></item><item><title>Farmácia Popular é excluída de base maior para o ICMS</title><description><![CDATA[<h1>Farmácia Popular é excluída de base maior para o ICMS</h1><p style='font-size: 80%; color: #999'>29/12/2011 08:30</p><p>
	O governo de S&atilde;o Paulo decidiu excluir os rem&eacute;dios contemplados pelo programa &quot;Farm&aacute;cia Popular&quot; da nova regra de cobran&ccedil;a do ICMS, que entra em vigor na semana que vem.<br />
	<br />
	S&atilde;o 14 medicamentos de uso cont&iacute;nuo para tratar doen&ccedil;as como press&atilde;o alta, diabetes, colesterol elevado e asma -al&eacute;m de anticoncepcionais-, subsidiados pelo governo federal e vendidos com descontos de at&eacute; 90% ou distribu&iacute;dos gratuitamente.<br />
	<br />
	Conforme a Folha antecipou no dia 17 passado, o governo paulista passar&aacute;, pela nova norma, a determinar a base de c&aacute;lculo do ICMS pelo pre&ccedil;o m&aacute;ximo de um medicamento permitido pelo governo ao consumidor.<br />
	<br />
	Hoje, essa conta &eacute; feita a partir do valor que a farm&aacute;cia paga ao fornecedor do rem&eacute;dio, que pode dar a ela o desconto que desejar.<br />
	<br />
	A al&iacute;quota do imposto permanece a mesma: 18%.<br />
	<br />
	Ser&atilde;o estabelecidas dezenas de percentuais para determinar essa nova base de c&aacute;lculo, conforme o tipo e a finalidade do rem&eacute;dio. E, segundo estimativas do setor, o valor sobre o qual vai incidir o imposto aumentar&aacute; nos medicamentos gen&eacute;ricos, vendidos com desconto.<br />
	<br />
	Em nota publicada ontem no &quot;Di&aacute;rio Oficial&quot;, o governo paulista diz que, no caso dos medicamentos do programa &quot;Farm&aacute;cia Popular&quot;, a base de c&aacute;lculo ser&aacute; determinada a partir do &quot;valor de refer&ecirc;ncia&quot; fixado pela Uni&atilde;o, que subsidia os produtos.<br />
	<br />
	Esse valor &eacute; menor que o pre&ccedil;o m&aacute;ximo ao consumidor permitido para medicamentos de fora do programa.<br />
	<br />
	&quot;Foi um passo importante, pois evita que consumidores com baixo poder aquisitivo, que dependem do &#39;Farm&aacute;cia Popular&#39;, sejam punidos&quot;, diz Odnir Finotti, presidente da Pr&oacute; Gen&eacute;ricos.<br />
	<br />
	De acordo com Finotti, se o problema n&atilde;o tivesse sido equacionado, o programa deixaria de ser atrativo &agrave;s farm&aacute;cias, j&aacute; que o imposto seria cobrado sobre valor maior que o pago pelo governo.<br />
	<br />
	&quot;Mas a altera&ccedil;&atilde;o n&atilde;o resolve o caso dos demais gen&eacute;ricos vendidos fora do programa. S&atilde;o 3.300&quot;, diz. A associa&ccedil;&atilde;o calcula que, para n&atilde;o perder margem de lucro, as farm&aacute;cias do Estado de S&atilde;o Paulo subam o pre&ccedil;o dos medicamentos entre 7% e 15%.<br />
	<br />
	Procurado, o governo paulista disse, por e-mail, que a nova metodologia vigora &quot;na maioria dos Estados&quot; e que define &quot;uma base de c&aacute;lculo do imposto mais pr&oacute;xima do que &eacute; efetivamente praticado no varejo farmac&ecirc;utico&quot;.</p>
]]></description><pubDate>2011-12-29 08:30:00</pubDate><link>http://www.oformulista.com.br/conteudo/comunicados/farmacia_popular_e_excluida_de_base_maior_para_o_icms</link></item><item><title>Renovação do RTA – Farmácia Popular</title><description><![CDATA[<h1>Renovação do RTA – Farmácia Popular</h1><p style='font-size: 80%; color: #999'>28/12/2011 10:30</p><p>
	&nbsp;</p>
<p>
	Comunicamos &agrave;s&nbsp;farm&aacute;cias e drogarias&nbsp;credenciadas no Programa Aqui Tem Farm&aacute;cia Popular que a renova&ccedil;&atilde;o do RTA &ndash; Requerimento e Termo de Ades&atilde;o, para o ano de 2011, <strong><u>foi prorrogada at&eacute; o dia 31/01/12</u></strong>, uma vez que o sistema da CAIXA (SIFAP) estava sobrecarregado em virtude do grande n&uacute;mero de acessos.</p>
<p>
	Para iniciar o processo de renova&ccedil;&atilde;o, o respons&aacute;vel legal dever&aacute; acessar o portal <a href="http://www.caixa.gov.br/farmaciapopular" target="_blank">www.caixa.gov.br/farmaciapopular</a> e, na aba &ldquo;servi&ccedil;os on-line&rdquo;, escolher Sistema Farm&aacute;cia Popular &ndash; SIFAP. De posse de seu N&uacute;mero de Identifica&ccedil;&atilde;o Social &ndash; NIS e da senha do Cart&atilde;o do Cidad&atilde;o cadastrada na ag&ecirc;ncia CAIXA, dever&aacute; selecionar a op&ccedil;&atilde;o Credenciamento, Renovar Cadastro.</p>
<p>
	Quem n&atilde;o possuir o NIS ou tiver problemas de acesso ao SIFAP deve se dirigir &agrave; Ag&ecirc;ncia CAIXA em que realizou o cadastro da empresa e rever os procedimentos para acesso.</p>
<p>
	&Eacute; importante atentar para atualiza&ccedil;&atilde;o dos dados cadastrais da empresa, principalmente quanto &agrave; validade da Certid&atilde;o Negativa de D&eacute;bito &ndash; CND (somente da matriz), da Autoriza&ccedil;&atilde;o de Funcionamento (ANVISA) ou Alvar&aacute;/Licen&ccedil;a Sanit&aacute;ria (SES/SMS) e do Certificado de Regularidade do farmac&ecirc;utico respons&aacute;vel (tanto matriz como filiais).</p>
<p>
	Posteriormente, o estabelecimento receber&aacute; mensagem eletr&ocirc;nica informando a documenta&ccedil;&atilde;o que dever&aacute; ser&nbsp;entregue na Ag&ecirc;ncia CAIXA para conclus&atilde;o da renova&ccedil;&atilde;o cadastral.</p>
<p>
	Informamos que o sistema da CAIXA (SIFAP) est&aacute; congestionado devido ao grande n&uacute;mero de empresas acessando ao mesmo, portanto o mesmo pode ficar indispon&iacute;vel em alguns momentos. Dessa maneira, orientamos acess&aacute;-lo ap&oacute;s &agrave;s 18 horas. Quaisquer d&uacute;vidas ou para maiores informa&ccedil;&otilde;es, a empresa dever&aacute; contatar&nbsp;diretamente o setor respons&aacute;vel, exclusivamente pelo seguinte e-mail: <a href="mailto:gebes07@caixa.gov.br">gebes07@caixa.gov.br</a></p>
<p>
	<strong>OBSERVA&Ccedil;&Atilde;O: OS ESTABELECIMENTOS QUE TIVERAM&nbsp;SEU CREDENCIAMENTO PUBLICADO NO DI&Aacute;RIO OFICIAL DA UNI&Atilde;O DURANTE O ANO DE 2011 N&Atilde;O PRECISAR&Atilde;O RENOVAR SEU CADASTRO.</strong></p>
<p>
	&nbsp;</p>
<p>
	Atenciosamente,</p>
<p>
	<strong><em>Melissa Borges de Farias</em></strong></p>
<p>
	<strong>Farmac&ecirc;utica do Programa Farm&aacute;cia Popular do Brasil</strong></p>
]]></description><pubDate>2011-12-28 10:30:00</pubDate><link>http://www.oformulista.com.br/conteudo/comunicados/renovacao_do_rta_farmacia_popular</link></item><item><title>Procedimento para emissão da 2ª. via do boleto de manutenção</title><description><![CDATA[<h1>Procedimento para emissão da 2ª. via do boleto de manutenção</h1><p style='font-size: 80%; color: #999'>27/12/2011 08:45</p><p>
	&nbsp;</p>
<p>
	A partir de agora voc&ecirc; poder&aacute; emitir, aqui no site da Alternate, os seus boletos em aberto (2a. via), caso n&atilde;o o tenha recebido pelo correio. O processo &eacute; extremamente simples, r&aacute;pido e f&aacute;cil! Acompanhe os procedimentos abaixo:</p>
<p>
	&nbsp;</p>
<p>
	1. Estando no site da Alternate acesse a <strong>&Aacute;rea do cliente</strong>.</p>
<p>
	2. Informe seu c&oacute;digo, e-mail de acesso e senha para efetuar o login no site. A tela abaixo aparecer&aacute;:</p>
<p align="center">
	<img alt="tela1.jpg" src="http://www.oformulista.com.br/galeria/images/conteudos/2011/tela1.jpg" style="width: 596px; height: 402px; " /></p>
<p>
	<img alt="atencao.gif" src="http://www.oformulista.com.br/galeria/images/conteudos/2011/atencao.gif" style="width: 63px; height: 75px; " /><br />
	Para acessar a op&ccedil;&atilde;o de Boletos voc&ecirc; dever&aacute; entrar como usu&aacute;rio master. Caso queira tamb&eacute;m, voc&ecirc; poder&aacute; dar direitos de emiss&atilde;o de boletos de pagamento para outros usu&aacute;rios, al&eacute;m de voc&ecirc; (master). Para isso, na p&aacute;gina inicial da &aacute;rea de clientes (figura acima), basta acessar a op&ccedil;&atilde;o <strong>Administra&ccedil;&atilde;o de Usu&aacute;rios</strong> e, em seguida, escolher o usu&aacute;rio desejado e habilitar a op&ccedil;&atilde;o <strong>Financeiro |Consultar boletos</strong>.</p>
<p>
	&nbsp;</p>
<p>
	3. Ainda na tela acima, clique na op&ccedil;&atilde;o <strong>Boletos</strong> e observe o resultado:</p>
<p style="text-align: center; ">
	<img alt="" src="http://www.oformulista.com.br/galeria/images/conteudos/2011/tela2.jpg" style="width: 600px; height: 395px; " /></p>
<p>
	4. Na lista de t&iacute;tulos em aberto que aparece clique no bot&atilde;o <strong>Emitir 2&ordf;. via</strong> do t&iacute;tulo desejado.</p>
<p>
	5. Siga a orienta&ccedil;&atilde;o que aparece na tela abaixo para continuar.</p>
<p align="center">
	<img alt="tela3.jpg" src="http://www.oformulista.com.br/galeria/images/conteudos/2011/tela3.jpg" style="width: 519px; height: 182px; " /></p>
<p>
	6. Ap&oacute;s clicar no bot&atilde;o OK o boleto de pagamento ser&aacute; gerado:</p>
<p>
	&nbsp;</p>
<p align="center">
	<img alt="tela4.jpg" src="http://www.oformulista.com.br/galeria/images/conteudos/2011/tela4.jpg" style="width: 375px; height: 599px; " /></p>
<p>
	7. Neste momento, conforme mostra &agrave; parte superior da tela, voc&ecirc; poder&aacute; optar em gerar o boleto em formato PDF ou imprimi-lo diretamente.</p>
]]></description><pubDate>2011-12-27 08:45:00</pubDate><link>http://www.oformulista.com.br/conteudo/comunicados/procedimento_para_emissao_da_segunda_via_do_boleto_de_manutencao</link></item><item><title>Manipulação é falha em farmácias de São Paulo</title><description><![CDATA[<h1>Manipulação é falha em farmácias de São Paulo</h1><p style='font-size: 80%; color: #999'>27/12/2011 08:30</p><p>
	S&atilde;o Paulo - Cerca de 45% das 615 inspe&ccedil;&otilde;es feitas em farm&aacute;cias de manipula&ccedil;&atilde;o da capital neste ano encontraram falhas. A Coordena&ccedil;&atilde;o Municipal de Vigil&acirc;ncia em Sa&uacute;de da Capital (Covisa) autuou 278 locais e, entre os estabelecimentos multados, 122 tiveram de permanecer interditados at&eacute; a resolu&ccedil;&atilde;o das irregularidades. A Prefeitura justifica as autua&ccedil;&otilde;es a &ldquo;pr&aacute;ticas incorretas de manipula&ccedil;&atilde;o, principalmente quanto aos medicamentos controlados, e &agrave; aus&ecirc;ncia de efetivo controle de qualidade&rdquo;.<br />
	<br />
	A t&eacute;cnica de manipula&ccedil;&atilde;o de rem&eacute;dios, regulamentada h&aacute; 70 anos no Pa&iacute;s, foi alvo de questionamentos nesta semana, quando veio &agrave; tona a suspeita de que um verm&iacute;fugo teria intoxicado e matado pessoas em Minas Gerais. De acordo com a pol&iacute;cia, em meados de novembro, cerca de 180 c&aacute;psulas do medicamento metoprolol, um betabloqueador indicado para o tratamento de quadros de hipertens&atilde;o, foram comercializadas pela farm&aacute;cia Pharma F&oacute;rmula como verm&iacute;fugos.<br />
	<br />
	Especialistas ouvidos pela reportagem afirmam que a fiscaliza&ccedil;&atilde;o &agrave;s farm&aacute;cias de manipula&ccedil;&atilde;o &eacute; falha no Pa&iacute;s. Em S&atilde;o Paulo, apesar das autua&ccedil;&otilde;es feitas pela Covisa, tamb&eacute;m h&aacute; dificuldades no controle. Existem apenas 15 profissionais para inspecionar cerca de 600 lojas do g&ecirc;nero. Mas, para minimizar o risco de problemas, &eacute; poss&iacute;vel tomar alguns cuidados.<br />
	<br />
	A Associa&ccedil;&atilde;o Nacional de Farmac&ecirc;uticos Magistrais (Anfamag), que representa as sete mil farm&aacute;cias de manipula&ccedil;&atilde;o existentes no Pa&iacute;s, afirma que a melhor maneira de evitar imprevistos &eacute; pedir para falar com o farmac&ecirc;utico de plant&atilde;o. &ldquo;O paciente precisa se certificar de que o local tem um profissional capacitado para garantir que o medicamento seja preparado de acordo com o previsto&rdquo;, afirma Ivan Teixeira, vice-presidente da institui&ccedil;&atilde;o.<br />
	<br />
	Segundo H&eacute;lder Francisco Garcia, da rede Unipharmus, que mant&eacute;m 11 unidades na capital paulista, se uma loja n&atilde;o tiver um farmac&ecirc;utico de plant&atilde;o, n&atilde;o pode ser considerada confi&aacute;vel. &ldquo;&Eacute; nossa obriga&ccedil;&atilde;o conferir a mat&eacute;ria-prima na hora em que chegam e acompanhar todas as etapas da produ&ccedil;&atilde;o, para evitar o risco de troca de produtos ou de contamina&ccedil;&atilde;o&rdquo;, afirma. &ldquo;Um rem&eacute;dio em dose maior do que a receitada pode, sem d&uacute;vida, levar &agrave; intoxica&ccedil;&atilde;o e at&eacute; &agrave; morte.&rdquo;<br />
	<br />
	Os especialistas indicam algumas situa&ccedil;&otilde;es que devem ser observadas pelos pacientes na hora de adquirir um rem&eacute;dio manipulado. O estabelecimento n&atilde;o pode, por exemplo, estocar o produto. Farm&aacute;cias de manipula&ccedil;&atilde;o s&atilde;o obrigadas a preparar medicamentos exclusivamente sob encomenda, de acordo com norma baixada pelo Conselho Federal de Farm&aacute;cias, em 2007.<br />
	<br />
	&Eacute; necess&aacute;rio, ainda, que o farmac&ecirc;utico leia a receita diante do paciente e prepare o medicamento na hora, em uma quantidade espec&iacute;fica, de acordo com as orienta&ccedil;&otilde;es indicadas na receita m&eacute;dica. Al&eacute;m disso, n&atilde;o &eacute; permitido a uma farm&aacute;cia receber os medicamentos de outra e tampouco comercializar um produto sem antes submet&ecirc;-lo a um r&iacute;gido controle de qualidade.<br />
	<br />
	Grande parte dessas orienta&ccedil;&otilde;es foi deixada de lado pelo estabelecimento acusado de fornecer os medicamentos que intoxicaram pacientes em Te&oacute;filo Otoni e Novo Horizonte, no Estado de Minas Gerais. Em primeiro lugar, a Pharma F&oacute;rmula fez um estoque do produto. Em seguida, na hora de colocar os r&oacute;tulos nas embalagens, o anti-hipertensivo foi identificado como sendo secnodazol, uma subst&acirc;ncia indicada para combater verminose.<br />
	<br />
	Em depoimento &agrave; pol&iacute;cia, o bioqu&iacute;mico Ricardo Henrique Portilho, dono da Pharma F&oacute;rmula, negou as acusa&ccedil;&otilde;es. Mas computares e receitas apreendidos no estabelecimento comprovaram que os pacientes atendidos com intoxica&ccedil;&atilde;o haviam adquirido o medicamento trocado. Al&eacute;m disso, foram encontradas c&aacute;psulas de psicotr&oacute;picos, rem&eacute;dios controlados para os quais a empresa n&atilde;o tinha licen&ccedil;a. As informa&ccedil;&otilde;es foram publicadas pelo <strong>Jornal da Tarde.</strong></p>
]]></description><pubDate>2011-12-27 08:30:00</pubDate><link>http://www.oformulista.com.br/conteudo/comunicados/manipulacao_e_falha_em_farmacias_de_sp</link></item><item><title>Programa Aqui Tem Farmácia Popular - Comunicado sobre prorrogação do prazo para renovação</title><description><![CDATA[<h1>Programa Aqui Tem Farmácia Popular - Comunicado sobre prorrogação do prazo para renovação</h1><p style='font-size: 80%; color: #999'>23/12/2011 13:26</p><p>
	Comunicamos &agrave;s farm&aacute;cias e drogarias credenciadas no Programa Aqui Tem Farm&aacute;cia Popular que o prazo para renova&ccedil;&atilde;o do RTA &ndash; Requerimento e Termo de Ades&atilde;o, para o ano de 2011, <u><strong>est&aacute; prorrogado at&eacute; o dia 31/01/12</strong></u>.</p>
<p>
	Para realizar essa opera&ccedil;&atilde;o, o respons&aacute;vel legal dever&aacute; acessar o portal www.caixa.gov.br/farmaciapopular e, na aba &ldquo;servi&ccedil;os on-line&rdquo;, escolher Sistema Farm&aacute;cia Popular &ndash; SIFAP. De posse de seu N&uacute;mero de Identifica&ccedil;&atilde;o Social &ndash; NIS e da senha do Cart&atilde;o do Cidad&atilde;o cadastrada na ag&ecirc;ncia CAIXA, dever&aacute; selecionar a op&ccedil;&atilde;o Credenciamento, Renovar Cadastro.</p>
<p>
	Quem n&atilde;o possuir o NIS ou tiver problemas de acesso ao SIFAP deve se dirigir &agrave; Ag&ecirc;ncia CAIXA em que realizou o cadastro da empresa e rever os procedimentos para acesso.</p>
<p>
	&Eacute; importante atentar para atualiza&ccedil;&atilde;o dos dados cadastrais da empresa, principalmente quanto &agrave; validade da Certid&atilde;o Negativa de D&eacute;bito &ndash; CND (somente da matriz), da Autoriza&ccedil;&atilde;o de Funcionamento (ANVISA) ou Alvar&aacute;/Licen&ccedil;a Sanit&aacute;ria (SES/SMS) e do Certificado de Regularidade do farmac&ecirc;utico respons&aacute;vel (tanto matriz como filiais).</p>
<p>
	Posteriormente, o estabelecimento receber&aacute; mensagem eletr&ocirc;nica informando a documenta&ccedil;&atilde;o que dever&aacute; ser entregue na Ag&ecirc;ncia CAIXA para conclus&atilde;o da renova&ccedil;&atilde;o.&nbsp;</p>
<p>
	<strong>Quaisquer d&uacute;vidas ou para maiores informa&ccedil;&otilde;es, a empresa dever&aacute; contactar diretamente o setor respons&aacute;vel, exclusivamente pelo seguinte e-mail: gebes07@caixa.gov.br.</strong></p>
<p>
	OBSERVA&Ccedil;&Atilde;O: OS ESTABELECIMENTOS QUE TIVERAM SEU CREDENCIAMENTO PUBLICADO NO DI&Aacute;RIO OFICIAL DA UNI&Atilde;O DURANTE O ANO DE 2011 N&Atilde;O PRECISAR&Atilde;O RENOVAR SEU CADASTRO.</p>
]]></description><pubDate>2011-12-23 13:26:00</pubDate><link>http://www.oformulista.com.br/conteudo/comunicados/farmacia_popular_prorrogacao_do_prazo_para_renovacao</link></item><item><title>Escrituração eletrônica de antimicrobianos começa em 2013</title><description><![CDATA[<h1>Escrituração eletrônica de antimicrobianos começa em 2013</h1><p style='font-size: 80%; color: #999'>20/12/2011 08:30</p><p>
	Medicamentos e subst&acirc;ncias que cont&eacute;m antimicrobianos s&oacute; poder&atilde;o ser vendidos em farm&aacute;cias e drogarias privadas, a partir de 16 de janeiro de 2013, mediante escritura&ccedil;&atilde;o obrigat&oacute;ria no Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados (SNGPC). &Eacute; o que estabelece a Instru&ccedil;&atilde;o Normativa 7/2011 da Ag&ecirc;ncia Nacional de Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria (Anvisa), publicada no Di&aacute;rio Oficial da Uni&atilde;o desta segunda-feira (19/12).</p>
<p>
	O SNGPC &eacute; um sistema de escritura&ccedil;&atilde;o eletr&ocirc;nica por meio do qual os &oacute;rg&atilde;os de vigil&acirc;ncia sanit&aacute;ria controlam os procedimentos de movimenta&ccedil;&atilde;o de entrada (compra ou transfer&ecirc;ncia) e sa&iacute;da (venda ou perda) de medicamentos controlados, em farm&aacute;cias e drogarias. Al&eacute;m dos antimicrobianos, est&atilde;o sujeitos a escritura&ccedil;&atilde;o no sistema subst&acirc;ncias e medicamentos como antidepressivos e anabolizantes</p>
<p>
	Enquanto a escritura&ccedil;&atilde;o da venda de antimicrobianos no sistema eletr&ocirc;nico n&atilde;o &eacute; obrigat&oacute;ria, os estabelecimentos dever&atilde;o continuar retendo a segunda via das receitas m&eacute;dicas e a notas ficais de venda desses produtos. Farm&aacute;cias e drogarias que n&atilde;o cumprirem o estabelecidos pela nova regulamenta&ccedil;&atilde;o da Ag&ecirc;ncia n&atilde;o poder&atilde;o mais vender medicamentos e subst&acirc;ncias antimicrobianas. Caso alguma irregularidade seja verificada, poder&atilde;o pagar multa de at&eacute; R$ 1,5 milh&atilde;o.</p>
<p>
	<strong>Cronograma</strong></p>
<p>
	A norma prev&ecirc; ainda que a Anvisa ir&aacute; publicar, em 28 de fevereiro de 2012, os padr&otilde;es e regras que possibilitem o in&iacute;cio do processo de desenvolvimento dos sistemas para farm&aacute;cias e drogarias privadas no hotsite do SNGPC.&nbsp;&nbsp; Em 30 de setembro de 2012, tamb&eacute;m no hotsite do sistema, come&ccedil;a a fase de testes de troca de informa&ccedil;&otilde;es entre Anvisa e farm&aacute;cias e drogarias privadas.</p>
<p>
	Para vender antimicrobianos, farm&aacute;cias e drogarias privadas que n&atilde;o s&atilde;o cadastras no SNGPC ou que possuem cadastros desatualizados devem regularizar situa&ccedil;&atilde;o junto a Anvisa at&eacute; 30 de novembro de 2012. D&uacute;vidas ou dificuldades relacionadas ao tema devem ser envidas para o endere&ccedil;o eletr&ocirc;nico: <a href="mailto:sngpc.controlados@anvisa.gov.br">sngpc.controlados@anvisa.gov.br</a>.</p>
<hr />
<p>
	<strong>INSTRU&Ccedil;&Atilde;O NORMATIVA N&ordm; 7, DE 16 DE DEZEMBRO DE 2011</strong></p>
<p>
	Disp&otilde;e sobre cronograma e procedimentos para credenciamento de farm&aacute;cias e drogarias privadas referentes &agrave; escritura&ccedil;&atilde;o dos medicamentos e subst&acirc;ncias contendo antimicrobianos no Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados (SNGPC).</p>
<p>
	A Diretoria Colegiada da Ag&ecirc;ncia Nacional de Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria, no uso da atribui&ccedil;&atilde;o que lhe confere o inciso IV do art. 11 do Regulamento aprovado pelo Decreto n&ordm;. 3029, de 16 de abril de 199, e tendo em vista o disposto no inciso II e no &sect; 2&ordm; do artigo 55 do Regimento interno, aprovado nos termos da Portaria n&ordm;. 354 da ANVISA, de 11 de agosto de 2006, republicada no DOU de 21 de&nbsp;agosto de 2006, em reuni&atilde;o realizada em 12 de dezembro de 2011, resolve:</p>
<p>
	Art.1&ordm;. Fica estabelecido o cronograma para a escritura&ccedil;&atilde;o de medicamentos ou subst&acirc;ncias contendo antimicrobianos conforme disposto no art. 13 da RDC n&ordm; 20, de 5 de maio de 2011.</p>
<p>
	Par&aacute;grafo &uacute;nico. O cronograma estabelecido nesta Instru&ccedil;&atilde;o Normativa ser&aacute; executado mediante a implementa&ccedil;&atilde;o de adapta&ccedil;&otilde;es tanto no Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados (SNGPC) quanto nos sistemas das farm&aacute;cias e drogarias privadas.</p>
<p>
	Art. 2&ordm; O cronograma a que se refere o Art. 1&ordm; obedecer&aacute; aos seguintes prazos:</p>
<p>
	I - <strong>28/02/2012: publica&ccedil;&atilde;o dos padr&otilde;es e regras para possibilitar o in&iacute;cio do processo de desenvolvimento dos sistemas para farm&aacute;cias e drogarias privadas</strong> no hotsite do SNGPC, (http://www.anvisa.gov.br/hotsite/sngpc/index.asp);</p>
<p>
	II - <strong>30/09/2012: disponibiliza&ccedil;&atilde;o de ambiente espec&iacute;fico no hotsite do SNGPC para inicio de testes entre a Anvisa e farm&aacute;cias e drogarias privadas</strong>; e</p>
<p>
	III - <strong>16/01/2013: escritura&ccedil;&atilde;o obrigat&oacute;ria dos medicamentos e subst&acirc;ncias contendo antimicrobianos no SNGPC por farm&aacute;cias e drogarias privadas</strong>.</p>
<p>
	Art. 3&ordm; <strong>Os estabelecimentos n&atilde;o cadastrados ou com cadastro desatualizados na Anvisa dever&atilde;o regularizar sua situa&ccedil;&atilde;o para escriturar medicamentos e subst&acirc;ncias contendo antimicrobianos no SNGPC, com vistas &agrave; implementa&ccedil;&atilde;o e cumprimento da RDC n&ordm; 20, de 2011</strong>, nos termos desta Instru&ccedil;&atilde;o Normativa.</p>
<p>
	&sect;1 &ordm; Entende-se por cadastro a identifica&ccedil;&atilde;o e inclus&atilde;o dos dados do estabelecimento no sistema de seguran&ccedil;a da Anvisa para fins de acesso ao peticionamento eletr&ocirc;nico, obten&ccedil;&atilde;o de Autoriza&ccedil;&atilde;o de Funcionamento e demais servi&ccedil;os e sistemas disponibilizados no &acirc;mbito da Anvisa.</p>
<p>
	&sect;2&ordm; Na hip&oacute;tese do caput deste artigo, os estabelecimentos&nbsp;dever&atilde;o regularizar o respectivo cadastro no &acirc;mbito da Anvisa at&eacute; 30&nbsp;de novembro de 2012.</p>
<p>
	Art. 4&ordm; Os estabelecimentos ainda n&atilde;o credenciados no SNGPC dever&atilde;o realizar o credenciamento e o invent&aacute;rio inicial a partir da data estipulada.</p>
<p>
	&sect;1&ordm; Entende-se por credenciamento o ato de ades&atilde;o do estabelecimento&nbsp;junto ao SNGPC mediante pr&eacute;vio cadastro junto &agrave; Anvisa, atribui&ccedil;&atilde;o de perfil de acesso ao respons&aacute;vel t&eacute;cnico pelo gestor de seguran&ccedil;a da empresa e envio de invent&aacute;rio inicial ao por meio de arquivo XML pelo farmac&ecirc;utico respons&aacute;vel t&eacute;cnico junto ao SNGPC.</p>
<p>
	&sect; 2&ordm; O invent&aacute;rio inicial corresponde ao estoque das subst&acirc;ncias e&nbsp; medicamentos sujeitos a controle especial ou de medicamentos e subst&acirc;ncias contendo antimicrobianos dispon&iacute;veis no estabelecimento.</p>
<p>
	Art. 5&ordm; O envio do arquivo XML do inventario inicial dever&aacute; ser realizado somente a partir de 16 de janeiro de 2013.</p>
<p>
	Par&aacute;grafo &uacute;nico. Nenhum medicamento ou subst&acirc;ncia contendo antimicrobianos deve ser escriturado no SNGPC at&eacute; 15 de janeiro de 2013.</p>
<p>
	Art. 6&ordm; Os estabelecimentos j&aacute; credenciados no SNGPC para a escritura&ccedil;&atilde;o eletr&ocirc;nica de medicamentos sujeitos ao controle especial, tamb&eacute;m dever&atilde;o fazer um invent&aacute;rio inicial e envi&aacute;-lo , por meio de arquivo XML &aacute; Anvisa.</p>
<p>
	Par&aacute;grafo &uacute;nico. O procedimento de finaliza&ccedil;&atilde;o ser&aacute; feito automaticamente pela Anvisa &agrave; zero hora do dia 16 de janeiro de 2013.</p>
<p>
	Art. 7&ordm; Caber&aacute; aos &oacute;rg&atilde;os de vigil&acirc;ncia sanit&aacute;ria dos Estados e Munic&iacute;pios, em coopera&ccedil;&atilde;o com a Anvisa, orientar e promover o acompanhamento do credenciamento dos estabelecimentos e implementa&ccedil;&atilde;o das demais disposi&ccedil;&otilde;es contidas nesta Instru&ccedil;&atilde;o Normativa.</p>
<p>
	Art. 8&ordm; As farm&aacute;cias e drogarias privadas dever&atilde;o dar continuidade &agrave;s suas atividades exercidas regularmente durante o per&iacute;odo de transi&ccedil;&atilde;o de implanta&ccedil;&atilde;o do SNGPC para escritura&ccedil;&atilde;o de antimicrobianos, mantendo a reten&ccedil;&atilde;o da segunda via da receita e notas fiscais de compra.</p>
<p>
	Art. 9&ordm; Orienta&ccedil;&otilde;es e esclarecimentos gerais relacionados ao SNGPC e &agrave;s etapas de procedimentos referentes &agrave; escritura&ccedil;&atilde;o eletr&ocirc;nica de medicamentos e/ou subst&acirc;ncias contendo antimicrobianos poder&atilde;o ser obtidos no s&iacute;tio eletr&ocirc;nico da Anvisa no endere&ccedil;o www. anvisa. gov. br/ hotsite/ sngpc/ index. asp.</p>
<p>
	Par&aacute;grafo &uacute;nico. As d&uacute;vidas ou dificuldades adicionais relacionadas aos demais aspectos do SNGPC poder&atilde;o ser envidas para o endere&ccedil;o eletr&ocirc;nico <a href="mailto:sngpc.controlados@anvisa.gov.br">sngpc.controlados@anvisa.gov.br</a>.</p>
<p>
	Art. 10&deg;. Caber&aacute; &agrave; &aacute;rea t&eacute;cnica competente da ANVISA a ado&ccedil;&atilde;o de medidas ou procedimentos para os casos n&atilde;o previstos nesta Instru&ccedil;&atilde;o Normativa.</p>
<p>
	Art. 11&deg;. Esta Instru&ccedil;&atilde;o Normativa entra em vigor na data de sua publica&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>
	DIRCEU BR&Aacute;S APARECIDO BARBANO</p>
]]></description><pubDate>2011-12-20 08:30:00</pubDate><link>http://www.oformulista.com.br/conteudo/comunicados/escrituracao_eletronica_de_antimicrobianos_comeca_em_2013</link></item><item><title>Combate a fraudes com remédios dá prêmio</title><description><![CDATA[<h1>Combate a fraudes com remédios dá prêmio</h1><p style='font-size: 80%; color: #999'>19/12/2011 08:30</p><p>
	A Corregedoria Geral da Administra&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica do Estado de S&atilde;o Paulo, &oacute;rg&atilde;o vinculado &agrave; Secretaria da Casa Civil de S&atilde;o Paulo, recebeu ontem - em evento realizado no Supremo Tribunal Federal em Bras&iacute;lia - Men&ccedil;&atilde;o Honrosa do Pr&ecirc;mio Innovare, atrav&eacute;s do seu presidente Gustavo Ungaro, autor do projeto &quot;O Combate &agrave;s Fraudes Judiciais em A&ccedil;&otilde;es para Fornecimento de Medicamentos no Estado de S&atilde;o Paulo&quot;. O projeto foi escolhido entre os 10 melhores do Brasil e criado para combater o crime organizado, identificando cadeias que envolviam advogados, m&eacute;dicos, ONGs e representantes comerciais da Ind&uacute;stria Farmac&ecirc;utica.<br />
	<br />
	O Pr&ecirc;mio Innovare identifica e dissemina pr&aacute;ticas inovadoras, pioneiras e bem sucedidas da Justi&ccedil;a Brasileira, realizadas por magistrados, membros do Minist&eacute;rio P&uacute;blico estadual e federal, defensores p&uacute;blicos e advogados p&uacute;blicos e privados de todo Brasil. Pioneiro no pa&iacute;s, o projeto consiste em uma a&ccedil;&atilde;o conjunta entre a Secretaria da Sa&uacute;de, Corregedoria Geral da Administra&ccedil;&atilde;o, Secretaria de Seguran&ccedil;a P&uacute;blica, Secretaria da Fazenda e a Procuradoria Geral do Estado de S&atilde;o Paulo, identificando criminosos que fraudavam o fornecimento de medica&ccedil;&otilde;es pelo Estado. A a&ccedil;&atilde;o promovida pela CGA foi selecionada entre 450 projetos, por um j&uacute;ri composto por ministros do STF e do STJ, professores de direito e especialistas.<br />
	<br />
	Essa atua&ccedil;&atilde;o conjunta entre a Procuradoria Geral e a Secretaria da Sa&uacute;de do Estado de S&atilde;o Paulo tinha como finalidade agregar valor &agrave;s informa&ccedil;&otilde;es, at&eacute; ent&atilde;o colhidas, e identificar os motivos das crescentes vendas das ind&uacute;strias farmac&ecirc;uticas, que prejudicou os cofres p&uacute;blicos com gastos superiores a R$ 400 milh&otilde;es anualmente.</p>
]]></description><pubDate>2011-12-19 08:30:00</pubDate><link>http://www.oformulista.com.br/conteudo/comunicados/combate_a_fraudes_com_remedios_da_premio</link></item><item><title>Simpósio internacional discute avanços para Farmacopeia</title><description><![CDATA[<h1>Simpósio internacional discute avanços para Farmacopeia</h1><p style='font-size: 80%; color: #999'>15/12/2011 08:30</p><p>
	&nbsp;</p>
<p>
	Come&ccedil;ou nesta quarta-feira (14/12) o 4&ordm; Simp&oacute;sio Internacional T&eacute;cnico e Cient&iacute;fico da Farmacopeia Brasileira. Entre os temas que ser&atilde;o discutidos durante o encontro est&atilde;o o avan&ccedil;o da produ&ccedil;&atilde;o de monografias por institui&ccedil;&otilde;es de pesquisa nacionais e a rela&ccedil;&atilde;o entre a Anvisa, universidades e a Comiss&atilde;o da Farmacopeia Brasileira. A inser&ccedil;&atilde;o da Farmacopeia para o desenvolvimento da Pol&iacute;tica Nacional de Plantas Medicinais e Fitoter&aacute;picos tamb&eacute;m &eacute; um dos temas na pauta do simp&oacute;sio.</p>
<p>
	De acordo com a diretora da Anvisa Maria Cec&iacute;lia Brito, a publica&ccedil;&atilde;o da quinta edi&ccedil;&atilde;o da Farmacopeia em 2010 representou um grande avan&ccedil;o para a produ&ccedil;&atilde;o nacional de medicamentos. &ldquo;Mas ainda &eacute; preciso acelerar o ritmo de produ&ccedil;&atilde;o de monografias de medicamentos para que a produ&ccedil;&atilde;o nacional ganhe mais autonomia&rdquo;, ressalta. Ela tamb&eacute;m destaca que o conhecimento produzido pelas universidades brasileiras para a Farmacopeia deve estar voltado para as pol&iacute;ticas do SUS, como por exemplo, a amplia&ccedil;&atilde;o do uso de fitoter&aacute;picos com origem na flora brasileira. Pelo menos 150 especialistas da &aacute;rea farmac&ecirc;utica, al&eacute;m de convidados estrangeiros, devem participar do encontro.</p>
<p>
	A Anvisa tem trabalhado na reformula&ccedil;&atilde;o do marco regulat&oacute;rio para plantas medicinais e fitoter&aacute;picos, tanto industrializados como manipulados. Segundo a resolu&ccedil;&atilde;o RDC n&ordm; 249/2010, os insumos farmac&ecirc;uticos, medicamentos e outros produtos sujeitos &agrave; vigil&acirc;ncia sanit&aacute;ria, devem atender &agrave;s normas e especifica&ccedil;&otilde;es estabelecidas na Farmacopeia Brasileira.</p>
<p>
	A Farmacopeia &eacute; um comp&ecirc;ndio de monografias de medicamentos e m&eacute;todos que re&uacute;ne os padr&otilde;es t&eacute;cnicos para fabrica&ccedil;&atilde;o e controle de qualidade dos produtos farmac&ecirc;uticos utilizados pela popula&ccedil;&atilde;o. A elabora&ccedil;&atilde;o e atualiza&ccedil;&atilde;o deste documento s&atilde;o vistas como a&ccedil;&atilde;o estrat&eacute;gica para a autonomia do pa&iacute;s na produ&ccedil;&atilde;o de medicamentos e incentivo ao desenvolvimento dos laborat&oacute;rios nacionais.</p>
<p>
	Durante a abertura do simp&oacute;sio tamb&eacute;m ser&aacute; lan&ccedil;ada a nova edi&ccedil;&atilde;o do Formul&aacute;rio Nacional, uma publica&ccedil;&atilde;o voltada para m&eacute;dicos e farm&aacute;cias de manipula&ccedil;&atilde;o. A nova edi&ccedil;&atilde;o re&uacute;ne 133 monografias de medicamentos de uso consagrado com informa&ccedil;&otilde;es sobre preparo, embalagens, advert&ecirc;ncias, indica&ccedil;&otilde;es terap&ecirc;uticas e forma de uso.</p>
<p>
	<strong>Abertura do 4&ordm; Simp&oacute;sio Internacional T&eacute;cnico e Cient&iacute;fico da Farmacopeia Brasileira</strong><br />
	<strong><strong>Quando</strong></strong>: quarta-feira (14/12) &ndash; 18h.<br />
	<strong>Onde</strong>: Audit&oacute;rio da Anvisa &ndash; Edif&iacute;cio Sede da Anvisa &ndash; SIA Trecho 05, &aacute;rea especial 57.</p>
]]></description><pubDate>2011-12-15 08:30:00</pubDate><link>http://www.oformulista.com.br/conteudo/comunicados/simposio_internacional_discute_avancos_para_farmacopeia</link></item><item><title>Farmácia Popular - Atenção às regras do programa para não ser descredenciado ou penalizado</title><description><![CDATA[<h1>Farmácia Popular - Atenção às regras do programa para não ser descredenciado ou penalizado</h1><p style='font-size: 80%; color: #999'>14/12/2011 17:00</p><p>
	O Programa Farm&aacute;cia Popular do Brasil &eacute; uma realidade para as empresas do com&eacute;rcio varejista de medicamentos e j&aacute; se tornou uma importante ferramenta de atendimento ao cliente.</p>
<p>
	Mas como todo bom neg&oacute;cio, temos que ficar atentos as regras estabelecidas na Portaria n&ordm; 184/2011, para n&atilde;o ser penalizado com o descredenciamento do programa por dois anos, com a possibilidade de ser processado judicialmente por crime contra a Administra&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica, sofrendo com auditorias realizadas por &oacute;rg&atilde;os de policia, o que se demonstra verdadeiro desastre, n&atilde;o s&oacute; para a imagem da empresa, mas tamb&eacute;m para a vida pessoal dos s&oacute;cios. Seguem algumas orienta&ccedil;&otilde;es para evitar esse tipo de problema:</p>
<p align="center">
	<strong>A COMERCIALIZA&Ccedil;&Atilde;O</strong></p>
<p>
	A cada opera&ccedil;&atilde;o, obrigatoriamente, o estabelecimento deve emitir duas vias do cupom fiscal e do cupom vinculado. O paciente, obrigatoriamente, deve assinar o cupom vinculado, sendo que uma via deve ser mantida pelo estabelecimento e a outra entregue ao paciente. O estabelecimento deve <strong>manter por 5 (cinco) anos</strong> as vias assinadas dos cupons vinculados e cupons fiscais arquivadas em ordem cronol&oacute;gica de emiss&atilde;o, que dever&atilde;o ser disponibilizados sempre que necess&aacute;rio.</p>
<p>
	Para a comercializa&ccedil;&atilde;o e a dispensa&ccedil;&atilde;o dos medicamentos e/ou correlatos, as farm&aacute;cias e drogarias devem obrigatoriamente observar as seguintes condi&ccedil;&otilde;es: apresenta&ccedil;&atilde;o de CPF e documento com foto; apresenta&ccedil;&atilde;o da prescri&ccedil;&atilde;o m&eacute;dica, esta que dever&aacute; conter o n&uacute;mero de inscri&ccedil;&atilde;o do m&eacute;dico no CRM, sua assinatura e carimbo com endere&ccedil;o do consult&oacute;rio, a data, o nome e endere&ccedil;o residencial do paciente.</p>
<p>
	Tamb&eacute;m dever&aacute; ser mantida na empresa uma <strong>c&oacute;pia da prescri&ccedil;&atilde;o</strong> m&eacute;dica e das notas fiscais do distribuidor/fornecedor pelo <strong>per&iacute;odo de 5 (cinco) anos.</strong></p>
<p>
	As prescri&ccedil;&otilde;es ter&atilde;o validade de 120 (cento e vinte) dias, a partir de sua emiss&atilde;o. Para os contraceptivos a validade &eacute; de 12 (doze) meses.</p>
<p align="center">
	<strong>AS PENALIDADES PARA IRREGULARIDADES</strong></p>
<p>
	As transa&ccedil;&otilde;es das empresas ser&atilde;o verificadas mensalmente, ou quando houver necessidade. O Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de solicitar&aacute; ao estabelecimento credenciado, <strong>a presta&ccedil;&atilde;o de informa&ccedil;&otilde;es detalhadas sobre as suas opera&ccedil;&otilde;es, c&oacute;pia das prescri&ccedil;&otilde;es, laudos ou atestados m&eacute;dicos, das notas fiscais, dos cupons fiscais e vinculados, amostra de material publicit&aacute;rio e demais documentos comprobat&oacute;rios das autoriza&ccedil;&otilde;es realizadas</strong>, as quais dever&atilde;o ser encaminhadas no <strong>prazo m&aacute;ximo de 10 (dez) dias.</strong></p>
<p>
	<u>O descumprimento das regras do Programa Farm&aacute;cia Popular do Brasil caracteriza pr&aacute;tica de irregularidade que <strong>permitem a suspens&atilde;o preventivamente os pagamentos</strong> <strong>e/ou a conex&atilde;o com os Sistemas DATASUS</strong> sempre que detectar ind&iacute;cios ou not&iacute;cias de irregularidade(s), podendo acarretar no descredenciamento do estabelecimento.</u></p>
<p>
	Decidido pelo cancelamento, o estabelecimento ser&aacute; notificado para recolher aos cofres p&uacute;blicos o d&eacute;bito correspondente ao valor repassado pelo Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de nas transa&ccedil;&otilde;es consideradas irregulares, no prazo de 15 (quinze) dias, com aplica&ccedil;&atilde;o de multa de at&eacute; 10% (dez por cento), calculada sobre o montante das vendas efetuadas no &acirc;mbito do PFPB referente ao &uacute;ltimo trimestre das transa&ccedil;&otilde;es consolidadas.</p>
<p>
	&nbsp;O estabelecimento e suas filiais, que forem descredenciado por motivo de irregularidades, somente poder&aacute; aderir ao Programa Farm&aacute;cia Popular do Brasil, ap&oacute;s um per&iacute;odo superior a 2 (dois) anos do cancelamento do contrato.</p>
<p align="center">
	<strong>CREDENCIAMENTO: ALGUNS ALERTAS</strong></p>
<p>
	O processo de cadastramento, iniciado na Caixa Econ&ocirc;mica Federal (CEF), ser&aacute; feito exclusivamente entre a farm&aacute;cia/drogaria e o Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de (MS). Nenhuma empresa est&aacute; autorizada a viabilizar o credenciamento de uma farm&aacute;cia/drogaria no Programa Farm&aacute;cia Popular, <strong>tampouco &eacute; cobrado qualquer taxa para tal fim.</strong></p>
<p>
	Destacamos, tamb&eacute;m, que o Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de n&atilde;o indica ou mant&eacute;m qualquer conv&ecirc;nio ou parceria com empresas prestadoras de servi&ccedil;os relacionados ao credenciamento ou &agrave; confec&ccedil;&atilde;o de pe&ccedil;as publicit&aacute;rias.</p>
<p>
	O Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de tamb&eacute;m n&atilde;o realiza&nbsp;qualquer tipo de cobran&ccedil;a para informar sobre publica&ccedil;&atilde;o, no Di&aacute;rio Oficial da Uni&atilde;o (DOU), de credenciamento dos estabelecimentos no Programa Farm&aacute;cia Popular, tampouco se utiliza de empresas para tal fim.</p>
<p>
	As publica&ccedil;&otilde;es no DOU s&atilde;o de conhecimento p&uacute;blico e est&atilde;o disponibilizadas, gratuitamente, na p&aacute;gina eletr&ocirc;nica da Imprensa Nacional: <a href="http://emm.to/c/?10743.43.0.0.2.0.9.0.0.10.559.0.0.8697.1.97fc9">http://www.in.gov.br</a>.</p>
]]></description><pubDate>2011-12-14 17:00:00</pubDate><link>http://www.oformulista.com.br/conteudo/comunicados/farmacia_popular_atencao_as_regras_do_programa</link></item><item><title>Medicamento pode ter causado a morte de oito pessoas em MG</title><description><![CDATA[<h1>Medicamento pode ter causado a morte de oito pessoas em MG</h1><p style='font-size: 80%; color: #999'>13/12/2011 16:40</p><p>
	&nbsp;</p>
<p>
	A Secretaria de Estado de Sa&uacute;de de Minas Gerais (SES-MG) investiga a poss&iacute;vel rela&ccedil;&atilde;o entre a morte de oito pessoas e a ingest&atilde;o de um medicamento manipulado pela farm&aacute;cia F&oacute;rmula Pharma, com sede em Te&oacute;filo Otoni, a 337 km de Belo Horizonte.</p>
<p>
	Ap&oacute;s a interdi&ccedil;&atilde;o cautelar do estabelecimento, a secretaria constatou que foram manipuladas 180 c&aacute;psulas de Secnidazol 500mg no dia 14 de novembro e fez um alerta &agrave; popula&ccedil;&atilde;o para que suspenda o uso deste medicamento ou qualquer outro produzido pela farm&aacute;cia. Segundo o &oacute;rg&atilde;o, ainda h&aacute; 62 c&aacute;psulas para serem localizadas. Uma das poss&iacute;veis v&iacute;timas do medicamento, uma jovem de 22 anos, morreu na madrugada de domingo.</p>
<p>
	A investiga&ccedil;&atilde;o epidemiol&oacute;gica, iniciada no dia 1&ordm; de dezembro pela Superintend&ecirc;ncia de Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria da Secretaria de Estado de Sa&uacute;de, pela Superintend&ecirc;ncia Regional de Sa&uacute;de (SRS) de Te&oacute;filo Otoni e pela Secretaria Municipal de Sa&uacute;de de Te&oacute;filo Otoni, avalia a possibilidade de contamina&ccedil;&atilde;o cruzada por outro medicamento manipulado nessa mesma data. Outra suspeita &eacute; que na f&oacute;rmula do Secnidazol 500 mg, medicamento antiparasit&aacute;rio, tenha sido utilizado anti-hipertensivo.</p>
<p>
	A investiga&ccedil;&atilde;o come&ccedil;ou ap&oacute;s a notifica&ccedil;&atilde;o de dois casos suspeitos de intoxica&ccedil;&atilde;o ex&oacute;gena feita em 30 de novembro pelo N&uacute;cleo de Investiga&ccedil;&atilde;o Hospitalar do Hospital Santa Ros&aacute;lia, em Te&oacute;filo Otoni. Um homem e sua esposa ingeriram, sob prescri&ccedil;&atilde;o m&eacute;dica, quatro c&aacute;psulas de Secnidazol 500 mg manipulado pela F&oacute;rmula Pharma.</p>
<p>
	Pouco tempo depois, o casal come&ccedil;ou a sentir queda na press&atilde;o arterial, batimento card&iacute;aco reduzido, dor tor&aacute;xica, arroxeamento da pele e sensa&ccedil;&atilde;o de desmaio. Ap&oacute;s a interna&ccedil;&atilde;o, o quadro cl&iacute;nico dos dois agravou-se, o que levou &agrave; transfer&ecirc;ncia de ambos para a Unidade de Terapia Intensiva do mesmo hospital.</p>
<p>
	Em 2 de dezembro, a Secretaria Municipal de Sa&uacute;de de Te&oacute;filo Otoni recebeu uma den&uacute;ncia an&ocirc;nima relatando que o casal estava internado por ter ingerido Secnidazol 500 mg adquiridos na F&oacute;rmula Pharma. No dia seguinte, foi realizada a Interdi&ccedil;&atilde;o Cautelar (proibi&ccedil;&atilde;o de manipula&ccedil;&atilde;o e venda de medicamentos na farm&aacute;cia) pela Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria Municipal. Ainda foram coletadas amostras do produto acabado e das mat&eacute;rias-primas utilizadas na produ&ccedil;&atilde;o do medicamento Secnidazol 500mg. Todo o material coletado foi encaminhado para o Instituto Ot&aacute;vio Magalh&atilde;es, da Funda&ccedil;&atilde;o Ezequiel Dias (IOM/FUNED), para que sejam feitas as an&aacute;lises necess&aacute;rias.</p>
<p>
	Estabelecimentos nos munic&iacute;pios de Novo Cruzeiro, Ladainha e Itaip&eacute; que estavam comercializando medicamentos manipulados pela F&oacute;rmula Pharma foram interditados, bem como uma drogaria do propriet&aacute;rio da empresa.</p>
<p>
	Na manh&atilde; do &uacute;ltimo s&aacute;bado, t&eacute;cnicos da SES, da Secretaria Municipal de Sa&uacute;de de Te&oacute;filo Otoni e policiais militares voltaram &agrave; sede da F&oacute;rmula Pharma para coletar ind&iacute;cios de que possa ter havido manipula&ccedil;&atilde;o incorreta do medicamento. Ao chegarem ao local, constataram que, apesar da interdi&ccedil;&atilde;o cautelar, o estabelecimento continuava a dispensar medicamentos manipulados.</p>
<p>
	A secretaria decidiu ent&atilde;o pela interdi&ccedil;&atilde;o total da F&oacute;rmula Pharma e pelo registro de um boletim de ocorr&ecirc;ncia contra o respons&aacute;vel pelo estabelecimento. Al&eacute;m disso, foi instaurado um processo administrativo, e o caso foi encaminhado ao Minist&eacute;rio P&uacute;blico.</p>
<p>
	A secretaria alerta que, durante o per&iacute;odo de investiga&ccedil;&atilde;o as pessoas, n&atilde;o usem o medicamento Secnidazol 500mg e outros medicamentos produzidos pela F&oacute;rmula Pharma. Outro pedido &eacute; aos cidad&atilde;os que tenham comprado medicamentos da F&oacute;rmula Pharma, para que os entreguem &agrave; respectiva Secretaria Municipal de Sa&uacute;de.</p>
<p>
	Al&eacute;m disso, a SES alerta que outros onze pacientes, inclusive de munic&iacute;pios vizinhos a Te&oacute;filo Otoni, podem ter usado o mesmo medicamento, como relata o pr&oacute;prio estabelecimento em documentos encontrados no local. Caso estejam de posse do medicamento, todos os onze pacientes devem interromper, imediatamente, o uso do Secnidazol 500mg.</p>
]]></description><pubDate>2011-12-13 16:40:00</pubDate><link>http://www.oformulista.com.br/conteudo/comunicados/medicamento_pode_ter_causado_morte_de_oito_pessoas_em_mg</link></item><item><title>Sindusfarma: Custos elevados podem inibir crescimento do setor</title><description><![CDATA[<h1>Sindusfarma: Custos elevados podem inibir crescimento do setor</h1><p style='font-size: 80%; color: #999'>13/12/2011 16:00</p><p>
	&nbsp;</p>
<p>
	As ind&uacute;strias farmac&ecirc;uticas acreditam que os encargos tribut&aacute;rios, os altos custos de energia e ICMS diferenciado entre os Estados devem inibir o crescimento do setor nos pr&oacute;ximos meses.<br />
	<br />
	Para Nelson Mussolini, diretor-executivo do Sindicato das Ind&uacute;strias Farmac&ecirc;uticas do Estado de S&atilde;o Paulo (Sindusfarma), os encargos salariais, a partir de mar&ccedil;o de 2012, tamb&eacute;m dever&atilde;o pressionar os custos do setor no ano que vem.<br />
	<br />
	As ind&uacute;strias qu&iacute;micas e farmac&ecirc;uticas est&atilde;o pressionadas nos &uacute;ltimos meses por conta dos produtos importados. A balan&ccedil;a comercial do setor deve encerrar negativa em 2011, superando US$ 25 bilh&otilde;es.</p>
]]></description><pubDate>2011-12-13 16:00:00</pubDate><link>http://www.oformulista.com.br/conteudo/comunicados/sindusfarma_custos_elevados_podem_inibir_crescimento_do_setor</link></item><item><title>Rastreabilidade no Sistema Nacional de Controle de Medicamentos</title><description><![CDATA[<h1>Rastreabilidade no Sistema Nacional de Controle de Medicamentos</h1><p style='font-size: 80%; color: #999'>12/12/2011 10:00</p><p>
	&nbsp;</p>
<p>
	Com o objetivo de dar prosseguimento &agrave;s medidas adotadas no &acirc;mbito da Anvisa em aten&ccedil;&atilde;o ao disposto na Lei n&ordm; 11.903/2009, que disp&otilde;e sobre o rastreamento da produ&ccedil;&atilde;o e do consumo de medicamentos por meio de tecnologia de captura, armazenamento e transmiss&atilde;o eletr&ocirc;nica de dados, a Diretoria Colegiada da Anvisa deliberou sobre as diretrizes que nortear&atilde;o a implementa&ccedil;&atilde;o do Sistema Nacional de Controle de Medicamentos &ndash; SNCM.</p>
<p>
	Estas diretrizes resultam da consolida&ccedil;&atilde;o da an&aacute;lise procedida em Grupo de Trabalho interinstitucional, composto por representantes do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, Minist&eacute;rio da Justi&ccedil;a, Minist&eacute;rio do Desenvolvimento, Ind&uacute;stria e Com&eacute;rcio Exterior e da pr&oacute;pria Ag&ecirc;ncia, em alinhamento aos princ&iacute;pios e objetivos das pol&iacute;ticas p&uacute;blicas de acesso a medicamentos, igualmente priorizados no &acirc;mbito do Conselho de Ministros da C&acirc;mara de Regula&ccedil;&atilde;o do Mercado de Medicamentos &ndash; CMED, e disp&otilde;em-se basicamente no que se segue:</p>
<p>
	<strong>1. </strong>A base do SNCM fundamenta-se na aplica&ccedil;&atilde;o do conceito da RASTREABILIDADE DE MEDICAMENTOS, em conson&acirc;ncia aos ditames legais.</p>
<p>
	<strong>2.&nbsp;</strong>Utiliza&ccedil;&atilde;o do c&oacute;digo bidimensional Datamatrix como tecnologia portadora de dados.</p>
<p>
	<strong>3.&nbsp;</strong>Utiliza&ccedil;&atilde;o do Identificador &Uacute;nico de Medicamentos &ndash; IUM, constitu&iacute;do de n&uacute;mero individual, n&atilde;o repetitivo, de 13 d&iacute;gitos a ser representado na embalagem codificado no Datamatrix e tamb&eacute;m apresentado em caracteres num&eacute;ricos leg&iacute;veis. O identificador &uacute;nico de medicamentos ser&aacute; gerado e gerenciado pela Anvisa, por sistema integrado ao SNCM.</p>
<p>
	<strong>4.</strong>&nbsp;Ado&ccedil;&atilde;o do padr&atilde;o de conte&uacute;do para o c&oacute;digo bidimensional Datamatrix, composto basicamente de: n&uacute;mero de registro, lote, validade e IUM.</p>
<p>
	<strong>5.</strong>&nbsp;Obrigatoriedade de manuten&ccedil;&atilde;o de banco de dados pr&oacute;prio e da realiza&ccedil;&atilde;o do controle da movimenta&ccedil;&atilde;o e estoque por meio de sistema informatizado compat&iacute;vel com as especifica&ccedil;&otilde;es e padr&otilde;es de captura estabelecidos pela Anvisa, por parte tanto das empresas detentoras de registro junto &agrave; Anvisa, quanto das empresas distribuidoras do com&eacute;rcio varejista.</p>
<p>
	<strong>6.</strong>&nbsp;As embalagens secund&aacute;rias de todos os medicamentos devem conter mecanismos de identifica&ccedil;&atilde;o e seguran&ccedil;a que possibilitem a rastreabilidade desde a fabrica&ccedil;&atilde;o at&eacute; o momento da dispensa&ccedil;&atilde;o. Os casos de embalagens m&uacute;ltiplas, hospitalares e fracion&aacute;veis ser&atilde;o objeto de estudos mais aprofundados, de modo a verificar a possibilidade de garantir a rastreabilidade do medicamento at&eacute; o consumidor final.</p>
<p>
	<strong>7.</strong>&nbsp;Responsabilidade das empresas detentoras de registro pela aposi&ccedil;&atilde;o do c&oacute;digo bidimensional Datamatrix nas embalagens dos medicamentos a serem comercializados no territ&oacute;rio brasileiro. A escolha da modalidade para aposi&ccedil;&atilde;o do Datamatrix nas embalagens fica a crit&eacute;rio das empresas detentoras de registro, devendo ser processada em estrita observ&acirc;ncia aos padr&otilde;es t&eacute;cnicos aplic&aacute;veis.</p>
<p>
	<strong>8.</strong>&nbsp;As quest&otilde;es referentes aos leitores de autenticidade, nos moldes anteriormente previstos, deixam de ser aplic&aacute;veis.</p>
<p>
	<strong>9.</strong>&nbsp;Sistema central de captura, armazenamento e gerenciamento de dados estabelecido no &acirc;mbito governamental e gerenciado pela Anvisa.</p>
<p>
	<strong>10.</strong>&nbsp;Revis&atilde;o da RDC n&ordm; 59/2009 e/ou elabora&ccedil;&atilde;o dos normativos pertinentes.</p>
<p>
	<strong>11.</strong>&nbsp;Defini&ccedil;&atilde;o e divulga&ccedil;&atilde;o de mecanismos a serem utilizados para consulta da proced&ecirc;ncia do medicamento diretamente pelo consumidor.</p>
<p>
	A Anvisa adotar&aacute; as provid&ecirc;ncias e encaminhamentos necess&aacute;rios para o estabelecimento das defini&ccedil;&otilde;es t&eacute;cnicas, operacionais e de funcionamento do Sistema Nacional de Controle de Medicamentos e demais medidas administrativas decorrentes.</p>
]]></description><pubDate>2011-12-12 10:00:00</pubDate><link>http://www.oformulista.com.br/conteudo/comunicados/rastreabilidade_no_sistema_nacional_de_controle_de_medicamentos</link></item><item><title>Medicamentos femproporex, mazindol e anfepramona não podem ser vendidos no Brasil</title><description><![CDATA[<h1>Medicamentos femproporex, mazindol e anfepramona não podem ser vendidos no Brasil</h1><p style='font-size: 80%; color: #999'>12/12/2011 09:45</p><p>
	&nbsp;</p>
<div>
	Desde o &uacute;ltimo dia 9 de dezembro de 2011, os medicamentos femproporex, mazindol e anfepramona n&atilde;o poder&atilde;o mais ser comercializados no Brasil. A proibi&ccedil;&atilde;o, determinada pela Diretoria Colegiada da Anvisa em outubro, consta da Resolu&ccedil;&atilde;o RDC 52/2011, que estabeleceu um prazo de 60 dias para entrada em vigor da medida. &nbsp;&nbsp;</div>
<div>
	&nbsp;</div>
<div>
	Os medicamentos a base de femproporex, mazindol e anfepramona tiveram seus registros cancelados pela Anvisa, ficando proibida a produ&ccedil;&atilde;o, o com&eacute;rcio, a manipula&ccedil;&atilde;o e o uso destes produtos no pa&iacute;s. Os tr&ecirc;s medicamentos fazem parte do grupo denominado inibidores de apetite do tipo anfetam&iacute;nico.</div>
<div>
	&nbsp;</div>
<div>
	A norma da Anvisa tamb&eacute;m apresenta novas restri&ccedil;&otilde;es para medicamentos a base de sibutramina. &nbsp;Entre as novidades, est&aacute; a obrigatoriedade dos profissionais de sa&uacute;de, empresas detentoras de registro e farm&aacute;cias e drogarias de notificarem, obrigatoriamente, o Sistema Nacional de Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria sobre casos de efeitos adversos relacionados ao uso de medicamentos que cont&eacute;m sibutramina.</div>
]]></description><pubDate>2011-12-12 09:45:00</pubDate><link>http://www.oformulista.com.br/conteudo/comunicados/medicamentos_femproporex_mazindol_anfepramona_nao_podem_ser_vendidos_no_brasil</link></item><item><title>Código de barras na NF-e ainda gera dúvidas</title><description><![CDATA[<h1>Código de barras na NF-e ainda gera dúvidas</h1><p style='font-size: 80%; color: #999'>08/12/2011 09:30</p><p>
	O empresariado brasileiro ainda tem d&uacute;vidas sobre como gerar a Nota Fiscal Eletr&ocirc;nica (NF-e) com a obrigatoriedade do preenchimento do campo espec&iacute;fico para o c&oacute;digo de barras dos produtos, o GTIN (sigla em ingl&ecirc;s para Numera&ccedil;&atilde;o Global de Item Comercial). A tend&ecirc;ncia &eacute; que, com a massifica&ccedil;&atilde;o da NF-e, essas dificuldades acabem.</p>
<div>
	O pedido de orienta&ccedil;&atilde;o que mais chega &agrave; GS1 Brasil - Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Automa&ccedil;&atilde;o &eacute; quanto &agrave; obrigatoriedade do uso do GTIN, que consiste no n&uacute;mero representado no c&oacute;digo de barras.</div>
<div>
	&nbsp;</div>
<div>
	A determina&ccedil;&atilde;o do Confaz, de que o campo espec&iacute;fico para o GTIN seja preenchido, abrange todo o territ&oacute;rio brasileiro e vale apenas para as empresas que j&aacute; comercializam produtos com c&oacute;digo de barras. A obrigatoriedade refere-se a toda opera&ccedil;&atilde;o com emiss&atilde;o de NF-e, seja entrada, sa&iacute;da, opera&ccedil;&otilde;es de simples remessa, transfer&ecirc;ncia etc. Os produtos que n&atilde;o t&ecirc;m c&oacute;digos de barras est&atilde;o livres dessa determina&ccedil;&atilde;o.</div>
<div>
	&nbsp;</div>
<div>
	Outra d&uacute;vida refere-se ao que colocar nos campos cEAN e cEAN Trib. O cEAN &eacute; o c&oacute;digo de barras GTIN (antigo c&oacute;digo EAN) do produto que est&aacute; sendo faturado na NF-e. O cEAN Trib &eacute; o c&oacute;digo de barras GTIN (antigo c&oacute;digo EAN) do produto tribut&aacute;vel, ou seja, a unidade que &eacute; utilizada para calcular o ICMS de substitui&ccedil;&atilde;o tribut&aacute;ria, por exemplo, a unidade de venda no varejo.</div>
<div>
	&nbsp;</div>
<div>
	A empresa comercial atacadista ou varejista deve ficar atenta no caso de emiss&atilde;o de NF-e para produtos que possuem o c&oacute;digo de barras caso a numera&ccedil;&atilde;o n&atilde;o tenha sido informada na nota fiscal de entrada pelo fornecedor. Se o GTIN existir e o fornecedor n&atilde;o repassar o n&uacute;mero, o atacadista ou varejista fica obrigado a informar o GTIN na NF-e de sa&iacute;da.</div>
<div>
	&nbsp;</div>
<div>
	Neste caso, &eacute; necess&aacute;rio entrar em contato com o fornecedor para assegurar o preenchimento desta informa&ccedil;&atilde;o ou troca de cadastros para alinhamento. Caso o campo do c&oacute;digo de barras n&atilde;o seja preenchido, a empresa pode ser multada, e o valor varia de estado para estado. Para produtos importados que trazem o c&oacute;digo de barras com GTIN do pa&iacute;s de origem, a empresa dever&aacute; utilizar esse mesmo c&oacute;digo. Isso se aplica caso n&atilde;o haja nenhuma altera&ccedil;&atilde;o do produto ou da embalagem.</div>
<div>
	&nbsp;</div>
<div>
	Outro questionamento refere-se ao d&iacute;gito verificador. Das notas fiscais rejeitadas por erro no preenchimento em fun&ccedil;&atilde;o das novas regras de valida&ccedil;&atilde;o, 15% eram em fun&ccedil;&atilde;o do c&aacute;lculo incorreto do d&iacute;gito verificador. Para saber a f&oacute;rmula, basta entrar no site da GS1 Brasil (www.gs1br.org) e, no campo de busca, digitar &ldquo;obrigatoriedade GTIN&rdquo; e clicar na op&ccedil;&atilde;o Faq Obrigatoriedade GTIN, que traz uma tabela com a demonstra&ccedil;&atilde;o do c&aacute;lculo do d&iacute;gito verificador.</div>
<div>
	&nbsp;</div>
<div>
	A NF-e trouxe e continuar&aacute; trazendo benef&iacute;cios para toda a sociedade. O c&oacute;digo de barras facilita a gest&atilde;o de produtos, sua rastreabilidade, e promove a automa&ccedil;&atilde;o. Com a nova norma, o controle e a gest&atilde;o de produtos como alimentos e rem&eacute;dios ser&atilde;o otimizados consideravelmente.</div>
<div>
	&nbsp;</div>
<div>
	No caso dos medicamentos, por exemplo, diminuir&aacute; a possibilidade de fraude, desvio ou falsifica&ccedil;&atilde;o, uma vez que, com o preenchimento do n&uacute;mero GTIN, ser&aacute; poss&iacute;vel rastrear o produto em toda a cadeia de suprimentos. O Brasil &eacute; pioneiro nessa medida e seu modelo de gest&atilde;o dever&aacute; servir de exemplo para outros pa&iacute;ses.</div>
<div>
	&nbsp;</div>
<div>
	As vantagens n&atilde;o param por a&iacute;. A NF-e j&aacute; se mostrou capaz de abrir oportunidades de neg&oacute;cios e empregos na presta&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os ligados a ela, de incentivar o com&eacute;rcio eletr&ocirc;nico e, principalmente, causar impacto positivo no meio ambiente. Afinal, quando n&atilde;o se emite mais notas fiscais tradicionais, reduz-se o consumo de papel, al&eacute;m de evitar o retrabalho em v&aacute;rias etapas administrativas.</div>
]]></description><pubDate>2011-12-08 09:30:00</pubDate><link>http://www.oformulista.com.br/conteudo/comunicados/codigo_de_barras_na_nfe_ainda_gera_duvidas</link></item><item><title>ICMS sobre comércio eletrônico é ilegal</title><description><![CDATA[<h1>ICMS sobre comércio eletrônico é ilegal</h1><p style='font-size: 80%; color: #999'>08/12/2011 09:00</p><p>
	A cobran&ccedil;a de Imposto sobre Circula&ccedil;&atilde;o de Mercadorias e Presta&ccedil;&atilde;o de Servi&ccedil;os (ICMS) sobre o com&eacute;rcio virtual no estado de destino das mercadorias tem causado pol&ecirc;mica e &eacute; acusada de inconstitucional. Em abril de 2011, diversos estados, principalmente das regi&otilde;es Nordeste, Norte, Centro-Oeste e o Distrito Federal, assinaram no Conselho Federal de Pol&iacute;tica Fazend&aacute;ria (Confaz) o &quot;Protocolo ICMS n&uacute;mero 21&quot;, estabelecendo a cobran&ccedil;a de ICMS em seus territ&oacute;rios sobre opera&ccedil;&otilde;es comerciais interestaduais realizadas por meio da internet, telemarketing ou showroom e destinadas a consumidor final n&atilde;o contribuinte desse imposto.</p>
<div>
	&nbsp;</div>
<div>
	Segundo o tributarista Alfred Klingl, a inten&ccedil;&atilde;o desses estados &eacute; proteger o com&eacute;rcio local e, ainda, garantir a estabilidade de suas receitas. &quot;Por n&atilde;o serem grandes fabricantes, esses estados t&ecirc;m receita reduzida. A ideia &eacute; aumentar a arrecada&ccedil;&atilde;o com a tributa&ccedil;&atilde;o dos produtos que v&ecirc;m de fora e tamb&eacute;m incentivar que os consumidores comprem produtos produzidos na regi&atilde;o e vendidos no com&eacute;rcio local, que n&atilde;o sofreriam a dupla tributa&ccedil;&atilde;o&quot;, explica Klingl.</div>
<div>
	&nbsp;</div>
<div>
	Justamente a dupla tributa&ccedil;&atilde;o o ponto fraco do Protocolo. O ICMS &eacute; um tributo cobrado do estado de origem do produto. A cobran&ccedil;a no estado de destino &eacute; considerada inconstitucional por muitos especialistas. Para o Consultor Tribut&aacute;rio da Federa&ccedil;&atilde;o do Com&eacute;rcio, Bens, Servi&ccedil;os e Turismo de Minas Gerais (Fecom&eacute;rcio Minas), Eust&aacute;quio Norberto, &quot;essa &eacute; uma tentativa de resolver uma quest&atilde;o que s&oacute; pode ser solucionada com uma prov&aacute;vel reforma tribut&aacute;ria. N&atilde;o se muda uma pol&iacute;tica nacional com a&ccedil;&otilde;es locais. A tributa&ccedil;&atilde;o feita por esses estados fere o princ&iacute;pio da isonomia entre os entes da Federa&ccedil;&atilde;o&quot;, explica o consultor.</div>
<div>
	&nbsp;</div>
<div>
	O pedido de avalia&ccedil;&atilde;o de constitucionalidade do Protocolo j&aacute; est&aacute; no Supremo Tribunal Federal (STF), a pedido da Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional do Com&eacute;rcio (CNC) e da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). N&atilde;o h&aacute; prazo para a decis&atilde;o final.</div>
<div>
	&nbsp;</div>
<div>
	&quot;O protocolo &eacute; uma afronta direta &agrave; Constitui&ccedil;&atilde;o&quot;, avalia Klingl. Opini&atilde;o compartilhada por Norberto, que acompanha todo o processo de perto. &quot;Como Estado produtor n&atilde;o faz sentido que Minas Gerais adote o Protocolo. O que temos que fazer &eacute; acompanhar a a&ccedil;&atilde;o no STF e ficar atentos ao impacto da medida no e-commerce mineiro. A dupla tributa&ccedil;&atilde;o pode atingir o volume de vendas, j&aacute; que os produtos v&atilde;o chegar mais caros ao destino&quot;, completa o consultor.</div>
]]></description><pubDate>2011-12-08 09:00:00</pubDate><link>http://www.oformulista.com.br/conteudo/comunicados/icms_sobre_comercio_eletronico_eh_ilegal</link></item><item><title>Novo Certificado de Transmissão Regular é disponibilizado no SNGPC</title><description><![CDATA[<h1>Novo Certificado de Transmissão Regular é disponibilizado no SNGPC</h1><p style='font-size: 80%; color: #999'>06/12/2011 09:50</p><p>
	Foi implementado no SNGPC o Certificado de Transmiss&atilde;o Regular (CTR), que pode ser gerado pelo respons&aacute;vel t&eacute;cnico (RT) das farm&aacute;cias e drogarias credenciadas no SNGPC e que estejam com sua escritura&ccedil;&atilde;o eletr&ocirc;nica atualizada no SNGPC.</p>
<div>
	Para ser poss&iacute;vel de ser gerado o certificado, o estabelecimento farmac&ecirc;utico deve cumprir com todos os requisitos abaixo:</div>
<div>
	&nbsp;</div>
<div>
	a) Ter seu invent&aacute;rio confirmado h&aacute; pelo menos 30 dias;</div>
<div>
	b) Ter enviado pelo menos quatro (4) arquivos XML validados e aceitos nos &uacute;ltimos 30 dias, o que corresponde ao envio de, no m&iacute;nimo, um arquivo a cada 7 dias;</div>
<div>
	c) A data final do &uacute;ltimo per&iacute;odo de movimenta&ccedil;&atilde;o informado, validado e aceito deve ser menor ou igual a 10 dias da data da gera&ccedil;&atilde;o do certificado.</div>
<div>
	&nbsp;</div>
<div>
	Depois de gerado, o certificado tem validade de 30 dias e neste per&iacute;odo n&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel gerar um novo certificado. Cada CTR gerado possui um c&oacute;digo de autenticidade que pode ser usado para se conferir sua autenticidade no endere&ccedil;o</div>
<div>
	&nbsp;</div>
<div>
	<strong>http://sngpc.anvisa.gov.br/CTR/internet/ConsultarCertificadoInternet.aspx</strong></div>
<div>
	&nbsp;</div>
<div>
	O CTR tem a vantagem de informar que a empresa est&aacute; em dia com a escritura&ccedil;&atilde;o eletr&ocirc;nica no SNGPC, o que n&atilde;o era poss&iacute;vel somente com o certificado de escritura&ccedil;&atilde;o digital, que informa somente que a empresa se credenciou no sistema, ou seja, possui invent&aacute;rio confirmado.</div>
<div>
	&nbsp;</div>
<div>
	O CTR permanecer&aacute; em fase de teste nos pr&oacute;ximos 30 dias. Per&iacute;odo em que os farmac&ecirc;uticos devem utilizar a ferramenta pela primeira vez. Em caso de falhas na gera&ccedil;&atilde;o do certificado a Coordena&ccedil;&atilde;o do SNGPC/Anvisa deve ser informada atrav&eacute;s do <strong>0800-6429782</strong> ou e-mail <strong>sngpc.controlados@anvisa.gov.br</strong>.</div>
<div>
	&nbsp;</div>
<div>
	<strong>Lembramos que tanto o CTR quanto o certificado de escritura&ccedil;&atilde;o digital s&atilde;o documentos complementares que podem ser solicitados pela fiscaliza&ccedil;&atilde;o sanit&aacute;ria e por distribuidoras de medicamentos. Os documentos obrigat&oacute;rios para a comercializa&ccedil;&atilde;o de medicamentos sujeitos a controle especial s&atilde;o a licen&ccedil;a sanit&aacute;ria, certificado do Conselho Regional de Farm&aacute;cia e autoriza&ccedil;&atilde;o de funcionamento (AFE) com atividade para comercializa&ccedil;&atilde;o de medicamentos controlados (para drogaria) e Autoriza&ccedil;&atilde;o Especial (AE) para farm&aacute;cias com manipula&ccedil;&atilde;o.</strong></div>
]]></description><pubDate>2011-12-06 09:50:00</pubDate><link>http://www.oformulista.com.br/conteudo/comunicados/novo_certificado_de_transmissao_regular_disponibilizado_no_sngpc</link></item><item><title>Vendas em farmácias e drogarias crescem 19,4% de janeiro a setembro deste ano</title><description><![CDATA[<h1>Vendas em farmácias e drogarias crescem 19,4% de janeiro a setembro deste ano</h1><p style='font-size: 80%; color: #999'>05/12/2011 08:30</p><p>
	As vendas nas grandes redes de farm&aacute;cias e drogarias voltaram a apresentar evolu&ccedil;&atilde;o de dois d&iacute;gitos em novo balan&ccedil;o divulgado pela Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Redes de Farm&aacute;cias e Drogarias (Abrafarma).<br />
	Somado o terceiro trimestre, o faturamento total em 2011 das associadas &agrave; entidade superou R$ 14,9 bilh&otilde;es, &iacute;ndice 19,4% superior aos nove meses do ano passado.</p>
]]></description><pubDate>2011-12-05 08:30:00</pubDate><link>http://www.oformulista.com.br/conteudo/comunicados/vendas_em_farmacias_e_drogarias_crescem</link></item><item><title>Falha no acesso a alguns serviços do site e lentidão nos e-mails</title><description><![CDATA[<h1>Falha no acesso a alguns serviços do site e lentidão nos e-mails</h1><p style='font-size: 80%; color: #999'>01/12/2011 13:00</p><p>
	&nbsp;</p>
<p>
	<strong>Prezados Clientes,</strong></p>
<p>
	Nos dias 29 e 30 de novembro nossos servi&ccedil;os de e-mail e Internet ficaram inst&aacute;veis devido a uma ruptura em um dos cabos de transmiss&atilde;o da Embratel. Este problema causou lentid&atilde;o no acesso &agrave; internet de todos os clientes de banda larga. Segundo a pr&oacute;pria Embratel, os reparos finais est&atilde;o em fase de implementa&ccedil;&atilde;o e os servi&ccedil;os j&aacute; est&atilde;o sendo normalizados.</p>
]]></description><pubDate>2011-12-01 13:00:00</pubDate><link>http://www.oformulista.com.br/conteudo/comunicados/falha_no_acesso_a_alguns_servicos_do_site_e_lentidao_nos_e-mails</link></item><item><title>SIBUTRAMINA - Como se cadastrar no NOTIVISA - ANVISA</title><description><![CDATA[<h1>SIBUTRAMINA - Como se cadastrar no NOTIVISA - ANVISA</h1><p style='font-size: 80%; color: #999'>30/11/2011 11:00</p><p>
	Prezados Clientes,</p>
<div>
	<div>
		&nbsp;</div>
	<div>
		Vejam a seguir o informativo da Anfarmag que apresenta passo a passo&nbsp;orienta&ccedil;&atilde;o &agrave;s farm&aacute;cias quanto &agrave; dispensa&ccedil;&atilde;o de prepara&ccedil;&otilde;es magistrais contendo sibutramina.</div>
	<div>
		&nbsp;</div>
	<div>
		&nbsp;</div>
	<div>
		<table align="center" border="1" cellpadding="0" cellspacing="0" style="width:553px;" width="553">
			<tbody>
				<tr>
					<td>
						<p align="center">
							<strong>SIBUTRAMINA&nbsp;</strong><br />
							<strong><strong>COMO SE CADASTRAR NO NOTIVISA - ANVISA&nbsp;</strong></strong></p>
					</td>
				</tr>
				<tr>
					<td>
						<p style="text-align: left; ">
							<strong style="text-align: -webkit-auto; ">I- NOTIVISA</strong></p>
						<p>
							O Sistema Nacional de Notifica&ccedil;&otilde;es para a Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria - Notivisa &eacute; respons&aacute;vel por realizar registro, triagem, investiga&ccedil;&atilde;o e acompanhamento de queixas t&eacute;cnicas e eventos adversos (EA) em produtos e servi&ccedil;os sob vigil&acirc;ncia sanit&aacute;ria.</p>
						<p>
							A farm&aacute;cia de manipula&ccedil;&atilde;o dever&aacute; proceder aos itens abaixo, descritos na &aacute;rea de farmacovigil&acirc;ncia da Anvisa (Notivisa):&nbsp;</p>
						<p>
							<strong>A. CADASTRO &ndash; Informa&ccedil;&otilde;es para acesso&nbsp;</strong></p>
						<p>
							1.O NOTIVISA poder ser acessado pelo endere&ccedil;o eletr&ocirc;nico:&nbsp;</p>
						<p>
							<u><a href="http://www.anvisa.gov.br/hotsite/notivisa/cadastro.htm" target="_blank">http://www.anvisa.gov.br/hotsite/notivisa/cadastro.htm</a></u></p>
						<p>
							2. Para que o cadastro na NOTIVISA seja poss&iacute;vel &eacute; necess&aacute;rio que a farm&aacute;cia esteja cadastrada no site da Anvisa. Este cadastro &eacute; o mesmo que se utiliza para efeito da Autoriza&ccedil;&atilde;o de Funcionamento &ndash; AFE ou Autoriza&ccedil;&atilde;o Especial &ndash; AE.&nbsp;</p>
						<p>
							3. Empresas ou Institui&ccedil;&otilde;es que peticionem assuntos &agrave; Anvisa devem acessar o sistema <u><a href="http://www9.anvisa.gov.br/recadastramento/Mensagem.asp?Sessao=OFF" target="_blank">Cadastramento de Empresa</a></u></p>
						<p>
							<strong>B. NOTIFICA&Ccedil;&Otilde;ES DE CASOS DE EVENTOS ADVERSOS (EA)</strong></p>
						<p>
							Os usu&aacute;rios cadastrados dever&atilde;o notificar casos de EA &ndash; Eventos Adversos atrav&eacute;s da vers&atilde;o para preenchimento online localizada no seguinte endere&ccedil;o:&nbsp;</p>
						<p>
							<u><a href="http://www8.anvisa.gov.br/notivisa/frmlogin.asp" target="_blank">http://www8.anvisa.gov.br/notivisa/frmlogin.asp</a></u></p>
						<p>
							a)Inserir e-mail e senha do gestor (o mesmo da AFE)</p>
						<p>
							b)Clicar em &ldquo;Notificar&rdquo; e seguir o preenchimento de cada tela.</p>
						<p>
							As notifica&ccedil;&otilde;es enviadas ser&atilde;o mantidas sob sigilo e as informa&ccedil;&otilde;es recebidas servir&atilde;o para:</p>
						<p>
							a) subsidiar o Sistema Nacional de Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria (SNVS) para identificar rea&ccedil;&otilde;es adversas ou efeitos n&atilde;o-desejados dos &nbsp; produtos;&nbsp;</p>
						<p>
							b) aperfei&ccedil;oar o conhecimento dos efeitos dos produtos e, quando indicado, alterar recomenda&ccedil;&otilde;es sobre seu uso e cuidados;&nbsp;</p>
						<p>
							c) regular os produtos comercializados no Pa&iacute;s e, de forma geral, promover a&ccedil;&otilde;es de prote&ccedil;&atilde;o &agrave; Sa&uacute;de P&uacute;blica.&nbsp;</p>
						<p>
							<strong>C. RELAT&Oacute;RIO SEMESTRAL</strong></p>
						<p>
							Com esta nova resolu&ccedil;&atilde;o, o farmac&ecirc;utico magistral deve enviar o <strong><em>Relat&oacute;rio sobre as Notifica&ccedil;&otilde;es de suspeitas de eventos adversos</em></strong> semestralmente, mesmo que elas n&atilde;o tenham sido registradas, devendo conter as justificativas de aus&ecirc;ncia de notifica&ccedil;&atilde;o. (art. 8&ordm;, &sect;&sect;&sect; 1&ordm;, 2&ordm; e 3&ordm; e art. 9&ordm;)</p>
						<p>
							Este procedimento &eacute; novo e at&eacute; o momento a ag&ecirc;ncia reguladora n&atilde;o disponibilizou no s&iacute;tio eletr&ocirc;nico na Notivisa o modelo deste relat&oacute;rio.</p>
						<p>
							A Anfarmag estar&aacute; consultando a Anvisa sobre os modelos para atendimento &agrave; Notivisa relativos &agrave;s farm&aacute;cias de manipula&ccedil;&atilde;o. Assim que esta informa&ccedil;&atilde;o estiver esclarecida, nossas associadas ser&atilde;o comunicadas.</p>
						<p>
							O servi&ccedil;o de atendimento ao associado est&aacute; a disposi&ccedil;&atilde;o para esclarecimento de d&uacute;vidas atrav&eacute;s do e-mail <u><a href="mailto:assessoriatecnica@anfarmag.org.br">assessoriatecnica@anfarmag.org.br</a></u></p>
						<p>
							<strong>Anfarmag</strong></p>
					</td>
				</tr>
			</tbody>
		</table>
	</div>
	<div>
		&nbsp;</div>
	<div>
		&nbsp;</div>
	<div>
		&nbsp;</div>
</div>
<p>
	&nbsp;</p>
]]></description><pubDate>2011-11-30 11:00:00</pubDate><link>http://www.oformulista.com.br/conteudo/comunicados/sibutramina_como_se_cadastrar_no_notivisa_anvisa</link></item><item><title>Blog sobre Talidomida esclarece uso do medicamento</title><description><![CDATA[<h1>Blog sobre Talidomida esclarece uso do medicamento</h1><p style='font-size: 80%; color: #999'>30/11/2011 08:30</p><p>
	A Ag&ecirc;ncia Nacional de Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria (Anvisa) disponibilizou desde o dia 28 de novembro o Blog Talidomida, um espa&ccedil;o para manter cidad&atilde;os e profissionais de sa&uacute;de informados sobre as mudan&ccedil;as trazidas com a RDC (Resolu&ccedil;&atilde;o da Diretoria Colegiada) 11/2011, referentes ao controle da Talidomida no Brasil.</p>
<p>
	O blog traz orienta&ccedil;&otilde;es sobre o uso da Talidomida e informa as novas regras para a prescri&ccedil;&atilde;o, acesso, controle, monitoramento e fiscaliza&ccedil;&atilde;o deste medicamento, que foi respons&aacute;vel pelo nascimento de mais de 10 mil crian&ccedil;as com m&aacute;-forma&ccedil;&otilde;es (membros e &oacute;rg&atilde;os) em todo mundo entre as d&eacute;cadas de 50 e 60.<br />
	<br />
	O cidad&atilde;o e o profissional de sa&uacute;de poder&atilde;o sanar d&uacute;vidas sobre a Talidomida e ter acesso a artigos cient&iacute;ficos, hist&oacute;rico, bula atual do medicamento, rela&ccedil;&atilde;o das doen&ccedil;as para as quais o uso da subst&acirc;ncia &eacute; permitido - como a Hansen&iacute;ase e a DST/AIDS - e a toda a legisla&ccedil;&atilde;o vigente sobre o tema.<br />
	<br />
	H&aacute; ainda a orienta&ccedil;&atilde;o para o descarte do medicamento e o cronograma de treinamentos que a Anvisa est&aacute; promovendo, em todo o pa&iacute;s, para capacitar os &nbsp;profissionais de sa&uacute;de que lidam direta ou indiretamente com a Talidomida.<br />
	<br />
	Acesse o blog: <a href="http://www.talidomida-anvisa.blogspot.com/" target="_blank">http://www.talidomida-anvisa.blogspot.com</a></p>
<p>
	&nbsp;</p>
]]></description><pubDate>2011-11-30 08:30:00</pubDate><link>http://www.oformulista.com.br/conteudo/comunicados/blog_sobre_talidomida_esclarece_uso_do_medicamento</link></item><item><title>Farmácias já podem se recadastrar no Aqui Tem Farmácia Popular</title><description><![CDATA[<h1>Farmácias já podem se recadastrar no Aqui Tem Farmácia Popular</h1><p style='font-size: 80%; color: #999'>28/11/2011 08:00</p><p>
	Segundo a equipe t&eacute;cnica e gestora do &ldquo;Farm&aacute;cia Popular do Brasil&rdquo;, no Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, a <strong>RENOVA&Ccedil;&Atilde;O DE CADASTRO </strong>das farm&aacute;cias credenciadas no programa AQUI TEM FARM&Aacute;CIA POPULAR j&aacute; est&aacute; dispon&iacute;vel no portal da CAIXA.</p>
<p>
	Como nem todas as lojas receberam email da CAIXA contendo as instru&ccedil;&otilde;es para recadastramento, os gestores do programa informaram que o processo de renova&ccedil;&atilde;o cadastral pode ser iniciado atrav&eacute;s do endere&ccedil;o <strong><a href="http://www.caixa.gov.br/farmaciapopular" target="_blank">www.caixa.gov.br/farmaciapopular</a></strong> (link &ldquo;SIFAP - Farm&aacute;cia Popular&rdquo;).</p>
<p>
	&Eacute; importante esclarecer que cada farm&aacute;cia ou drogaria credenciada no programa vai receber um e-mail da CAIXA com todas as instru&ccedil;&otilde;es necess&aacute;rias para realizar a renova&ccedil;&atilde;o online.<br />
	<br />
	Entretanto, para promover a atualiza&ccedil;&atilde;o cadastral [da matriz ou da filial] no portal <a href="http://www.caixa.gov.br/farmaciapopular" target="_blank">www.caixa.gov.br/farmaciapopular</a>&nbsp;o respons&aacute;vel legal da farm&aacute;cia ou usu&aacute;rio autorizado dever&aacute; acessar o sistema SIFAP - Farm&aacute;cia Popular, efetuar o login digitando o NIS (N&uacute;mero de Identifica&ccedil;&atilde;o Social) e a SENHA (do Cart&atilde;o do Cidad&atilde;o - cadastrada na ag&ecirc;ncia da CAIXA) e seguir os passos referentes &agrave; renova&ccedil;&atilde;o de cadastro.</p>
<p>
	Vale destacar ainda que, ap&oacute;s a renova&ccedil;&atilde;o cadastral online, <strong><u>as lojas ter&atilde;o at&eacute; o dia 29 de Dezembro de 2011</u></strong> para apresentar a documenta&ccedil;&atilde;o exigida em uma ag&ecirc;ncia da CAIXA.</p>
<hr />
<p>
	&nbsp;</p>
<p align="center">
	<strong>Comunicado do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de sobre a renova&ccedil;&atilde;o do RTA 2011&nbsp;&nbsp; - FARMACIA POPULAR</strong></p>
<p>
	Comunicamos que os procedimentos para renova&ccedil;&atilde;o do RTA 2011 est&atilde;o sendo liberados sequencialmente. <strong>Em raz&atilde;o disso, a CEF est&aacute; encaminhando mensagem eletr&ocirc;nica por etapas, de acordo com o status em que a empresa se encontra no SIFAP.</strong></p>
<p>
	Solicitamos que a <strong>empresa aguarde o recebimento desta mensagem eletr&ocirc;nica para que possa iniciar os procedimentos necess&aacute;rios &agrave; renova&ccedil;&atilde;o cadastral</strong>.</p>
<p>
	Quaisquer d&uacute;vidas ou para maiores informa&ccedil;&otilde;es, a empresa dever&aacute; contactar exclusivamente o e-mail: <a href="mailto:gebes07@caixa.gov.br"><strong>gebes07@caixa.gov.br</strong></a>.</p>
<p>
	<strong>ATEN&Ccedil;&Atilde;O: Os estabelecimentos que tiveram o credenciamento publicado no Di&aacute;rio Oficial da Uni&atilde;o durante o ano de 2011 n&atilde;o precisar&atilde;o renovar seu cadastro.</strong></p>
]]></description><pubDate>2011-11-28 08:00:00</pubDate><link>http://www.oformulista.com.br/conteudo/comunicados/farmacias_ja_podem_se_recadastrar_no_aqui_tem_farmacia_popular</link></item><item><title>IDVF lança novos canais e amplia o acesso ao conhecimento por parte do farmacêutico</title><description><![CDATA[<h1>IDVF lança novos canais e amplia o acesso ao conhecimento por parte do farmacêutico</h1><p style='font-size: 80%; color: #999'>21/11/2011 08:00</p><p>
	No &uacute;ltimo dia 19, em coquetel para mais de 80 convidados, entre eles autoridades, personalidades e profissionais de toda a cadeia farmac&ecirc;utica, o <b>IDVF (Instituto de Desenvolvimento do Varejo Farmac&ecirc;utico) </b>lan&ccedil;ou a revista <i>Farmac&ecirc;utico RT</i>, &uacute;nica publica&ccedil;&atilde;o exclusivamente dirigida ao farmac&ecirc;utico, com foco para a sua atualiza&ccedil;&atilde;o e qualifica&ccedil;&atilde;o; e o portal de educa&ccedil;&atilde;o &agrave; dist&acirc;ncia EAD GLOBAL.</p>
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	&nbsp;</p>
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	Com seu formato <i>on-line</i>, peri&oacute;dico e acesso gratuito para todos os profissionais do setor, a revista <i>Farmac&ecirc;utico RT </i>consiste em importante e amplo instrumento no apoio ao papel do farmac&ecirc;utico na cadeia do medicamento e da sa&uacute;de.</p>
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	&nbsp;</p>
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	Segundo Pedro Zidoi, presidente da ABCFarma, presente no evento, a revista vem ao profissional para &ldquo;aliar-se &agrave; bagagem adquirida no seu longo per&iacute;odo de faculdade com a orienta&ccedil;&atilde;o pr&aacute;tica do dia-a-dia, no sentido de administrar melhor a empresa e praticar com mais tranquilidade a Aten&ccedil;&atilde;o Farmac&ecirc;utica aos pacientes que buscam ajuda e orienta&ccedil;&atilde;o para aliviar seus males.&rdquo;&nbsp;Durante sua apresenta&ccedil;&atilde;o, Vin&iacute;cius Pedroso, diretor do IDVF, refor&ccedil;ou que &ldquo;al&eacute;m de se manter bem informado e atualizado, o farmac&ecirc;utico RT (respons&aacute;vel t&eacute;cnico) precisa ter uma vis&atilde;o ampla do segmento e possuir conhecimentos em gest&atilde;o de neg&oacute;cios e de pessoas, legisla&ccedil;&atilde;o, entre outros temas pertinentes a sua profiss&atilde;o, uma vez que, hoje, assume diversas atribui&ccedil;&otilde;es &ndash; muitas delas distantes de sua &aacute;rea de forma&ccedil;&atilde;o.&rdquo;</p>
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	&nbsp;</p>
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	A revista <i>Farmac&ecirc;utico RT </i>&eacute; tamb&eacute;m uma relevante m&iacute;dia para a divulga&ccedil;&atilde;o e lan&ccedil;amento de produtos e servi&ccedil;os a um p&uacute;blico espec&iacute;fico e estrat&eacute;gico. Prova disso foi o apoio declarado pelo laborat&oacute;rio Sanofi, um destacado anunciante da publica&ccedil;&atilde;o.</p>
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	&nbsp;</p>
<p class="default" style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt">
	Com um rico conte&uacute;do, leitura f&aacute;cil, visual moderno e periodicidade bimestral, a revista <i>Farmac&ecirc;utico RT </i>chega para preencher uma lacuna no mercado nacional de publica&ccedil;&otilde;es especializadas. &ldquo;&Eacute; por meio desta publica&ccedil;&atilde;o que o IDVF vem estimular e fomentar relacionamentos e o desenvolvimento de neg&oacute;cios que garantam a sustentabilidade da cadeia produtiva farmac&ecirc;utica&rdquo;, refor&ccedil;a Marco Fiaschetti, diretor do IDVF. &ldquo;Sua proposta &eacute; constituir uma liga&ccedil;&atilde;o direta com o profissional-chave no dia-a-dia do canal farma: o Farmac&ecirc;utico Respons&aacute;vel T&eacute;cnico&rdquo;, complementa.</p>
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	&nbsp;</p>
<p class="default" style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt">
	A revista estar&aacute; dispon&iacute;vel no endere&ccedil;o <b><a href="http://www.revistafarmaceuticort.com.br" target="_blank">www.revistafarmaceuticort.com.br</a> </b>a partir de 1&ordm; de novembro.</p>
<p class="default" style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt">
	&nbsp;</p>
<p class="default" style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt">
	<b>Educa&ccedil;&atilde;o &agrave; dist&acirc;ncia </b></p>
<p class="default" style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt">
	Outro lan&ccedil;amento do IDVF, o portal de educa&ccedil;&atilde;o a dist&acirc;ncia EAD GLOBAL, pode ser acessado digitando: <b><a href="http://www.eadglobal.com.br/" target="_blank">www.eadglobal.com.br</a></b>.</p>
<p class="default" style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt">
	&nbsp;</p>
<p class="default" style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt">
	O portal oferece uma ampla rela&ccedil;&atilde;o de cursos para capacita&ccedil;&atilde;o e atualiza&ccedil;&atilde;o dos profissionais que atuam na &aacute;rea da sa&uacute;de em geral. O conte&uacute;do poder&aacute; ser acessado de qualquer lugar, por meio de computador conectado &agrave; Internet, com um m&eacute;todo din&acirc;mico de ensino. &ldquo;Profissionais de qualquer estado brasileiro, ou mesmo que estejam fora do pa&iacute;s, t&ecirc;m acesso aos cursos&rdquo;, esclarece Pedroso.</p>
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	&nbsp;</p>
<p class="default" style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt">
	A previs&atilde;o de lan&ccedil;amento deste portal &eacute; 01 de janeiro de 2012.</p>
<p class="default" style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt">
	Professores qualificados e com experi&ecirc;ncia de mercado s&atilde;o respons&aacute;veis pelo programa e conte&uacute;do dos cursos. A metodologia une procedimentos pedag&oacute;gicos, tecnologias e ferramentas diversas, de modo a garantir os melhores resultados no processo de aprendizagem.</p>
<p class="default" style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt">
	&nbsp;</p>
<p class="default" style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt">
	Entre v&aacute;rias op&ccedil;&otilde;es de planos, os empresariais permitem que a Institui&ccedil;&atilde;o contrate cursos personalizados ou sob demanda para seus funcion&aacute;rios ou associados.</p>
<p class="default" style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt">
	&nbsp;</p>
<p class="default" style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt">
	Esta modalidade de compra em lote tem condi&ccedil;&otilde;es especiais e ambiente virtual de aprendizagem personalizados, com as ferramentas para que o controle seja feito por sua empresa ou institui&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>
	<span style="font-size:10.0pt">Mais informa&ccedil;&otilde;es, acesse <b><a href="http://www.idvf.com.br" target="_blank">www.idvf.com.br</a></b> ou ligue para 11 4113-2550</span></p>
]]></description><pubDate>2011-11-21 08:00:00</pubDate><link>http://www.oformulista.com.br/conteudo/comunicados/idvf_lanca_novos_canais_e_amplia_o_acesso_ao_conhecimento_por_parte_do_farmaceutico</link></item><item><title>Farmácia Popular tem novas regras</title><description><![CDATA[<h1>Farmácia Popular tem novas regras</h1><p style='font-size: 80%; color: #999'>17/11/2011 10:30</p><p>
	&nbsp;</p>
<div>
	Quem precisar adquirir medicamentos na Farm&aacute;cia Popular do Brasil vai perceber novidades. &Eacute; que as unidades est&atilde;o se adaptando &agrave;s normas da Fiocruz no atendimento dos receitu&aacute;rios, agora com disponibiliza&ccedil;&atilde;o mais direcionada, de acordo com o tratamento do paciente.</div>
<div>
	&nbsp;</div>
<div>
	As regras come&ccedil;am a valer em janeiro. Em Cachoeiro de Itapemirim a equipe da Farm&aacute;cia Popular j&aacute; est&aacute; informando a comunidade. As unidades de sa&uacute;de dos bairros e distritos receberam cartazes sobre o assunto, e os pacientes s&atilde;o avisados na hora da aquisi&ccedil;&atilde;o, na unidade local da farm&aacute;cia, que fica pr&oacute;xima ao teatro Rubem Braga.</div>
<div>
	&nbsp;</div>
<div>
	Confira o que vai mudar:</div>
<div>
	&nbsp;</div>
<div>
	Somente os medicamentos comprados e de uso cont&iacute;nuo poder&atilde;o ser comprados com a mesma receita mais de uma vez durante seis meses.</div>
<div>
	&nbsp;</div>
<div>
	Vitaminas e medicamentos para tratamento agudo, como febre, dor e alergias ser&atilde;o atendidos de acordo com a prescri&ccedil;&atilde;o do m&eacute;dico somente uma vez, a n&atilde;o ser que esteja descrito &quot;uso cont&iacute;nuo&quot; na receita.</div>
<div>
	Receitas de medicamentos gratuitos (diabetes e hipertens&atilde;o) continuar&atilde;o com validade de 120 dias, com retorno a cada 30 dias. Medicamentos como antif&uacute;ngicos, antivirais e antiparasit&aacute;rios ter&atilde;o validade de 60 dias e os antibi&oacute;ticos, 10 dias.</div>
<div>
	&nbsp;</div>
<div>
	Para mais informa&ccedil;&otilde;es a pessoa pode telefonar para a Farm&aacute;cia Popular, pelo 3155-5288.</div>
<div>
	&nbsp;</div>
<div>
	Link:</div>
<div>
	http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2011/11/noticias/gazeta_online_sul/noticias/1027602-farmacia-popular-tem-novas-regras.html</div>
]]></description><pubDate>2011-11-17 10:30:00</pubDate><link>http://www.oformulista.com.br/conteudo/comunicados/farmacia_popular_tem_novas_regras</link></item><item><title>Anvisa: Brasil ganha Formulário Nacional de Fitoterápicos</title><description><![CDATA[<h1>Anvisa: Brasil ganha Formulário Nacional de Fitoterápicos</h1><p style='font-size: 80%; color: #999'>17/11/2011 10:00</p><p>
	&nbsp;</p>
<p>
	<span style="font-family:&quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;">O Brasil ganhou sua primeira edi&ccedil;&atilde;o do<b> Formul&aacute;rio Nacional de Fitoter&aacute;picos</b>. A publica&ccedil;&atilde;o, que integra a Farmacopeia Brasileira, traz 83 monografias de medicamentos, como infus&otilde;es, xaropes e pomada.<br />
	<br />
	A expectativa &eacute; que o uso e a produ&ccedil;&atilde;o de fitoter&aacute;picos no pa&iacute;s ganhe impulso, j&aacute; que o Formul&aacute;rio define padr&otilde;es &uacute;nicos para a fabrica&ccedil;&atilde;o dos medicamentos e permite &agrave; ind&uacute;stria a fabrica&ccedil;&atilde;o dos medicamentos dentro de par&acirc;metros exigidos. Na pr&aacute;tica, o documento &eacute; um tipo de guia para a fabrica&ccedil;&atilde;o de medicamentos fitoter&aacute;picos.<br />
	<br />
	No Formul&aacute;rio est&atilde;o registradas informa&ccedil;&otilde;es sobre a forma correta de preparo e as indica&ccedil;&otilde;es e restri&ccedil;&otilde;es de uso de cada esp&eacute;cie. Os requisitos de qualidade est&atilde;o definidos de forma espec&iacute;fica para a farm&aacute;cia de manipula&ccedil;&atilde;o e farm&aacute;cias vivas. Para a diretora da Anvisa Maria Cec&iacute;lia Brito, a publica&ccedil;&atilde;o &eacute; um marco no desenvolvimento de fitoter&aacute;picos. &ldquo;O ineditismo deste trabalho vai fazer com que iniciemos um processo que o Brasil necessita h&aacute; muito tempo&rdquo;, defende Cec&iacute;lia.<br />
	<br />
	J&aacute; o diretor-presidente da Anvisa, Dirceu Barbano, defende um avan&ccedil;o na produ&ccedil;&atilde;o de fitoter&aacute;picos. &ldquo;N&oacute;s temos uma das maiores biodiversidades do planeta e ainda somos um pa&iacute;s com baixa participa&ccedil;&atilde;o no mercado de fitoter&aacute;picos&rdquo;, explica Barbano.<br />
	<br />
	Desde <st1:metricconverter productid="1978, a" u2:st="on">1978, a</st1:metricconverter> Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial da Sa&uacute;de reconhece oficialmente o uso de fitoter&aacute;picos. No Brasil, a pol&iacute;tica de uso de plantas medicinais teve in&iacute;cio em 1981. Mais recentemente o decreto 5.813/2006 instituiu a Pol&iacute;tica Nacional de Plantas Medicinais.</span></p>
]]></description><pubDate>2011-11-17 10:00:00</pubDate><link>http://www.oformulista.com.br/conteudo/comunicados/anvisa:_brasil_ganha_formulario_nacional_de_fitoterapicos</link></item><item><title>Acesso a medicamentos gratuitos quadriplica em outubro</title><description><![CDATA[<h1>Acesso a medicamentos gratuitos quadriplica em outubro</h1><p style='font-size: 80%; color: #999'>14/11/2011 10:00</p><p>
	A a&ccedil;&atilde;o &ldquo;Sa&uacute;de N&atilde;o Tem Pre&ccedil;o&rdquo; &ndash; lan&ccedil;ada em fevereiro pelo governo federal &ndash; est&aacute; beneficiando cada vez mais brasileiros e ampliando o acesso ao tratamento de diabetes e hipertens&atilde;o no Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de (SUS). A oferta do programa do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de aumentou quatro vezes, nas mais de 20 mil unidades privadas credenciadas. S&atilde;o 11 medicamentos gratuitos. Em janeiro, 853 mil pacientes de hipertens&atilde;o e diabetes foram atendidos pelo programa, enquanto que, em outubro, o n&uacute;mero saltou para 2.993.962.<br />
	<br />
	&ldquo;Os n&uacute;meros mostram que o brasileiro est&aacute; mais e melhor assistido para o tratamento dessas doen&ccedil;as prevalentes na popula&ccedil;&atilde;o, e diretamente relacionadas aos novos h&aacute;bitos de vida do brasileiro&rdquo;, observa o ministro da Sa&uacute;de, Alexandre Padilha.&nbsp; A quantidade de hipertensos beneficiados saltou 285%, de 658 mil em janeiro para 2,5 milh&otilde;es em outubro. J&aacute; o n&uacute;mero de diab&eacute;ticos beneficiados aumentou 202%, passando de 306 mil para 925 mil no mesmo per&iacute;odo. Antes da cria&ccedil;&atilde;o do &ldquo;Sa&uacute;de N&atilde;o Tem Pre&ccedil;o&rdquo;, os produtos eram oferecidos com at&eacute; 90% de desconto nas drogarias credenciadas ao Aqui Tem Farm&aacute;cia Popular.</p>
]]></description><pubDate>2011-11-14 10:00:00</pubDate><link>http://www.oformulista.com.br/conteudo/comunicados/acesso_a_medicamentos_gratuitos_quadriplica_em_outubro</link></item><item><title>Atenção as farmácias dos Estados em que vigora o PAF-ECF</title><description><![CDATA[<h1>Atenção as farmácias dos Estados em que vigora o PAF-ECF</h1><p style='font-size: 80%; color: #999'>10/11/2011 08:00</p><p>
	&nbsp;</p>
<p>
	<strong>Prezados Clientes,</strong></p>
<p>
	Informamos que em v&aacute;rios Estados os fiscais da Sefaz (Secretaria da Fazenda) est&atilde;o indo a campo para fiscalizar a implanta&ccedil;&atilde;o do PAF-ECF e verificar as vers&otilde;es dos softwares instalados nas empresas.</p>
<p>
	Infelizmente muitos clientes que n&atilde;o deram a devida aten&ccedil;&atilde;o aos nossos comunicados anteriores est&atilde;o sendo autuados ou est&atilde;o tendo que implementar as novas mudan&ccedil;as de imediato, gerando um grande transtorno para suas opera&ccedil;&otilde;es e uma grande demanda ao nosso suporte.&nbsp;</p>
<p>
	Temos feito o poss&iacute;vel para atender a todos dentro do menor prazo poss&iacute;vel, mas &eacute; importante que as empresas estejam atentas para evitar este tipo de desgaste!</p>
<p>
	<strong>Voltamos a refor&ccedil;ar e solicitar a aten&ccedil;&atilde;o de todos os Diretores das empresas que ainda n&atilde;o atualizaram suas vers&otilde;es para o PAF-ECF ou que estejam com a vers&atilde;o desatualizada, que o fa&ccedil;am o quanto antes</strong>, seguindo uma rotina planejada e com seguran&ccedil;a, evitando serem surpreendidos por fiscaliza&ccedil;&otilde;es espec&iacute;ficas que transformar&atilde;o, o que poderia ser uma migra&ccedil;&atilde;o tranq&uuml;ila, em uma loucura total e absoluta e sem tempo de adapta&ccedil;&atilde;o algum.</p>
<p>
	Estamos a disposi&ccedil;&atilde;o para ajud&aacute;-los no que for necess&aacute;rio sempre lembrando que o PAF-ECF &eacute; um caminho sem volta e, portanto, planejar a mudan&ccedil;a e faz&ecirc;-la de forma organizada &eacute;, com certeza, o melhor caminho.</p>
<p>
	&nbsp;</p>
<p>
	Obrigado a todos.<br />
	<strong>Equipe Alternate</strong></p>
<p>
	&nbsp;</p>
<p>
	<strong>Nota:</strong><br />
	Conforme carta com AR j&aacute; enviada anteriormente &eacute; responsabilidade da farm&aacute;cia atualizar o software para a &uacute;ltima vers&atilde;o PAF-ECF.&nbsp;A Alternate tem comunicado regularmente todos os seus clientes, seja via e-mail, via site ou mesmo por carta, sobre a necessidade desta atualiza&ccedil;&atilde;o e tem disponibilizado para download as novas vers&otilde;es do F&oacute;rmulaCerta na &aacute;rea restrita ao cliente (ftp do PAF-ECF).</p>
]]></description><pubDate>2011-11-10 08:00:00</pubDate><link>http://www.oformulista.com.br/conteudo/comunicados/atencao_as_farmacias_dos_estados_em_que_vigora_o_paf-ecf</link></item><item><title>Informe - Escrituração Eletrônica de Antimicrobianos</title><description><![CDATA[<h1>Informe - Escrituração Eletrônica de Antimicrobianos</h1><p style='font-size: 80%; color: #999'>07/11/2011 09:00</p><p>
	<strong>Prezados Clientes,</strong></p>
<div>
	<p>
		Segue abaixo para conhecimento de todos, o informe referente a Escritura&ccedil;&atilde;o Eletr&ocirc;nica de Medicamentos antimicrobianos, enviado hoje pela&nbsp;Coordenadoria do SNGPC.</p>
	<p>
		Atenciosamente,<br />
		<strong>Alternate Technologies&nbsp;</strong></p>
	<p>
		&nbsp;</p>
	<hr />
</div>
<div>
	Prezados Senhores,</div>
<div>
	&nbsp;</div>
<div>
	Informo que o cronograma de escritura&ccedil;&atilde;o eletr&ocirc;nica de medicamentos antimicrobianos previsto para ser publicado, de acordo com o artigo 13 da RDC n&ordm;. 20/2011, &nbsp;ainda passa por ajustes internos e ser&aacute; publicado nos pr&oacute;ximos dias.&nbsp;Permanece a obrigatoriedade de reten&ccedil;&atilde;o da receita, por&eacute;m sem a escritura&ccedil;&atilde;o no SNGPC.</div>
<div>
	&nbsp;</div>
<div>
	Contamos com sua compreens&atilde;o e colabora&ccedil;&atilde;o dos senhores para divulgar entre seus pares no sentido de minimizar a ansiedade das pessoas.</div>
<div>
	&nbsp;</div>
<div>
	Atenciosamente,</div>
<div>
	&nbsp;</div>
<div>
	<strong>Coordenadora do Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados - CSGPC</strong></div>
<div>
	<strong>Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados - SNGPC&nbsp;</strong></div>
<div>
	<strong>CSGPC/NUVIG/ANVISA</strong></div>
<div>
	<strong>www.anvisa.gov.br/sngpc</strong></div>
]]></description><pubDate>2011-11-07 09:00:00</pubDate><link>http://www.oformulista.com.br/conteudo/comunicados/informe_sobre_escrituracao_eletronica_de_antimicrobianos</link></item><item><title>Entidades farmacêuticas apóiam regulamentação das anuidades</title><description><![CDATA[<h1>Entidades farmacêuticas apóiam regulamentação das anuidades</h1><p style='font-size: 80%; color: #999'>07/11/2011 08:00</p><p>
	&nbsp;</p>
<div>
	A regulamenta&ccedil;&atilde;o das anuidades pagas pelos trabalhadores aos seus Conselhos Profissionais tem o apoio irrestrito da Fenafar (Federa&ccedil;&atilde;o Nacional dos Farmac&ecirc;uticos) e da Feifar (Federa&ccedil;&atilde;o Interestadual de Farmac&ecirc;uticos), al&eacute;m dos Conselhos de Profiss&otilde;es Liberais. &ldquo;Os Conselhos s&atilde;o Entidades com a importante e insubstitu&iacute;vel miss&atilde;o de zelar pelos interesses da sociedade, complementando a&ccedil;&otilde;es de Estado. Sem a sua atua&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o h&aacute; fiscaliza&ccedil;&atilde;o profissional, n&atilde;o h&aacute; qualidade no servi&ccedil;o prestado pelos trabalhadores, e a sociedade passa a viver sob risco permanente&rdquo;. A declara&ccedil;&atilde;o &eacute; do Presidente do Conselho Federal de Farm&aacute;cia (CFF), Jaldo de Souza Santos.</div>
<div>
	&nbsp;</div>
<div>
	No dia 5 de Outubro de 2011, o Senado aprovou o Projeto de Lei de Convers&atilde;o (PLV) n&uacute;mero 25/11, que reajusta a bolsa paga aos m&eacute;dicos residentes e, tamb&eacute;m, institui regras para cobran&ccedil;a de anuidade pelos Conselhos. O Projeto de Lei fixa o valor m&aacute;ximo das anuidades em R$ 500,00 para profissionais de n&iacute;vel superior e em R$ 250,00 para os de n&iacute;vel t&eacute;cnico.</div>
<div>
	&nbsp;</div>
<div>
	Com a aprova&ccedil;&atilde;o do Projeto, a quest&atilde;o das anuidades ganhou uma regulamenta&ccedil;&atilde;o, e os Conselhos passaram a ter a necess&aacute;ria estabilidade para desenvolver suas a&ccedil;&otilde;es. O Projeto de Lei vai &agrave; san&ccedil;&atilde;o da Presidenta Dilma Rousseff.</div>
<div>
	&nbsp;</div>
<div>
	MOVIMENTO CONTRA &ndash; O Presidente do CFF alerta para a exist&ecirc;ncia de um movimento contr&aacute;rio &agrave; regulamenta&ccedil;&atilde;o das anuidades, desencadeado por setores sindicais, que alegam que alguns Conselhos, aproveitando-se do texto do PLV 25/11, poder&atilde;o majorar os valores das anuidades ao teto, que &eacute; de R$ 500,00 estabelecido pelo texto da regulamenta&ccedil;&atilde;o, sacrificando os trabalhadores.</div>
<div>
	&nbsp;</div>
<div>
	Souza Santos reitera que o valor da anuidade paga, hoje, pelos farmac&ecirc;uticos, de R$ 360,00, ser&aacute; mantido. &ldquo;Quinhentos Reais &eacute; o teto. N&atilde;o significa dizer que algum Conselho v&aacute; cobrar esse valor. Ningu&eacute;m vai perder o bom senso, a ponto de lesar os trabalhadores, s&oacute; porque um Projeto de Lei fixa o teto das contribui&ccedil;&otilde;es. Isto n&atilde;o faz sentido&rdquo;, ressalta Souza Santos. E acrescenta: &ldquo;&Eacute; por entenderem a import&acirc;ncia dos Conselhos e por estarem convictos de que estas Entidades n&atilde;o ir&atilde;o cometer abusos que a Fenafar e a Feifar apoiam a regulamenta&ccedil;&atilde;o das anuidades&rdquo;.</div>
<div>
	&nbsp;</div>
<div>
	A regulamenta&ccedil;&atilde;o, segundo o Presidente do CFF, &eacute; uma conquista importante dos Conselhos. &ldquo;Muitos desses &Oacute;rg&atilde;os vivem momentos de instabilidade, diante das a&ccedil;&otilde;es impetradas na Justi&ccedil;a por institui&ccedil;&otilde;es e trabalhadores, com o objetivo de n&atilde;o pagarem as suas contribui&ccedil;&otilde;es, sacrificando as atividades dos Conselhos, que tem uma importante fun&ccedil;&atilde;o social, pois eles valorizam o exerc&iacute;cio profissional e cria as condi&ccedil;&otilde;es &ndash; no caso dos farmac&ecirc;uticos &ndash; para que prestem bons servi&ccedil;os &agrave; popula&ccedil;&atilde;o e mere&ccedil;am o reconhecimento social t&atilde;o almejado&rdquo;, argumenta Dr. Jaldo de Souza Santos.</div>
]]></description><pubDate>2011-11-07 08:00:00</pubDate><link>http://www.oformulista.com.br/conteudo/comunicados/entidades_farmaceuticas_apoiam_regulamentacao_das_anuidades</link></item><item><title>Anvisa Debate descarte de medicamentos que sobram em casa</title><description><![CDATA[<h1>Anvisa Debate descarte de medicamentos que sobram em casa</h1><p style='font-size: 80%; color: #999'>01/11/2011 08:30</p><p>
	&nbsp;</p>
<p>
	Reduzir as sobras de medicamentos na casa do consumidor e dar a destina&ccedil;&atilde;o correta aos medicamentos que n&atilde;o ser&atilde;o mais utilizados s&atilde;o os desafios para a Pol&iacute;tica Nacional de Res&iacute;duos S&oacute;lidos, institu&iacute;da pela <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2010/Lei/L12305.htm" target="_blank">Lei 12.395/10</a>.&nbsp;<br />
	Nesta segunda-feira (31/10), a Ag&ecirc;ncia Nacional de Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria realizou o programa Anvisa Debate com o tema descarte de medicamentos e debateu as propostas para implantar a log&iacute;stica reversa na cadeia produtiva destes produtos.</p>
<p>
	A log&iacute;stica reversa significa utilizar o mesmo caminho que o medicamento faz at&eacute; o consumidor final para que o res&iacute;duo seja recolhido e tratado da forma correta. De acordo com a gerente de Res&iacute;duos Perigosos do Minist&eacute;rio do Meio Ambiente, Zilda Veloso, a cadeia produtiva do medicamento foi escolhida como prioridade, tendo em vista a import&acirc;ncia deste tipo de produto para as quest&otilde;es relacionadas ao meio ambiente e &agrave; sa&uacute;de. Segundo Zilda, apesar dos diferentes n&iacute;veis de riscos relacionados ao descarte de medicamentos, todo res&iacute;duo de produto farmac&ecirc;utico precisa ser tratado adequadamente.</p>
<p>
	Durante o debate, o diretor da Anvisa Jaime Oliveira destacou a import&acirc;ncia da estrat&eacute;gia adotada para definir o modelo de log&iacute;stica que ser&aacute; implantado. Atualmente, a&nbsp; Anvisa e o Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de trabalham em um acordo setorial para que as responsabilidades sobre as sobras de medicamentos sejam compartilhadas pelos diversos envolvidos na cadeia de produ&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>
	O acordo setorial &eacute; um dos caminhos definidos pela Pol&iacute;tica Nacional de Res&iacute;duos S&oacute;lidos, que tamb&eacute;m define a divis&atilde;o de responsabilidades entre os envolvidos. Ele lembrou que at&eacute; mesmo o usu&aacute;rio ter&aacute; suas responsabilidades no recolhimento de medicamentos. &ldquo;O consumidor tamb&eacute;m ter&aacute; que fazer sua parte, que neste caso ser&aacute; limitado &agrave; segrega&ccedil;&atilde;o correta do res&iacute;duo ou a entrega do medicamento em um ponto de coleta&rdquo;, explica o diretor. Para Jamie Oliveira, o papel do consumidor &eacute; fundamental para que qualquer trabalho de coleta seletiva ou separa&ccedil;&atilde;o de res&iacute;duos tenha sucesso.</p>
<p>
	Para o setor produtivo, a maior preocupa&ccedil;&atilde;o &eacute; o custo que a implanta&ccedil;&atilde;o do recolhimento de res&iacute;duos de medicamentos pode ter no setor. De acordo com o presidente da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira do Com&eacute;rcio Farmac&ecirc;utico, Pedro Zidoi, a margem de lucro atual do varejo farmac&ecirc;utico &eacute; pequena e, por isso, a proposta que ser&aacute; apresentada deve considerar este impacto, especialmente para os pequenos estabelecimentos.</p>
<p>
	J&aacute; a diretora da Associa&ccedil;&atilde;o da Ind&uacute;stria Farmac&ecirc;utica, Vera Valente, acredita que, al&eacute;m de discutir a log&iacute;stica reversa para medicamentos, &eacute; importante que o setor pense em formas de reduzir a gera&ccedil;&atilde;o de res&iacute;duos para que os medicamentos n&atilde;o sobrem na casa do consumidor.</p>
]]></description><pubDate>2011-11-01 08:30:00</pubDate><link>http://www.oformulista.com.br/conteudo/comunicados/anvisa_debate_descarte_de_medicamentos_que_sobram_em_casa</link></item><item><title>Congresso aprova adicional de R$ 257 mi para o Farmácia Popular</title><description><![CDATA[<h1>Congresso aprova adicional de R$ 257 mi para o Farmácia Popular</h1><p style='font-size: 80%; color: #999'>28/10/2011 08:00</p><p>
	&nbsp;</p>
<p>
	O Congresso acaba de aprovar a concess&atilde;o de um cr&eacute;dito adicional de R$ 257 milh&otilde;es para o programa Farm&aacute;cia Popular, do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, que oferece &agrave; popula&ccedil;&atilde;o medicamentos subsidiados. O or&ccedil;amento inicial do programa para este ano era de R$ 472 milh&otilde;es. O motivo para a concess&atilde;o da verba extra foi o crescimento do &ldquo;Farm&aacute;cia Popular&rdquo; devido &agrave; distribui&ccedil;&atilde;o gratuita, desde fevereiro, de rem&eacute;dios para o tratamento da hipertens&atilde;o e do diabetes, por meio do programa &quot;Sa&uacute;de N&atilde;o tem Pre&ccedil;o&quot;.<br />
	<br />
	Neste ano, o n&uacute;mero de pessoas que utilizam o &ldquo;Farm&aacute;cia Popular&rdquo; cresceu 183%, segundo o Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, passando de 853 mil, em janeiro, para 2,9 milh&otilde;es em setembro. O n&uacute;mero de farm&aacute;cias privadas credenciadas no programa aumentou, no mesmo per&iacute;odo, de 15 mil para pouco mais de 20 mil. O &ldquo;Farm&aacute;cia Popular&rdquo; j&aacute; consumiu R$ 548 milh&otilde;es do or&ccedil;amento da Sa&uacute;de para este ano.<br />
	<br />
	As farm&aacute;cias da rede privada credenciadas oferecem 25 medicamentos com 90% de desconto para uma s&eacute;rie de doen&ccedil;as, al&eacute;m dos rem&eacute;dios gratuitos para diabetes e hipertens&atilde;o. J&aacute; as farm&aacute;cias da rede pr&oacute;pria oferecem 108 medicamentos. Al&eacute;m da verba extra para o programa, o Congresso aprovou a concess&atilde;o de R$ 336 milh&otilde;es para outras a&ccedil;&otilde;es na &aacute;rea da sa&uacute;de, como as desenvolvidas pela Funda&ccedil;&atilde;o Oswaldo Cruz, e a continuidade de atividades de combate e controle de endemias.</p>
]]></description><pubDate>2011-10-28 08:00:00</pubDate><link>http://www.oformulista.com.br/conteudo/comunicados/congresso_aprova_adicional_de_257_mi_para_o_farmacia_popular</link></item><item><title>Credenciamento e Renovação – FARMACIA POPULAR</title><description><![CDATA[<h1>Credenciamento e Renovação – FARMACIA POPULAR</h1><p style='font-size: 80%; color: #999'>25/10/2011 16:30</p><p>
	&nbsp;</p>
<p>
	<strong>Aten&ccedil;&atilde;o!</strong></p>
<p>
	Comunicamos que o credenciamento de novas farm&aacute;cias e drogarias no <strong>Programa Aqui Tem Farm&aacute;cia Popular</strong> est&aacute;, temporariamente, suspenso em virtude da meta prevista para o ano de 2011 j&aacute; ter sido atingida.&nbsp;Somente ser&atilde;o publicadas no Di&aacute;rio Oficial da Uni&atilde;o as empresas que j&aacute; haviam sido aprovadas pelo Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. Aguarde novas informa&ccedil;&otilde;es acompanhando atrav&eacute;s do&nbsp;<a href="http://www.saude.gov.br">www.saude.gov.br</a>.</p>
<p>
	O&nbsp;prazo de&nbsp;renova&ccedil;&atilde;o do RTA ser&aacute; adiado. Ser&aacute; divulgado, em breve, a data de in&iacute;cio e os procedimentos necess&aacute;rios, assim como ser&aacute; encaminhado comunicado ao endere&ccedil;o eletr&ocirc;nico dos credenciados.</p>
]]></description><pubDate>2011-10-25 16:30:00</pubDate><link>http://www.oformulista.com.br/conteudo/comunicados/credenciamento_e_renovacao_farmacia_popular2</link></item><item><title>Lançada a Lupa no Imposto pelo IBPT</title><description><![CDATA[<h1>Lançada a Lupa no Imposto pelo IBPT</h1><p style='font-size: 80%; color: #999'>25/10/2011 13:00</p><p>
	O Instituto Brasileiro de Planejamento Tribut&aacute;rio (IBPT) lan&ccedil;ou uma ferramenta eletr&ocirc;nica que permite aos consumidores ter uma ideia de quanto pagam em tributos na hora de comprar produtos e servi&ccedil;os.</p>
<p>
	A ferramenta, denominada &quot;Lupa no Imposto&quot;, foi lan&ccedil;ada em Urua&ccedil;u, munic&iacute;pio de Goi&aacute;s. Com ela, ser&aacute; poss&iacute;vel saber o pre&ccedil;o real de um produto ou servi&ccedil;o, ou seja, quanto eles custariam se n&atilde;o houvesse a cobran&ccedil;a de tributos embutidos no pre&ccedil;o - os chamados tributos indiretos.</p>
<p>
	Pelo site <a href="http://www.lupanoimposto.com.br">www.lupanoimposto.com.br</a> ser&aacute; poss&iacute;vel saber a carga tribut&aacute;ria embutida em cerca de 500 itens. Inicialmente, a lista ter&aacute; os produtos e servi&ccedil;os mais consumidos.<br />
	<br />
	Para saber quanto h&aacute; de tributo no pre&ccedil;o, basta informar o produto/servi&ccedil;o e o valor pago. O sistema informar&aacute; os valores (em reais) do produto/servi&ccedil;o e dos tributos embutidos no seu pre&ccedil;o. Se n&atilde;o informar o valor pago, o sistema diz apenas qual a carga tribut&aacute;ria (em porcentagem) embutida no pre&ccedil;o. O servi&ccedil;o poder&aacute; ser utilizado por contribuintes e por empresas, que ter&atilde;o a possibilidade de incluir a ferramenta em seus sites.<br />
	<br />
	Segundo o presidente do conselho superior e coordenador de estudos do IBPT, Gilberto Luiz do Amaral, a iniciativa ser&aacute; apresentada aos outros 5.564 munic&iacute;pios brasileiros, buscando seu apoio e ades&atilde;o &agrave; campanha. (ABr)</p>
]]></description><pubDate>2011-10-25 13:00:00</pubDate><link>http://www.oformulista.com.br/conteudo/comunicados/lancada_a_lupa_no_imposto_pelo_ibpt</link></item><item><title>Ministério quer isenção de ICMS para Farmácia Popular</title><description><![CDATA[<h1>Ministério quer isenção de ICMS para Farmácia Popular</h1><p style='font-size: 80%; color: #999'>24/10/2011 08:30</p><p>
	&nbsp;</p>
<p>
	O minist&eacute;rio da Sa&uacute;de pretende articular a isen&ccedil;&atilde;o (ou diminui&ccedil;&atilde;o) do ICMS para os medicamentos listados no Farm&aacute;cia Popular, programa no qual o governo distribui ou subsidia rem&eacute;dios para a popula&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>
	Como o imposto varia de estado para estado, a negocia&ccedil;&atilde;o ter&aacute; de ser feita individualmente.<br />
	A informa&ccedil;&atilde;o consta de oficio assinado pelo ministro da pasta, Alexandre Padilha, em 30 de setembro e endere&ccedil;ado &agrave; Interfarma, associa&ccedil;&atilde;o que re&uacute;ne os laborat&oacute;rios farmac&ecirc;uticos de pesquisa. O documento foi obtido com exclusividade por &Eacute;poca Neg&oacute;cios.</p>
<p>
	&ldquo;Reafirma-se a posi&ccedil;&atilde;o favor&aacute;vel desse minist&eacute;rio em negociar junto aos estados a isen&ccedil;&atilde;o dos tributos que ainda incidem sobre os medicamentos hoje elencados no Programa Farm&aacute;cia Popular &ndash; basicamente o ICMS &ndash; desde que os novos pre&ccedil;os obtidos com a redu&ccedil;&atilde;o desse imposto j&aacute; estejam programados no sistema desenvolvido pelo Datasus, de modo a reduzir os pre&ccedil;os m&aacute;ximos a serem pagos por esse Minist&eacute;rio&rdquo;, diz o documento.</p>
<p>
	Caso seja adotada, a medida pode reduzir custos para o governo e baixar o pre&ccedil;o dos medicamentos no qual a popula&ccedil;&atilde;o tem desconto de at&eacute; 90%.</p>
<p>
	Dados do pr&oacute;prio minist&eacute;rio apontam que, de janeiro a junho deste ano, o minist&eacute;rio adquiriu mais de 80 itens de medicamentos e insumos a um valor total de R$ 1,7 bilh&atilde;o.</p>
<p>
	Em m&eacute;dia, o ICMS custa 12% dos medicamentos, mas o imposto chega a custar 19% no Rio de Janeiro e 18% em S&atilde;o Paulo.</p>
<p>
	Parte dos custos com o ICMS &eacute; pago pela ind&uacute;stria, que pressiona pela redu&ccedil;&atilde;o, parte pelo pr&oacute;prio governo. A ren&uacute;ncia fiscal aliviaria o bolso dos dois lados, segundo of&iacute;cio.</p>
<p>
	&ldquo;Sabe-se que, dessa forma, seria proporcionado benef&iacute;cio direto &agrave; popula&ccedil;&atilde;o, com a amplia&ccedil;&atilde;o do acesso a medicamentos essenciais, tamb&eacute;m haveria redu&ccedil;&atilde;o quanto aos gastos dispendidos por este Minist&eacute;rio e, por fim, traria benef&iacute;cio para o laborat&oacute;rio produtor.&rdquo;</p>
<p>
	Para se ter uma ideia do tamanho do programa, um balan&ccedil;o do minist&eacute;rio informou que o n&uacute;mero de pessoas beneficiadas pelo programa Aqui Tem Farm&aacute;cia Popular aumentou 127% em todo o Brasil, passando de 1.258.466 de pessoas, em janeiro deste ano, para 2.862.947 de assistidos, em junho.</p>
<p>
	O Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de foi consultado sobre os prazos e medidas para a negocia&ccedil;&atilde;o, mas ainda n&atilde;o se manifestou sobre o assunto.</p>
]]></description><pubDate>2011-10-24 08:30:00</pubDate><link>http://www.oformulista.com.br/conteudo/comunicados/ministerio_quer_isencao_de_icms_para_farmacia_popular</link></item><item><title>Governo reforça fiscalização do "Aqui tem Farmácia Popular"</title><description><![CDATA[<h1>Governo reforça fiscalização do "Aqui tem Farmácia Popular"</h1><p style='font-size: 80%; color: #999'>20/10/2011 11:00</p><p>
	&nbsp;</p>
<p>
	O Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de iniciou uma a&ccedil;&atilde;o de fiscaliza&ccedil;&atilde;o das drogarias credenciadas ao programa Aqui tem Farm&aacute;cia Popular. A iniciativa come&ccedil;ou por dez unidades do Distrito Federal, com a visita de auditores do Departamento Nacional de Auditoria do SUS (DENASUS). A experi&ecirc;ncia no DF ser&aacute; a base para montar um calend&aacute;rio de monitoramento permanente das 20 mil drogarias em todo o pa&iacute;s, que ter&aacute; in&iacute;cio em dezembro.</p>
<p>
	A estrat&eacute;gia tem como objetivo fortalecer o programa, garantindo maior controle e transpar&ecirc;ncia, al&eacute;m de aperfei&ccedil;oar o acesso a medicamentos gratuitos para diabetes e hipertens&atilde;o - do programa Sa&uacute;de n&atilde;o Tem Pre&ccedil;o - ou 90% de desconto para outros 20 medicamentos. Desde 2008, o Denasus realizou 497 auditorias, 1.308 unidades foram desconectadas para ajustes e outras 289, descredenciadas do programa, al&eacute;m de 318 multas terem sido aplicadas.</p>
<p>
	<strong>Iniciada em Bras&iacute;lia, a a&ccedil;&atilde;o segue nos pr&oacute;ximos dias sob a coordena&ccedil;&atilde;o do DENASUS. A ideia &eacute; desenhar, na capital federal, a estrat&eacute;gia de fiscaliza&ccedil;&atilde;o que ser&aacute; aplicada nas demais drogarias do pa&iacute;s</strong>. &ldquo;O programa tem um significado muito importante para o Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, pois atende a milh&otilde;es de pessoas&rdquo;, afirma Adalberto Fulg&ecirc;ncio, diretor do departamento. &ldquo;Estamos comprometidos com o combate ao desperd&iacute;cio dos recursos da Sa&uacute;de e ao mesmo tempo atentos para ampliar e melhorar o acesso da popula&ccedil;&atilde;o aos medicamentos&rdquo;, enfatiza Fulg&ecirc;ncio.</p>
<p>
	De acordo com o diretor, os auditores ir&atilde;o analisar se as farm&aacute;cias est&atilde;o de acordo com o que determinam as normas e crit&eacute;rios definidos pelo Departamento de Assist&ecirc;ncia Farmac&ecirc;utica e Insumos Estrat&eacute;gicos (DAF). Entre os aspectos que est&atilde;o sendo avaliados, est&atilde;o, por exemplo, a an&aacute;lise do cupom vinculado, uma esp&eacute;cie de nota fiscal eletr&ocirc;nica. Ela funciona como um mecanismo de seguran&ccedil;a e deve conter o valor total da venda, a quantidade autorizada, a prescri&ccedil;&atilde;o di&aacute;ria, a data da pr&oacute;xima compra, detalhes da descri&ccedil;&atilde;o de cada medicamento, identifica&ccedil;&atilde;o do atendente e o telefone 136, da Ouvidoria do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, para consultas ou den&uacute;ncias.</p>
<p>
	Caso sejam encontradas desconformidades com as regras do programa, o Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de poder&aacute; determinar a suspens&atilde;o imediata da farm&aacute;cia, que &eacute; intimada a prestar esclarecimentos. Se constatada alguma irregularidade, o estabelecimento &eacute; descredenciado e pode ser aplicada multa de at&eacute; 10% sobre o montante das vendas referentes ao &uacute;ltimo trimestre, a partir da data da notifica&ccedil;&atilde;o para a apresenta&ccedil;&atilde;o da defesa.</p>
<p>
	<br />
	<strong>SA&Uacute;DE N&Atilde;O TEM PRE&Ccedil;O</strong></p>
<p>
	A partir de fevereiro deste ano, com o lan&ccedil;amento do programa Sa&uacute;de N&atilde;o Tem Pre&ccedil;o, medicamentos indicados para diabetes e hipertens&atilde;o passaram a ser distribu&iacute;dos gratuitamente pelas farm&aacute;cias credenciadas ao Aqui Tem Farm&aacute;cia Popular - s&atilde;o cinco medicamentos para diabetes e seis para hipertens&atilde;o, totalizando 18 apresenta&ccedil;&otilde;es.</p>
<p>
	A iniciativa do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de ampliou em 239% o acesso ao tratamento dessas doen&ccedil;as nas mais de 20 mil drogarias credenciadas ao programa. O n&uacute;mero de pacientes atendidos pulou de 853 mil, em janeiro, para 2.888.956, em setembro. Foram realizados 306.826 atendimentos de pessoas diab&eacute;ticas, em janeiro, chegando a 892.820 em setembro, o que representou um crescimento de 191%. J&aacute; o n&uacute;mero de hipertensos beneficiados foi ampliado em 271%, passando de 658.648 para 2.443.044, no mesmo per&iacute;odo.</p>
<p>
	O &ldquo;Sa&uacute;de N&atilde;o Tem Pre&ccedil;o&rdquo; tem estimulado o crescimento geral do &quot;Aqui Tem Farm&aacute;cia Popular&quot;, cujo n&uacute;mero de beneficiados teve aumento 183% de janeiro a setembro - passou de 1,2 milh&otilde;es para 3,5 milh&otilde;es. Al&eacute;m dos medicamentos gratuitos para hipertens&atilde;o e diabetes, o programa oferece com desconto medicamentos que tratam asma, rinite, osteoporose, colesterol, doen&ccedil;a de Parkinson e glaucoma. Tamb&eacute;m s&atilde;o disponibilizados anticoncepcionais e fraldas geri&aacute;tricas - essas indicadas para pessoas com mais 60 anos.</p>
<p>
	Para retirar o medicamento, o usu&aacute;rio precisa apresentar apenas CPF, documento com foto e receita m&eacute;dica v&aacute;lida. O programa permitiu ao Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de expandir os pontos de retirada de determinados medicamentos para al&eacute;m dos postos de sa&uacute;de e dos hospitais credenciados, aumentando o acesso da popula&ccedil;&atilde;o &agrave; assist&ecirc;ncia farmac&ecirc;utica.</p>
]]></description><pubDate>2011-10-20 11:00:00</pubDate><link>http://www.oformulista.com.br/conteudo/comunicados/governo_reforca_fiscalizacao_do_aqui_tem_farmacia_popular</link></item><item><title>SNGPC: Nota Técnica para harmonização de procedimentos da RDC nº 20/2011</title><description><![CDATA[<h1>SNGPC: Nota Técnica para harmonização de procedimentos da RDC nº 20/2011</h1><p style='font-size: 80%; color: #999'>18/10/2011 12:00</p><p>
	Essa nota t&eacute;cnica &eacute; fruto das demandas e d&uacute;vidas recebidas dos usu&aacute;rios/pacientes, setor regulado, &oacute;rg&atilde;os de vigil&acirc;ncia sanit&aacute;ria, minist&eacute;rio da sa&uacute;de, conselho de classe entre outros segmentos da sociedade.&nbsp;</p>
<div>
	A Anvisa informa que o texto foi discutido e aprovado por representantes do CONASS e CONASEMS. Portanto, trata-se de um documento com orienta&ccedil;&otilde;es que devem ser seguidas, na &iacute;ntegra, por todas as partes envolvidas, uma vez que est&aacute; embasada no artigo 24 da referida norma: <em>Caber&aacute; &agrave; &aacute;rea t&eacute;cnica competente da Anvisa a ado&ccedil;&atilde;o de medidas ou procedimentos para os casos n&atilde;o previstos nesta Resolu&ccedil;&atilde;o</em>.</div>
<div>
	&nbsp;</div>
<div>
	A Anvisa conta com o apoio de todos os segmentos da sociedade brasileira, particularmente profissionais prescritores, farmac&ecirc;uticos e pacientes no que tange ao cumprimento integral desta norma.</div>
<div>
	&nbsp;</div>
<div>
	Leia <a href="http://portal.anvisa.gov.br/wps/wcm/connect/48bb2d0048ad0690b5ccb7e2d0c98834/Nota_Tecnica_RDC_n_20_2011_de_10_outubro_2011.pdf?MOD=AJPERES" target="_blank">aqui</a> a nota t&eacute;cnica na &iacute;ntegra.</div>
<div>
	&nbsp;</div>
<div>
	&nbsp;</div>
<div>
	&nbsp;</div>
<div>
	<span style="font-size:18px;"><strong>Nota t&eacute;cnica sobre a RDC N&ordm;20/2011</strong></span></div>
<div>
	<span style="font-size:16px;"><strong>Veja a seguir alguns trechos que consideramos&nbsp;</strong><strong>relevantes</strong></span></div>
<div>
	<strong>por Alternate Technologies</strong></div>
<div>
	&nbsp;</div>
<div>
	<strong>- </strong><em>Nos casos em que a receita n&atilde;o contenha os dados de idade e sexo do paciente, estes poder&atilde;o ser preenchidos pelo farmac&ecirc;utico respons&aacute;vel pela dispensa&ccedil;&atilde;o</em>.</div>
<div>
	&nbsp;</div>
<div>
	-&nbsp;<em>No caso de receitas apresentadas em duas vias n&atilde;o carbonadas e n&atilde;o identificadas, caso avalie necess&aacute;rio, o farmac&ecirc;utico respons&aacute;vel poder&aacute; identificar como &ldquo;primeira via&rdquo; e &ldquo;segunda via&rdquo; cada uma das c&oacute;pias apresentadas</em>.</div>
<div>
	&nbsp;</div>
<div>
	-&nbsp;<em>Nos casos em que n&atilde;o for poss&iacute;vel a dispensa&ccedil;&atilde;o da quantidade exata por motivos de inexist&ecirc;ncia, no mercado, de apresenta&ccedil;&atilde;o farmac&ecirc;utica com a quantidade adequada ao tratamento, a prefer&ecirc;ncia deve ser dada &agrave; dispensa&ccedil;&atilde;o de quantidade superior mais pr&oacute;xima ao prescrito, de maneira a promover o tratamento completo ao paciente</em>.</div>
<div>
	&nbsp;</div>
<div>
	-&nbsp;<em>No caso de prescri&ccedil;&otilde;es que contenham mais de um medicamento antimicrobiano diferente, fica permitida a dispensa&ccedil;&atilde;o de parte da receita, caso a farm&aacute;cia/drogaria e com o aval do paciente/respons&aacute;vel n&atilde;o possua em seu estoque todos os diferentes medicamentos prescritos ou&nbsp;o paciente/respons&aacute;vel, por algum motivo, resolva n&atilde;o adquirir todos os medicamentos contidos na receita.&nbsp;Nestes casos, o primeiro atendimento deve ser atestado na parte da frente (anverso) de ambas as vias da receita, com a descri&ccedil;&atilde;o somente do(s) medicamento(s) efetivamente dispensados. Com a primeira via em m&atilde;os, o paciente pode procurar outro estabelecimento para adquirir o(s) medicamento(s) restante(s), sendo que o farmac&ecirc;utico ou o paciente deve fazer uma c&oacute;pia<sup>&nbsp;</sup>da primeira via para sua reten&ccedil;&atilde;o e atestar o novo atendimento em ambas as vias</em>.</div>
<div>
	&nbsp;</div>
<div>
	-&nbsp;<em>Caso todas as compras sejam realizadas no mesmo estabelecimento, o farmac&ecirc;utico deve reter a segunda via da receita no primeiro atendimento e atestar cada dispensa&ccedil;&atilde;o mensal na parte da frente (anverso) de ambas as vias</em>.</div>
<div>
	&nbsp;</div>
<div>
	- <em>Caso o paciente opte por comprar em outra farm&aacute;cia ou drogaria, a cada compra o farmac&ecirc;utico deve conferir que a prescri&ccedil;&atilde;o &eacute; para um tratamento prolongado (conforme art. 8&ordm;) e que j&aacute; houve uma venda anterior. Deve ent&atilde;o fazer uma c&oacute;pia da via do paciente e atestar o novo atendimento no anverso de ambas as vias</em>.</div>
<div>
	&nbsp;</div>
]]></description><pubDate>2011-10-18 12:00:00</pubDate><link>http://www.oformulista.com.br/conteudo/comunicados/sngpc_nota_tecnica_para_harmonizacao_de_procedimentos_da_rdc_20_2011</link></item><item><title>Veja a lista de suspensões de produtos de saúde desta última terça-feira</title><description><![CDATA[<h1>Veja a lista de suspensões de produtos de saúde desta última terça-feira</h1><p style='font-size: 80%; color: #999'>11/10/2011 07:40</p><p>
	&nbsp;</p>
<p>
	Nesta ter&ccedil;a-feira-feira (11/10) a Ag&ecirc;ncia Nacional de Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria (Anvisa) publicou no Di&aacute;rio Oficial da Uni&atilde;o (DOU), a suspens&atilde;o de alguns produtos e medicamentos irregulares.</p>
<p>
	A suspens&atilde;o durar&aacute; o tempo necess&aacute;rio para a regulariza&ccedil;&atilde;o dos produtos junto a Ag&ecirc;ncia e tem validade imediata ap&oacute;s a divulga&ccedil;&atilde;o da medida no Di&aacute;rio Oficial. As pessoas que j&aacute; tiverem adquirido algum produto dos lotes suspensos devem interromper o uso. O DOU tamb&eacute;m traz a interdi&ccedil;&atilde;o cautelar de um medicamento. A medida vale pelo per&iacute;odo de 90 dias. Durante esse tempo o produto interditado n&atilde;o deve ser consumido e nem comercializado.</p>
<p>
	<strong>Recolhimento Volunt&aacute;rio</strong></p>
<p>
	J&aacute; a empresa Rem Ind&uacute;stria e Com&eacute;rcio Ltda, recolheu voluntariamente o lote 4026 (fabr. 05/06/2010 val. 01/12/2011), do&nbsp; medicamento Cardiolite 1 mg , em virtude de suspeita de desvio de qualidade.<br />
	&nbsp;</p>
<p>
	Confira os produtos e medicamentos suspensos na tabela abaixo:<br />
	&nbsp;</p>
<table border="1" cellpadding="0" cellspacing="0" style="width:426px;" width="426">
	<tbody>
		<tr>
			<td style="width:109px;">
				<p>
					<strong>Medida</strong></p>
			</td>
			<td style="width:76px;">
				<p>
					<strong>Produto</strong></p>
			</td>
			<td style="width:48px;">
				<p>
					<strong>Empresa</strong></p>
			</td>
			<td style="width:62px;">
				<p>
					<strong>Motivo</strong></p>
			</td>
		</tr>
		<tr>
			<td style="width:109px;">
				<p>
					Interdi&ccedil;&atilde;o cautelar <strong>RE N&ordm; 4.581 </strong>em todo o territ&oacute;rio nacional.</p>
			</td>
			<td style="width:76px;">
				<p>
					Lote A000763 do medicamento</p>
				<p>
					SUCROFER, solu&ccedil;&atilde;o injet&aacute;vel.</p>
			</td>
			<td style="width:48px;">
				<p>
					Claris produtos farmac&ecirc;uticos do Brasil Ltda, sede na Avenida Ibirapuera-SP.</p>
				<p>
					&nbsp;</p>
			</td>
			<td style="width:62px;">
				<p>
					Por apresentar resultado insatisfat&oacute;rio.</p>
				<p>
					&nbsp;</p>
			</td>
		</tr>
		<tr>
			<td style="width:109px;">
				<p>
					Suspens&atilde;o da distribui&ccedil;&atilde;o, com&eacute;rcio e uso<strong> RE 4.583 </strong>em todo o pa&iacute;s.</p>
			</td>
			<td style="width:76px;">
				<p>
					Lote 1006337 val. (06/2013) do produto Acqua kids creme para pentear.</p>
			</td>
			<td style="width:48px;">
				<p>
					Nazca cosm&eacute;ticos ind&uacute;stria e com&eacute;rcio Ltda, Diadema-SP.</p>
			</td>
			<td style="width:62px;">
				<p>
					Por apresentar desvio de qualidade</p>
				<p>
					&nbsp;</p>
				<p>
					&nbsp;</p>
				<p>
					&nbsp;</p>
			</td>
		</tr>
		<tr>
			<td style="width:123px;">
				<p>
					Suspens&atilde;o da fabrica&ccedil;&atilde;o, distribui&ccedil;&atilde;o, com&eacute;rcio e uso <strong>RE N&ordm; 4.584 </strong>em territ&oacute;rio nacional.</p>
				<p>
					&nbsp;</p>
			</td>
			<td style="width:122px;">
				<p>
					todos os saneantes domissanit&aacute;rios.</p>
				<p>
					&nbsp;</p>
			</td>
			<td style="width:122px;">
				<p>
					Neoclor nordeste produtos qu&iacute;micos Ltda, Vit&oacute;ria de Santo Ant&atilde;o-PE.</p>
				<p>
					&nbsp;</p>
				<p>
					&nbsp;</p>
			</td>
			<td style="width:114px;">
				<p>
					O produto n&atilde;o possui registro na Ag&ecirc;ncia.</p>
				<p>
					&nbsp;</p>
			</td>
		</tr>
		<tr>
			<td style="width:123px;">
				<p>
					Supens&atilde;o da distribui&ccedil;&atilde;o, com&eacute;rcio e uso<strong> RE N&ordm; 4.585 </strong>em todo o territ&oacute;rio nacional.</p>
			</td>
			<td style="width:122px;">
				<p>
					Produtos, Camas motorizadas, camas fawler, cama para parto, cama fawler quadro balc&acirc;nico, cama fawler recupera&ccedil;&atilde;o , camas fawler manual, cama faixa, cama para parto ppp, cama motorizada com balan&ccedil;a, cama tr&ecirc;s manivelas, cama duas manivelas, ber&ccedil;o rec&eacute;m nascido, ber&ccedil;o fawler leito inox, ber&ccedil;o fawler infantil, ber&ccedil;o cuna acr&iacute;lico , carros maca, carro maca tr&ecirc;s manivelas, carro maca transfer&ecirc;ncia, mesa cir&uacute;rgica inox, mesas exame cl&iacute;nico, mesas ginecol&oacute;gicas, mesa oftalmol&oacute;gica, otorrino, mesa obstetr&iacute;cia hidr&aacute;ulica, cama motorizada ref.5235 e cama para parto 5250.</p>
			</td>
			<td style="width:122px;">
				<p>
					Uti m&eacute;dica ind&uacute;tria e com&eacute;rcio Ltda,</p>
				<p>
					Aparecida de Goi&acirc;nia- GO.</p>
			</td>
			<td style="width:114px;">
				<p>
					Por n&atilde;o possu&iacute;rem registro na Anvisa.</p>
				<p>
					&nbsp;</p>
			</td>
		</tr>
		<tr>
			<td style="width:123px;">
				<p>
					Supens&atilde;o da distribui&ccedil;&atilde;o, com&eacute;rcio e uso<strong> RE N&ordm; 4.586 </strong>em todo o territ&oacute;rio nacional.</p>
			</td>
			<td style="width:122px;">
				<p>
					Todos os lotes dos insumos farmac&ecirc;uticos, Rifampicina s&oacute;dica S, Rifabutina, Rifapentina, Rifaximina e Rifamicina s, fabricados a partir de 23/05/2011.</p>
			</td>
			<td style="width:122px;">
				<p>
					Luohe nanjiecun pharmaceutica L- group pharmacy Co, Ltd, Localizada na China.</p>
			</td>
			<td style="width:114px;">
				<p>
					Por n&atilde;o atender as boas pr&aacute;ticas de fabrica&ccedil;&atilde;o.</p>
			</td>
		</tr>
	</tbody>
</table>
<p>
	&nbsp;</p>
]]></description><pubDate>2011-10-11 07:40:00</pubDate><link>http://www.oformulista.com.br/conteudo/comunicados/veja_a_lista_de_suspensoes_de_produtos_de_saude_desta_ultima_terca-feira</link></item><item><title>Anfetaminas sairão do mercado em 60 dias</title><description><![CDATA[<h1>Anfetaminas sairão do mercado em 60 dias</h1><p style='font-size: 80%; color: #999'>10/10/2011 12:00</p><p>
	&nbsp;</p>
<div>
	Est&aacute; publicada no Di&aacute;rio Oficial da Uni&atilde;o desta segunda-feira (10/10) a resolu&ccedil;&atilde;o da Ag&ecirc;ncia Nacional de Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria (Anvisa) que pro&iacute;be a venda de medicamentos a base de anfepramona, femproporex e mazindol no Brasil. Conforme a Resolu&ccedil;&atilde;o RDC 52/2011 da Ag&ecirc;ncia, esses medicamentos ser&atilde;o retirados do mercado nacional em 60 dias.</div>
<div>
	&nbsp;</div>
<div>
	A norma da Anvisa tamb&eacute;m apresenta novas restri&ccedil;&otilde;es para medicamentos a base de sibutramina. &nbsp;Entre as novidades, est&aacute; a obrigatoriedade dos profissionais de sa&uacute;de, empresas detentoras de registro e farm&aacute;cias e drogarias de notificarem, obrigatoriamente, o Sistema Nacional de Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria sobre casos de efeitos adversos relacionados ao uso de medicamentos que cont&eacute;m sibutramina.</div>
<div>
	Al&eacute;m disso, no momento da prescri&ccedil;&atilde;o, os profissionais de sa&uacute;de e pacientes dever&atilde;o assinar um termo de responsabilidade. Esse termo aponta os casos em que o uso desse medicamento &eacute; contra-indicado e os riscos aos quais os pacientes que utilizar&atilde;o medicamentos a base de sibutramina estar&atilde;o submetidos.</div>
<div>
	O termo de responsabilidade ser&aacute; preenchido em tr&ecirc;s vias. Uma via ficar&aacute; arquivada no prontu&aacute;rio do paciente, uma via ser&aacute; arquivada na farm&aacute;cia ou drogaria dispensadora &nbsp;e a outra ficar&aacute; mantida com o paciente.</div>
<div>
	&nbsp;</div>
<div>
	Al&eacute;m disso, as empresas que possuem registro de medicamentos &agrave; base de sibutramina ter&atilde;o 60 dias para encaminharem &agrave; Anvisa um plano de farmacovigil&acirc;ncia &nbsp;para minimiza&ccedil;&atilde;o de riscos &nbsp;de uso do medicamento. &nbsp;Com base nesse plano, a Anvisa reavaliar&aacute;, em 12 meses, a seguran&ccedil;a de uso dos medicamentos a base de sibutramina.</div>
]]></description><pubDate>2011-10-10 12:00:00</pubDate><link>http://www.oformulista.com.br/conteudo/comunicados/anfetaminas_sairao_do_mercado_em_60_dias</link></item><item><title>O consumidor brasileiro está mais conectado e muito ciente de seus direitos</title><description><![CDATA[<h1>O consumidor brasileiro está mais conectado e muito ciente de seus direitos</h1><p style='font-size: 80%; color: #999'>10/10/2011 10:00</p><p>
	Em um cen&aacute;rio econ&ocirc;mico que propicipou a inclus&atilde;o das classes C e D no consumo nacional, diante disso, surge um novo consumidor cujos anseios e drivers de consumo s&atilde;o resultado do aumento do acesso &agrave; informa&ccedil;&atilde;o, sobretudo a dispon&iacute;vel na web. Mais conectado, ciente de seus direitos e antenado com as tend&ecirc;ncias globais, o consumidor moderno valoriza o atributo custo-benef&iacute;cio e a excel&ecirc;ncia no atendimento; insere em seu cotidiano conceitos como com&eacute;rcio justo e consumo sustent&aacute;vel.</p>
<div>
	&Eacute; o que aponta uma pesquisa, cujos resultados foram publicados no Di&aacute;rio do &nbsp;Com&eacute;rcio de Minas Gerais em 07 de outubro de 2011. A pesquisa quantitativa contou com 600 entrevistas realizadas nas cidades de S&atilde;o Paulo e Rio de Janeiro; participaram brasileiros das classes A, B, C e D com idades entre 18 anos e 64 anos.</div>
<div>
	&nbsp;</div>
]]></description><pubDate>2011-10-10 10:00:00</pubDate><link>http://www.oformulista.com.br/conteudo/comunicados/o_consumidor_brasileiro_esta_mais_conectado_e_muito_ciente_de_seus_direitos</link></item><item><title>Anvisa mantém sibutramina, mas proíbe outros emagrecedores</title><description><![CDATA[<h1>Anvisa mantém sibutramina, mas proíbe outros emagrecedores</h1><p style='font-size: 80%; color: #999'>05/10/2011 09:15</p><p>
	A diretoria da Ag&ecirc;ncia Nacional de Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria (Anvisa) decidiu nesta ter&ccedil;a-feira banir do mercado os rem&eacute;dios para emagrecer &agrave; base de anfetaminas e manter o uso dos derivados de sibutramina com controle mais rigoroso.</p>
<p>
	O diretor-presidente da Anvisa e relator do processo, Dirceu Barbano, prop&ocirc;s o banimento dos inibidores de apetite anfetam&iacute;nicos (anfepramona, femproporex e mazindol) em todo o Pa&iacute;s com base em estudos internacionais que constataram a baixa efic&aacute;cia desses medicamentos na perda de peso e riscos &agrave; seguran&ccedil;a do paciente. Os outros tr&ecirc;s diretores acompanharam o relator.</p>
<p>
	Com a decis&atilde;o, os anfetam&iacute;nicos, usados h&aacute; mais de 30 anos no Brasil, est&atilde;o proibidos de serem prescritos pelos m&eacute;dicos, fabricados no Pa&iacute;s e os atuais registros ser&atilde;o cancelados. As farm&aacute;cias e drogarias ter&atilde;o dois meses para retir&aacute;-los das prateleiras, conforme Barbano. &quot;Para que os pacientes tenham tempo de readequar o tratamento&quot;, disse o relator.</p>
<p>
	Quanto &agrave; sibutramina, o relator sugeriu que continua liberado o uso do medicamento para o tratamento de obesidade desde que o paciente apresente sobrepeso significativo e n&atilde;o sofra de problemas card&iacute;acos. O paciente e o m&eacute;dico ter&atilde;o de assinar termo de responsabilidade sobre os riscos &agrave; sa&uacute;de. O uso da sibutramina ficar&aacute; sob monitoramento da vigil&acirc;ncia sanit&aacute;ria.</p>
<p>
	Barbano argumentou que dados mostram que o rem&eacute;dio ajuda a reduzir o peso e que &eacute; poss&iacute;vel minimizar os preju&iacute;zos &agrave; sa&uacute;de do paciente.</p>
<p>
	O diretor Agenor &Aacute;lvares foi o &uacute;nico a discordar do relator. Ele defendeu tamb&eacute;m o veto &agrave; sibutramina. &quot;Se v&aacute;rios pa&iacute;ses tiraram (do mercado) com base em evid&ecirc;ncias cient&iacute;ficas, n&atilde;o podemos ignorar essas evid&ecirc;ncias. Se eles t&ecirc;m cuidado com as popula&ccedil;&otilde;es deles, temos tamb&eacute;m que ter com a nossa. Essas subst&acirc;ncias devem ser retiradas nos mesmos moldes das outras (anfetam&iacute;nicos)&quot;, disse o ex-ministro da Sa&uacute;de, acrescentando que n&atilde;o existe protocolo cl&iacute;nico no mundo que recomende o uso do rem&eacute;dio.</p>
<p>
	A diretora Maria Cec&iacute;lia Brito prop&ocirc;s que a manuten&ccedil;&atilde;o da sibutramina volte a ser analisada pela ag&ecirc;ncia dentro de um ou dois anos.</p>
<p>
	Lan&ccedil;ada em fevereiro deste ano, a proposta original da Anvisa era vetar os emagrecedores, tanto os feitos com anfetamina como aqueles &agrave; base de sibutramina, seguindo o exemplo dos Estados Unidos e da Uni&atilde;o Europeia. O principal argumento era que os riscos &agrave; sa&uacute;de oferecidos por esses rem&eacute;dios, como problemas card&iacute;acos e altera&ccedil;&otilde;es no sistema nervoso central, superam o benef&iacute;cio da perda de peso.</p>
<p>
	Em nove meses de discuss&atilde;o, os t&eacute;cnicos da ag&ecirc;ncia reguladora mudaram de opini&atilde;o. No &uacute;ltimo relat&oacute;rio, os t&eacute;cnicos permaneceram com a posi&ccedil;&atilde;o de vetar os anfetam&iacute;nicos, mas decidiram manter a sibutramina, pois h&aacute; comprova&ccedil;&atilde;o de que o &uacute;ltimo ajuda a reduzir o peso de 5% a 10% em um prazo de quatro semanas. A C&acirc;mara T&eacute;cnica de Medicamentos (Cateme), formada por especialistas externos que prestam consultoria &agrave; Anvisa, sugeriu o banimento dos dois tipos de inibidores de apetite por n&atilde;o trazerem benef&iacute;cios (redu&ccedil;&atilde;o do peso) ao paciente. A maioria dos diretores seguiu a recomenda&ccedil;&atilde;o da equipe t&eacute;cnica.</p>
<p>
	A ideia de fechar o cerco a esses rem&eacute;dios foi alvo de reclama&ccedil;&otilde;es de entidades m&eacute;dicas. A Anvisa promoveu dois grandes debates p&uacute;blicos, em que a proposta foi contestada pelos especialistas do setor. Para o Conselho Federal de Medicina (CFM), os rem&eacute;dios auxiliam no combate &agrave; obesidade e, se banidos, reduzem as possibilidades de tratamento para quem precisa perder peso.</p>
<p>
	A Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira para o Estudo da Obesidade (Abeso) e a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia lan&ccedil;aram um abaixo-assinado contra o banimento dos anorex&iacute;genos. Segundo as organiza&ccedil;&otilde;es, quando prescritos de forma correta, os rem&eacute;dios contribuem para a redu&ccedil;&atilde;o do peso. As entidades ressaltam que os m&eacute;dicos t&ecirc;m conhecimento das contraindica&ccedil;&otilde;es.</p>
]]></description><pubDate>2011-10-05 09:15:00</pubDate><link>http://www.oformulista.com.br/conteudo/comunicados/anvisa_mantem_sibutramina_mas_proibe_outros_emagrecedores</link></item><item><title>Farmácia de Campinas inova em coleta de medicamentos vencidos</title><description><![CDATA[<h1>Farmácia de Campinas inova em coleta de medicamentos vencidos</h1><p style='font-size: 80%; color: #999'>05/10/2011 08:10</p><p>
	<span style="font-family: 'Arial', 'sans-serif'"><font face="" size="3">Lan&ccedil;ada em 2007 e de forma pioneira pela F&oacute;rmula &amp; Cia. de Campinas, a campanha &quot;rem&eacute;dio vencido n&atilde;o vai para o lixo&quot; j&aacute; contabiliza 1,35 mil quilos de rem&eacute;dios vencidos recolhidos de seus clientes, desde a implanta&ccedil;&atilde;o da campanha de descarte respons&aacute;vel. A m&eacute;dia mensal &eacute; de 30 quilos de rem&eacute;dios vencidos recolhidos, no per&iacute;odo de agosto de <st1:metricconverter productid="2010 a" u2:st="on">2010 a</st1:metricconverter> julho de 2011.<br />
	<br />
	&quot;N&oacute;s temos observado que de 2007 pra c&aacute;, al&eacute;m desse volume que a gente conseguiu evitar que fosse para o esgoto e fosse jogado no solo e nos rios, n&oacute;s conseguimos tirar de dentro de casa esses rem&eacute;dios vencidos que muitas vezes eram alvo de acidentes dom&eacute;sticos com crian&ccedil;as por intoxica&ccedil;&atilde;o. No &uacute;ltimo ano caiu um pouco o nosso recolhimento mensal, que &eacute; em m&eacute;dia de 30 quilos. A gente est&aacute; encarando isso como uma vit&oacute;ria, pois significa que as pessoas que aderiram &agrave; campanha j&aacute; n&atilde;o t&ecirc;m mais em casa e as que t&ecirc;m n&atilde;o deixam acumular e est&atilde;o trazendo para as farm&aacute;cias&quot;, diz.<br />
	<br />
	Jogar rem&eacute;dio vencido no lixo, no vaso sanit&aacute;rio ou na &aacute;gua corrente pode acarretar a contamina&ccedil;&atilde;o do solo e dos len&ccedil;&oacute;is fre&aacute;ticos. Na maioria das vezes &eacute; assim que os rem&eacute;dios vencidos s&atilde;o descartados.<br />
	<br />
	Em geral as pessoas desconhecem os meios corretos para descarte de rem&eacute;dios vencidos, principalmente pela falta de leis espec&iacute;ficas, voltadas &agrave; sua correta destina&ccedil;&atilde;o. Isso motivou o diretor-propriet&aacute;rio da F&oacute;rmula &amp; Cia., Marcos Ebert, a implantar a campanha de coleta nas duas unidades da empresa. &quot;<br />
	<br />
	A campanha sobre esse tema ambiental &eacute; t&atilde;o importante, que atualmente diversas c&acirc;maras municipais est&atilde;o elaborando legisla&ccedil;&atilde;o espec&iacute;fica e v&aacute;rias empresas do segmento tamb&eacute;m j&aacute; est&atilde;o adotando o descarte correto. Temos a informa&ccedil;&atilde;o de que h&aacute; uma movimenta&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m no congresso nacional de transformar isso em lei&quot;, explica.<br />
	<br />
	Ebert explica que o descarte final dos rem&eacute;dios vencidos, depositados pelas pessoas nos postos de coleta &eacute; feito pela empresa especializada Ambicamp, tamb&eacute;m respons&aacute;vel pela execu&ccedil;&atilde;o do Plano de Gerenciamento de Res&iacute;duos de Sa&uacute;de da F&oacute;rmula &amp; Cia. Desde 2004, mesmo sem haver legisla&ccedil;&atilde;o espec&iacute;fica na &eacute;poca, a F&oacute;rmula tem em opera&ccedil;&atilde;o o seu Plano de Gerenciamento de Res&iacute;duos. Em <st1:metricconverter productid="2007, a" u2:st="on">2007, a</st1:metricconverter> F&oacute;rmula lan&ccedil;ou a campanha Rem&eacute;dio Vencido N&atilde;o Vai Para o Lixo.<br />
	<br />
	Toda essa opera&ccedil;&atilde;o de descarte &eacute; custeada integralmente pela F&oacute;rmula &amp; Cia. A F&oacute;rmula &amp; Cia. tem investido muito na moderniza&ccedil;&atilde;o dos seus laborat&oacute;rios, aumentando a capacidade de produ&ccedil;&atilde;o de c&aacute;psulas, solu&ccedil;&otilde;es orais e f&oacute;rmulas dermatol&oacute;gicas e cosm&eacute;ticas.</font></span></p>
]]></description><pubDate>2011-10-05 08:10:00</pubDate><link>http://www.oformulista.com.br/conteudo/comunicados/farmacia_de_campinas_inova_em_coleta_de_medicamentos_vencidos</link></item><item><title>Governistas e oposição rechaçam criação de tributo</title><description><![CDATA[<h1>Governistas e oposição rechaçam criação de tributo</h1><p style='font-size: 80%; color: #999'>03/10/2011 08:46</p><p>
	Aliados do governo e parlamentares da oposi&ccedil;&atilde;o criticaram a inten&ccedil;&atilde;o do governo de criar um imposto para a sa&uacute;de. A rea&ccedil;&atilde;o foi desencadeada pela manifesta&ccedil;&atilde;o da ministra das Rela&ccedil;&otilde;es Institucionais, Ideli Salvatti (PT), ao jornal &quot;O Estado de S. Paulo&quot;, de que um tributo ser&aacute; a fonte de financiamento para aumentar os gastos previstos pela chamada Emenda 29, aprovada pela C&acirc;mara na semana passada.</p>
<p>
	O presidente da C&acirc;mara, Marco Maia (PT-RS), chegou a afirmar que n&atilde;o h&aacute; &quot;nenhuma possibilidade&quot; de ser criado um imposto para a sa&uacute;de. &quot;N&atilde;o enxergo nenhuma possibilidade de cria&ccedil;&atilde;o de outro imposto, neste momento ou no pr&oacute;ximo ano, que parta de iniciativas da C&acirc;mara ou do Senado&quot;, disse. &quot;O que eu enxergo &eacute; a possibilidade de se readequar, rediscutir, redestinar recursos para a sa&uacute;de, a partir dos tributos que j&aacute; s&atilde;o cobrados no Brasil.&quot;<br />
	O l&iacute;der do PT na C&acirc;mara, Paulo Teixeira (SP), concorda que &eacute; necess&aacute;ria uma fonte &quot;permanente&quot; para os gastos no setor, mas aponta que taxar a classe m&eacute;dia n&atilde;o &eacute; a solu&ccedil;&atilde;o. &quot;Se houver uma progressividade e se desonerar essa taxa&ccedil;&atilde;o que inventaram para a classe m&eacute;dia, pode valer&quot;, defendeu. Segundo Teixeira, alternativas como a taxa&ccedil;&atilde;o de grandes fortunas e altos volumes de movimenta&ccedil;&atilde;o financeira poderiam ser consideradas.</p>
<p>
	O vice-l&iacute;der do governo, deputado Hugo Leal (PSC-RJ), defende que a cria&ccedil;&atilde;o da Contribui&ccedil;&atilde;o Social para a Sa&uacute;de (CSS) s&oacute; deve sair do papel caso haja mudan&ccedil;as no cen&aacute;rio econ&ocirc;mico brasileiro. &quot;S&oacute; vejo cen&aacute;rio concreto para uma nova contribui&ccedil;&atilde;o, com uma mudan&ccedil;a radical ou contamina&ccedil;&atilde;o do pa&iacute;s com a crise. Apesar da manifesta&ccedil;&atilde;o da ministra, n&atilde;o vejo possibilidade&quot;, analisou.</p>
<p>
	Na oposi&ccedil;&atilde;o, &eacute; un&acirc;nime a rejei&ccedil;&atilde;o a um novo imposto. O presidente nacional do DEM, senador Agripino Maia (RN), afirmou que, ap&oacute;s a derrubada da CPMF, o governo compensou a arrecada&ccedil;&atilde;o com aumento da cobran&ccedil;a do Imposto sobre Opera&ccedil;&otilde;es Financeiras (IOF) e do PIS/Cofins. Ele n&atilde;o acredita que o Pal&aacute;cio do Planalto banque um novo tributo. &quot;Eu duvido que o governo ouse criar imposto. Com a carga tribut&aacute;ria atual, seria um tiro no p&eacute; da competitividade brasileira&quot;, disse.<br />
	O l&iacute;der do PSDB no Senado, Alvaro Dias (PR), rejeitou tamb&eacute;m o argumento de que n&atilde;o haveria dinheiro para bancar um maior investimento em sa&uacute;de. &quot;Afirmar que n&atilde;o h&aacute; dinheiro &eacute; um desapre&ccedil;o &agrave; verdade. Os n&uacute;meros oficiais dizem o contr&aacute;rio: a arrecada&ccedil;&atilde;o da Receita &eacute; recorde a cada m&ecirc;s&quot;, disse.</p>
<p>
	O l&iacute;der do governo no Senado, Romero Juc&aacute; (PMDB-RR), reafirmou ontem que a orienta&ccedil;&atilde;o do governo &eacute; pela n&atilde;o cria&ccedil;&atilde;o de um imposto neste ano, por causa da conjuntura econ&ocirc;mica. Segundo ele, em 2012, por ser ano eleitoral, isso tamb&eacute;m seria &quot;dif&iacute;cil&quot;.</p>
]]></description><pubDate>2011-10-03 08:46:00</pubDate><link>http://www.oformulista.com.br/conteudo/comunicados/governistas_e_oposicao_rechacam_criacao_de_tributo</link></item><item><title>Genéricos avançam em Farmácia Popular</title><description><![CDATA[<h1>Genéricos avançam em Farmácia Popular</h1><p style='font-size: 80%; color: #999'>03/10/2011 08:45</p><p>
	A venda de medicamentos gen&eacute;ricos no programa Aqui Tem Farm&aacute;cia Popular, do governo federal, j&aacute; representa 65% do total comercializado pelos estabelecimentos que participam dessa rede. Esse programa oferece rem&eacute;dios gratuitos para combater diabetes e hipertens&atilde;o e subsidiados para asma, rinite, mal de Parkinson, osteoporose e glaucoma, al&eacute;m de fraldas geri&aacute;tricas.</p>
<p>
	Em janeiro, a participa&ccedil;&atilde;o desse segmento estava em 51%. No m&ecirc;s seguinte, quando o governo federal anunciou a distribui&ccedil;&atilde;o gratuita de medicamentos para diabetes e hipertens&atilde;o, a fatia de gen&eacute;ricos saltou para 56% e em agosto ficou em 65%, de acordo dados do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, compilados pela Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira das Ind&uacute;strias de Medicamentos Gen&eacute;ricos (Pr&oacute; Gen&eacute;ricos). &quot;A participa&ccedil;&atilde;o dos gen&eacute;ricos cresce m&ecirc;s a m&ecirc;s&quot;, diz Odnir Finotti, presidente da entidade.</p>
<p>
	A distribui&ccedil;&atilde;o gratuita de medicamentos para diabetes e hipertens&atilde;o come&ccedil;ou a partir de fevereiro deste ano. De janeiro a agosto, cerca de 7 milh&otilde;es de pessoas utilizaram o programa Aqui Tem Farm&aacute;cia Popular. Deste total, 6,344 milh&otilde;es de pessoas receberam gratuitamente medicamentos para diabetes e hipertens&atilde;o. &quot;J&aacute; s&atilde;o cerca de 20 mil estabelecimentos. No in&iacute;cio do ano, a expectativa eram 15 mil&quot;, afirmou Finotti.</p>
<p>
	Para este ano, o or&ccedil;amento para esse programa, que prev&ecirc; medicamentos com 90% de subs&iacute;dio por parte do governo, foi fechado em R$ 470 milh&otilde;es. A fatia com produtos gratuitos contra diabetes e hipertens&atilde;o consome cerca de 60% do total.</p>
<p>
	Apesar das cr&iacute;ticas no mercado de que faltam produtos para abastecer esses estabelecimentos conveniados com o governo, os principais laborat&oacute;rios acreditam que esse programa tem melhorado o acesso da popula&ccedil;&atilde;o aos medicamentos.</p>
<p>
	Segundo Marco Aur&eacute;lio Miguel, diretor de marketing da divis&atilde;o EMS gen&eacute;ricos, vice-l&iacute;der nesse segmento, a partir de 2006, com a expans&atilde;o desse programa para as redes privadas, a demanda pelos produtos da EMS teve um grande crescimento.</p>
<p>
	A EMS atende o programa Farm&aacute;cia Popular com 20 apresenta&ccedil;&otilde;es de produtos, entre elas, atenolol, captopril, maleato de enalapril e sinvastatina e lidera o fornecimento de sete desses produtos, como o caso do atenolol (25 mg com 60 comprimidos), glibenclamida, hidroclorotiazida, alendronato de s&oacute;dio (apresenta&ccedil;&otilde;es de 70 mg com 2 e 4 comprimidos), brometo ipratropio e maleato de timolol. Entre setembro de 2010 e agosto de 2011, a demanda da EMS Gen&eacute;ricos no Farm&aacute;cia Popular foi de R$ 235,6 milh&otilde;es. No mesmo comparativo, a demanda foi de 19,3 milh&otilde;es de unidades.</p>
<p>
	Procurada, a Medley, controlada pela francesa Sanofi-Aventis, l&iacute;der em gen&eacute;ricos, informou que &quot;gra&ccedil;as a um portf&oacute;lio relevante em diabetes e hipertens&atilde;o, a companhia tem conseguido contribuir para o esfor&ccedil;o do governo de ampliar o acesso a medicamentos importantes para a popula&ccedil;&atilde;o brasileira, por meio do Farm&aacute;cia Popular&quot;.</p>
]]></description><pubDate>2011-10-03 08:45:00</pubDate><link>http://www.oformulista.com.br/conteudo/comunicados/genericos_avancam_em_farmacia_popular</link></item><item><title>Cresce venda de polivitamínicos</title><description><![CDATA[<h1>Cresce venda de polivitamínicos</h1><p style='font-size: 80%; color: #999'>03/10/2011 08:00</p><p>
	Boehringer e Pfizer investem em marketing de Pharmaton e Centrum para ter mercado que movimenta R$ 820 mi<br />
	Comparado com o entusiasmo americano ou o japon&ecirc;s pelos frascos de polivitam&iacute;nicos, o mercado brasileiro sempre foi irris&oacute;rio - representa meros 10 a 15% daquele dos maiores consumidores mundiais. Mas algo est&aacute; mudando no rastro do sucesso dos medicamentos isentos de prescri&ccedil;&atilde;o m&eacute;dica (MIPs), ou ingl&ecirc;s over-the-counter (OTC) que prometem bem-estar e qualidade de vida. O segmento dos polivitam&iacute;nicos, que no Brasil movimenta cerca de R$ 820 milh&otilde;es, cresce em ritmo acelerado, da ordem de 15% ao ano. Dizem os fabricantes que o seu potencial &eacute; quadruplicar em cinco anos.</p>
<p>
	Para ocupar esse espa&ccedil;o, os dois maiores fabricantes &mdash; a Boehringer Ingelheim, dona do Pharmaton; e a Pfizer, fabricante do Centrum &mdash; investem em marketing. O laborat&oacute;rio alem&atilde;o pretende gastar R$ 10 milh&otilde;es para promover o Pharmaton,o que corresponde a mais de 20% do faturamento do produto no ano passado.</p>
<p>
	Para chamar a aten&ccedil;&atilde;o de consumidores mais jovens, o laborat&oacute;rio criou o Desafio Pharmaton, em que pessoas inscritas em duas assessorias esportivas s&atilde;o desafiadas a completar provas e treinos. Al&eacute;m da parte esportiva, os atleta passam por orienta&ccedil;&atilde;o nutricional e tamb&eacute;m por um check-up m&eacute;dico. O objetivo &eacute; atingir cerca de 5 milh&otilde;es de pessoas com a ajuda das redes sociais.</p>
<p>
	&ldquo;Queremos que as pessoas acrescentem o produto na lista do que fazem para ter qualidade de vida&rdquo;, diz Daniela Arantes, gerente de Marketing da Boehringer Ingelheim do Brasil. Ela diz que, tradicionalmente, os polivitam&iacute;nicos eram mais utilizados por pessoas acima dos 40 anos que se julgavam estressadas ou doentes.<br />
	&nbsp;</p>
<p>
	Mais jovens</p>
<p>
	A ideia agora &eacute; coloc&aacute;-los na mira dos mais jovens, com disposi&ccedil;&atilde;o de praticar esporte, fazer gin&aacute;stica e se movimentar. E daqueles que se preocupam com dieta e h&aacute;bitos saud&aacute;veis, como evitar o cigarro e o exagero nas bebidas alco&oacute;licas. E tentam conciliar a vida agitada com alimenta&ccedil;&atilde;o correta.</p>
<p>
	Nessa linha tamb&eacute;m vai o marketing do Centrum da Pfizer. A empresa centrou a sua campanha publicit&aacute;ria no casal<br />
	Ang&eacute;lica e Luciano Huck, esperando que a imagem dos dois, de pessoas que se cuidam e t&ecirc;m uma vida saud&aacute;vel, seja associada ao consumo de vitaminas. O esfor&ccedil;o dos fabricantes &eacute; mostrar tamb&eacute;m que rep&otilde;em subst&acirc;ncias essenciais ao organismo normalmente contidas na alimenta&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>
	Rodolfo Hrosz, gerente-geral da Pfizer Consumer Healthcare no Brasil, diz que uma grande parcela da popula&ccedil;&atilde;o,&nbsp; independente da regi&atilde;o ou n&iacute;vel s&oacute;cioecon&ocirc;mico, apresenta ingest&atilde;o muito abaixo do consumo recomendado de vitaminas e minerais essenciais, normalmente contida nas frutas, verduras e legumes. &ldquo;Desenvolvemos uma f&oacute;rmula do Centrum exclusiva que visa atender &agrave;s necessidades nutricionais espec&iacute;ficas dos brasileiros&rdquo;, diz. A Pfizer tem planos de lan&ccedil;ar novos produtos da linha, al&eacute;m de aumentar o volume de vendas.<br />
	&nbsp;<br />
	Consumidores desconhecem quando usar</p>
<p>
	Terceiro segmento em import&acirc;ncia no mercado dos MIPs, atr&aacute;s apenas dos analg&eacute;sicos e antivirais, os polivitam&iacute;nicos prometem repor nutrientes que &agrave;s vezes faltam no organismo, al&eacute;m de combater o stress f&iacute;sico e mental e fortalecer o sistema imunol&oacute;gico. H&aacute; quem os defenda como essenciais, quando as refei&ccedil;&otilde;es no restaurante da empresa, na lanchonete da esquina ou a pizza comprada em casa substituem frutas, verduras e legumes. Mas h&aacute; quem fuja das c&aacute;psulas acreditando que engordam ou refor&ccedil;am o apetite. Segundo a nutricionista Heloisa Guarita, da RG Nutri, &eacute; preciso buscar o equil&iacute;brio. N&atilde;o &eacute; porque a grande maioria das vitaminas n&atilde;o exige receita m&eacute;dica que se deva consumi-las sem consultar antes um especialista. &quot;Muitas vezes &agrave;s pessoas tomam c&aacute;psulas de polivitam&iacute;nicos diariamente e consomem as subst&acirc;ncias vendidas como mat&eacute;ria-prima para enriquecer alimentos e, por isso, acabam indo al&eacute;m da ingest&atilde;o recomendada&quot;, afirma. Ao mesmo tempo, a nutricionista explica que as vitaminas n&atilde;o t&ecirc;m calorias ou a&ccedil;&uacute;car. E acrescenta:</p>
<p>
	&quot;O melhor caminho &eacute; corrigir a dieta. Mas quando isso n&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel, n&atilde;o vejo problema das pessoas comprarem<br />
	polivitam&iacute;nicos, contanto que saibam para que servem as c&aacute;psulas e para que as est&atilde;o consumindo.&quot; Em algumas casos, diz Heloisa, como em gestantes ou pessoas sob regimes severos, os polivitam&iacute;nicos s&atilde;o recomendados.<br />
	&nbsp;<br />
	O SUCESSO DOS OTCS<br />
	O segmento de medicamentos de venda livre representa 30% do mercado de farmac&ecirc;utico<br />
	FATURAMENTO<br />
	R$ 11,8 bilh&otilde;es no acumulado de 12 meses encerrado em agosto de 2011<br />
	CRESCIMENTO<br />
	20,53% na compara&ccedil;&atilde;o com igual per&iacute;odo de 2009/2010<br />
	&nbsp;<br />
	CAMPE&Otilde;ES DE VENDA<br />
	SANOFI-AVENTIS<br />
	SEM<br />
	DM<br />
	MEDLEY<br />
	JOHNSON &amp; JOHNSON<br />
	BOHERINGER INGELHEIM<br />
	PFIZER</p>
]]></description><pubDate>2011-10-03 08:00:00</pubDate><link>http://www.oformulista.com.br/conteudo/comunicados/cresce_venda_de_polivitaminicos</link></item><item><title>Rio de Janeiro - Micro e pequenos podem ficar fora do PAF</title><description><![CDATA[<h1>Rio de Janeiro - Micro e pequenos podem ficar fora do PAF</h1><p style='font-size: 80%; color: #999'>26/09/2011 08:15</p><p>
	O presidente da C&acirc;mara de Dirigentes Lojistas de Campos (CDL), Marcelo M&eacute;rida, acompanhado do presidente da Federa&ccedil;&atilde;o das CDLs do Rio, Jair Francisco Gomes, foram recebidos na Assembl&eacute;ia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), pelo l&iacute;der do governo naquela Casa, deputado Andr&eacute; Correa e pelo deputado Roberto Henriques, para mais uma reuni&atilde;o sobre a implanta&ccedil;&atilde;o do Programa de Aplicativo Fiscal (PAF), que na opini&atilde;o dos lojistas seria o atestado de &oacute;bito dos micro e pequenos empres&aacute;rios.</p>
<p>
	Embora o encontro n&atilde;o tenha sido conclusivo a respeito da implanta&ccedil;&atilde;o ou n&atilde;o do novo sistema, o deputado Andr&eacute; Correa, disse que tudo caminha no sentido de que os micro e pequenos empres&aacute;rios do estado do Rio de Janeiro, inclu&iacute;dos no Simples, fiquem fora da implanta&ccedil;&atilde;o do novo aplicativo, o que seria uma vit&oacute;ria do movimento lojista fluminense.</p>
<p>
	- Esse assunto dever&aacute; ter desdobramento na pr&oacute;xima semana, mas o l&iacute;der do governo que tem mantido reuni&otilde;es com o pessoal da Secretaria de Fazenda nos revelou que estava ganhando corpo a id&eacute;ia de deixar de fora os micro e pequenos. Seria uma atitude correta. Ao mesmo tempo nos deu outra informa&ccedil;&atilde;o valiosa, referente a instala&ccedil;&atilde;o de um programa parecido com o que ser&aacute; implantado em S&atilde;o Paulo para os comerciantes que est&atilde;o fora do Simples, os que faturam acima de R$ 3,6 milh&otilde;es. Esse programa de S&atilde;o Paulo, embora n&atilde;o o conhe&ccedil;a, parece quer mais vi&aacute;vel, menos burocr&aacute;tico. Isso porque S&atilde;o Paulo iria implantar um PAF semelhante ao do Rio, e percebeu que n&atilde;o daria certo- disse Marcelo M&eacute;rida.</p>
<p>
	M&eacute;rida acrescentou ainda que n&atilde;o sabe como ficar&aacute; a quest&atilde;o da entrada em vigor do aplicativo fiscal, prevista para o in&iacute;cio de outubro. Embora n&atilde;o se fale em nova prorroga&ccedil;&atilde;o, M&eacute;rida acha que n&atilde;o h&aacute; tempo h&aacute;bil para implantar o sistema, at&eacute; porque &eacute; preciso decidir essa quest&atilde;o dos micro e pequenos empres&aacute;rios.</p>
<p>
	- N&atilde;o estamos interessados em um novo adiamento. O que queremos &eacute; uma defini&ccedil;&atilde;o desta situa&ccedil;&atilde;o que tem tirado nosso sono. A id&eacute;ia apresentada pelo deputado Andr&eacute; Correa, ao lado do deputado Roberto Henriques, que &eacute; um grande mentor da nossa causa, est&aacute; sendo vista como a solu&ccedil;&atilde;o do problema. Deixar os micro e pequenos fora deste contexto &eacute; tudo que quer&iacute;amos. Implantar um sistema mais simplificado para as grandes empresas tamb&eacute;m &eacute; muito salutar e faz parte da nossa luta. Estamos otimistas- afirmou.</p>
<p>
	Da reuni&atilde;o da qual participaram tamb&eacute;m outros presidentes de CDLs de munic&iacute;pios fluminenses bem como Associa&ccedil;&otilde;es de Lojistas e a Fecom&eacute;rcio, foi revelado que o estado encomendou uma pesquisa sobre o PAF junto aos comerciantes do Rio. A pesquisa j&aacute; foi fechada, mas os dados ainda est&atilde;o sendo tabulados, e dever&atilde;o refletir a insatisfa&ccedil;&atilde;o do setor com o aplicativo proposto.</p>
<p>
	- Fomos informados que essa pesquisa ser&aacute; revelada durante um encontro fazend&aacute;rio no dia 3 de outubro no Rio. Ent&atilde;o, acreditamos que nenhuma decis&atilde;o sair&aacute; antes do estado ter acesso a essa pesquisa, afinal foi a Secretaria de Fazenda que a encomendou. Essa pesquisa &eacute; resultado deste trabalho nosso. Essa foi a terceira vez que viemos a Assembl&eacute;ia Legislativa para tratar deste assunto e parece que valeu a pena. Viremos quantas vezes for necess&aacute;rio &ndash; concluiu M&eacute;rida.</p>
]]></description><pubDate>2011-09-26 08:15:00</pubDate><link>http://www.oformulista.com.br/conteudo/comunicados/micro_e_pequenos_podem_ficar_fora_do_paf</link></item><item><title>Anvisa orienta sobre prazos durante greve dos Correios</title><description><![CDATA[<h1>Anvisa orienta sobre prazos durante greve dos Correios</h1><p style='font-size: 80%; color: #999'>19/09/2011 08:00</p><p>
	A Anvisa informa que ser&atilde;o suspensos os prazos processuais dos documentos que chegarem &agrave; Ag&ecirc;ncia com atraso em raz&atilde;o da paralisa&ccedil;&atilde;o de parte da for&ccedil;a de trabalho da Empresa Brasileira de Correios e Tel&eacute;grafos (ECT).</p>
<p>
	Desta forma, o interessado n&atilde;o ser&aacute; prejudicado em seu pedido caso fique demonstrado, na an&aacute;lise t&eacute;cnica, que ele agiu tempestivamente, postando o documento em tempo h&aacute;bil, sendo o atraso ocasionado em raz&atilde;o do comprometimento dos servi&ccedil;os de postagem.</p>
<p>
	Por orienta&ccedil;&atilde;o da Procuradoria da Ag&ecirc;ncia, a situa&ccedil;&atilde;o ser&aacute; caracterizada como &ldquo;motivo de for&ccedil;a maior&rdquo; e est&aacute; enquadrada no artigo 67 da Lei 9.784.</p>
<p>
	A Anvisa reitera, ainda, que correspond&ecirc;ncias direcionadas &agrave; institui&ccedil;&atilde;o podem ser protocoladas presencialmente, de segunda a sexta-feira, das 7h30 &agrave;s 19h30, &nbsp;na sede da Ag&ecirc;ncia, em Bras&iacute;lia. O endere&ccedil;o &eacute;: SIA, Trecho 5, &aacute;rea especial 57.</p>
]]></description><pubDate>2011-09-19 08:00:00</pubDate><link>http://www.oformulista.com.br/conteudo/comunicados/anvisa_orienta_sobre_prazos_durante_greve_dos_correios</link></item><item><title>Credenciamento e Renovação – FARMÁCIA POPULAR</title><description><![CDATA[<h1>Credenciamento e Renovação – FARMÁCIA POPULAR</h1><p style='font-size: 80%; color: #999'>12/09/2011 08:00</p><p>
	<strong>Aten&ccedil;&atilde;o!&nbsp;Comunicamos que&nbsp;o&nbsp;credenciamento de farm&aacute;cias e drogarias no Programa Aqui Tem Farm&aacute;cia Popular est&aacute;, temporariamente, suspenso.&nbsp;Aguarde novas informa&ccedil;&otilde;es</strong>.</p>
<p>
	Em virtude da implementa&ccedil;&atilde;o do novo sistema de seguran&ccedil;a, o prazo de&nbsp;renova&ccedil;&atilde;o do RTA ser&aacute; adiado. Divulgaremos aqui, em breve, a data de in&iacute;cio e os procedimentos necess&aacute;rios, assim como ser&aacute; encaminhado comunicado ao endere&ccedil;o eletr&ocirc;nico dos credenciados. <strong>Lembramos que as empresas ter&atilde;o at&eacute; 30 dias para efetuar a renova&ccedil;&atilde;o cadastral a partir da libera&ccedil;&atilde;o do sistema.</strong></p>
]]></description><pubDate>2011-09-12 08:00:00</pubDate><link>http://www.oformulista.com.br/conteudo/comunicados/credenciamento_e_renovacao_farmacia_popular</link></item><item><title>FórmulaCerta 5.6 - ServicePack 3 disponível!</title><description><![CDATA[<h1>FórmulaCerta 5.6 - ServicePack 3 disponível!</h1><p style='font-size: 80%; color: #999'>02/09/2011 11:00</p><p>
	Prezado Cliente,<br />
	<br />
	Voc&ecirc; que j&aacute; vem trabalhando com o <strong>F&oacute;rmulaCerta 5.6</strong> &eacute; muito importante que atualize seu sistema, o quanto antes, com o &uacute;ltimo pacote complementar que disponibilizamos em nosso site <strong class="highlight">(Service Pack 3).</strong></p>
<p>
	Al&eacute;m das melhorias em geral e aprimoramentos de diversas rotinas do sistema, instalando o Service Pack 3, voc&ecirc; ter&aacute; tamb&eacute;m:</p>
<ul>
	<li>
		<strong>Novo m&oacute;dulo do SNGPC </strong>- Este m&oacute;dulo foi atualizado em fun&ccedil;&atilde;o de mudan&ccedil;as feitas pela ANVISA no processo de valida&ccedil;&atilde;o do SNGPC. Caso seu arquivo n&atilde;o tenha sido aceito ou validado, com o novo m&oacute;dulo, bastar&aacute; gerar novamente o arquivo XML referente ao per&iacute;odo n&atilde;o aceito e reenvi&aacute;-lo normalmente. O procedimento &eacute; simples e r&aacute;pido!</li>
	<li>
		<b>Exporta&ccedil;&atilde;o e Importa&ccedil;&atilde;o de arquivo de cota&ccedil;&atilde;o</b> - nova fun&ccedil;&atilde;o no m&oacute;dulo de cota&ccedil;&atilde;o que permite exportar e importar o arquivo eletr&ocirc;nico do fornecedor com todas as informa&ccedil;&otilde;es referentes a cota&ccedil;&atilde;o solicitada. Nos pr&oacute;ximos dias voc&ecirc; receber&aacute; um e-mail de divulga&ccedil;&atilde;o exclusivo da utiliza&ccedil;&atilde;o da cota&ccedil;&atilde;o eletr&ocirc;nica no F&oacute;rmulaCerta.</li>
	<li>
		<b>Ajustes dos adendos das listas B1 e C2 da Portaria 344/98 </b>- efetuamos um tratamento nos m&oacute;dulos de Receitas e Caixa para prever e tratar estes adendos.</li>
</ul>
<p>
	Portanto, n&atilde;o deixe de atualizar j&aacute; seu sistema!</p>
<p style="text-align: center">
	<a href="http://www.oformulista.com.br/downloads/file.php?id=128" target="_blank"><img alt="" src="http://www.oformulista.com.br/galeria/images/conteudos/2011/btnDownloadServicePack.png" style="border-bottom: 0px solid; border-left: 0px solid; width: 613px; height: 112px; border-top: 0px solid; border-right: 0px solid" /></a></p>
<div id="quadroDestaque">
	<p>
		Se voc&ecirc; ainda n&atilde;o atualizou seu sistema, entre em nosso site e fa&ccedil;a o download completo da vers&atilde;o 5.6 ou solicite o *CD de atualiza&ccedil;&atilde;o que j&aacute; contempla o Service Pack 3.</p>
	<p>
		&Eacute; importante ressaltar, que este pacote serve apenas aos clientes que j&aacute; est&atilde;o trabalhando com a vers&atilde;o 5.6.</p>
	<p class="small" style="text-align: right">
		*ser&aacute; cobrada uma taxa de envio.</p>
</div>
<p>
	&nbsp;</p>
]]></description><pubDate>2011-09-02 11:00:00</pubDate><link>http://www.oformulista.com.br/conteudo/comunicados/FCertaSP3</link></item><item><title>Orientação Farmacêutica na Web</title><description><![CDATA[<h1>Orientação Farmacêutica na Web</h1><p style='font-size: 80%; color: #999'>01/09/2011 08:00</p><p>
	Desde 31 de julho, a web hospeda um novo blog que traz uma ideia simples, mas em falta no ambiente on-line: resolver d&uacute;vidas do p&uacute;blico sobre o uso de medicamentos, a partir da colabora&ccedil;&atilde;o de especialistas e preservando &eacute;ticas profis- sionais.</p>
<p>
	De imediato, ao lan&ccedil;ar a p&aacute;gina, o seu mentor, o rec&eacute;m-formado em Farm&aacute;cia pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Luiz Felipe Stehling, sentiu o impacto da proposta, com o acesso de 400 pessoas ao endere&ccedil;o <a href="http://www.phresponde.com/">www.phresponde.com</a>. Dez dias depois, esse n&uacute;mero saltaria para 2,7 mil, mostrando algumas surpresas, como o percentual de 2% dos clicks feitos a partir dos Estados Unidos.</p>
<p>
	N&atilde;o foram apenas esses n&uacute;meros que cresceram. Junto, o servi&ccedil;o, batizado de &quot;Pergunte ao Farmac&ecirc;utico&quot;, viu aumentar o que era essencial e sua maior aposta para fazer frente &agrave; valoriza&ccedil;&atilde;o do farmac&ecirc;utico em um mercado carente de informa&ccedil;&atilde;o de qualidade: a ades&atilde;o do p&uacute;blico, com o recebimento regular de novas perguntas, al&eacute;m do interesse de profissionais da &aacute;rea em integrar a equipe de consultores do blog. &quot;Estamos recebendo muitos curr&iacute;culos de outros farmac&ecirc;uticos&quot;, relata Luciana de Melo, tamb&eacute;m rec&eacute;m-formada pela Faculdade de Farm&aacute;cia e uma das integrantes do projeto.</p>
<p>
	Nessa etapa inicial, o servi&ccedil;o conta com grupo de 11 profissionais especializados, entre eles farmac&ecirc;utico, farmac&ecirc;utico industrial - cosm&eacute;ticos e medicamentos - e farmac&ecirc;utico bioqu&iacute;mico de an&aacute;lises cl&iacute;nicas e de alimentos. S&atilde;o eles que recebem as perguntas, desenvolvem o texto-resposta, o revisam e postam no blog. &quot;O consultor respons&aacute;vel pela publica&ccedil;&atilde;o avisa ao internauta que a resposta est&aacute; no site&quot;, explica Stehling.</p>
<p>
	De modo geral, as respostas s&atilde;o finalizadas com a indica&ccedil;&atilde;o de bibliografia consultada e o alerta para que o indiv&iacute;duo procure o seu farmac&ecirc;utico. &quot;Queremos incentivar as pessoas a conversarem com o profissional para receberem a orienta&ccedil;&atilde;o adequada sobre o uso dos medicamentos&quot;, completa o farmac&ecirc;utico.</p>
<p>
	Al&eacute;m do balc&atilde;o - Ampliar a vis&atilde;o sobre a atividade do farmac&ecirc;utico para al&eacute;m do balc&atilde;o, refor&ccedil;ando sua atua&ccedil;&atilde;o na promo&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de foi o motor que inicialmente moveu os ex-alunos da UFMG a se dedicarem ao projeto. Mais conhecido como o profissional respons&aacute;vel pelo setor t&eacute;cnico das drogarias, o farmac&ecirc;utico domina, na vida real, outros campos de conhecimento. Nessas atividades, nem sempre &eacute; f&aacute;cil ao p&uacute;blico ter acesso a ele. N&atilde;o por acaso, o blog gestado na UFMG explora esse aspecto, colocando o farmac&ecirc;utico on-line &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o para resolver d&uacute;vidas em medicamentos, mas tamb&eacute;m em cosm&eacute;ticos, exames bioqu&iacute;micos e alimentos.</p>
<p>
	O servi&ccedil;o n&atilde;o representa desregulamenta&ccedil;&atilde;o profissional, pois n&atilde;o prescreve medicamentos nem substitui especialistas. Basta visitar o blog e ler algumas das respostas para compreender que uma de suas qualidades &eacute; abrir conjunto de informa&ccedil;&otilde;es para o usu&aacute;rio, no aspecto mais educativo, em linguagem acess&iacute;vel e sem confrontar regulamenta&ccedil;&otilde;es.</p>
<p>
	&quot;Cabe ao m&eacute;dico procedimentos como diagn&oacute;stico, anamnese e outras interven&ccedil;&otilde;es para identifica&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica do problema apresentado pelo paciente&quot;, esclarece Stehling, sobre o compromisso do servi&ccedil;o no reconhecimento &agrave;s compet&ecirc;ncias profissionais. &quot;Mas, sem d&uacute;vidas, o farmac&ecirc;utico &eacute; aquele que possui maior forma&ccedil;&atilde;o sobre o mecanismo de a&ccedil;&atilde;o do rem&eacute;dio, a interfer&ecirc;ncia que produzir&aacute; no organismo, seus efeitos adversos e intera&ccedil;&otilde;es com alimentos&quot;, completa. Para o farmac&ecirc;utico, a promo&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de exige, na realidade, a&ccedil;&atilde;o conjunta desses especialistas.</p>
<p>
	Lacuna - No dia a dia, Stehling observa que o p&uacute;blico ainda sofre com a aus&ecirc;ncia de orienta&ccedil;&atilde;o sobre o uso de medicamentos. &quot;Por experi&ecirc;ncia, sabemos que nem sempre, por exemplo, as pessoas sabem utilizar uma bobinha para asma. E isso &eacute; prejudicial a elas&quot;, diz. Segundo ele, uma simples orienta&ccedil;&atilde;o do farmac&ecirc;utico, presente nas drogarias, reduziria danos, mas nem sempre o paciente possui essa informa&ccedil;&atilde;o. Com o servi&ccedil;o na web, o farmac&ecirc;utico acredita que o p&uacute;blico ter&aacute; um incentivo a mais para procurar o profissional nesses estabelecimentos.</p>
<p>
	Al&eacute;m desse aspecto, Luciana de Melo lembra que, at&eacute; o momento, o p&uacute;blico conta com poucos servi&ccedil;os de informa&ccedil;&atilde;o em sites de ind&uacute;strias, drogarias, conselhos profissionais e Anvisa. Afora esses espa&ccedil;os, a web nem sempre apresenta confiabilidade desejada na resolu&ccedil;&atilde;o das d&uacute;vidas dos usu&aacute;rios.</p>
<p>
	No blog, as perguntas enviadas pelo p&uacute;blico s&atilde;o variadas e partem n&atilde;o apenas de leigos, mas tamb&eacute;m de outros profissionais e de pessoas que desejam abrir empreendimento na &aacute;rea. &quot;N&atilde;o deixamos de responder, ainda que nosso foco sejam quest&otilde;es farmacol&oacute;gicas&quot;, observa Luciana de Melo.</p>
<p>
	No rol dos problemas levantados pelo p&uacute;blico, h&aacute; d&uacute;vidas como &quot;E esse meu nariz entupido que n&atilde;o sara?&quot; ou &quot;O que realmente &eacute; bom para tosse?.&quot;</p>
]]></description><pubDate>2011-09-01 08:00:00</pubDate><link>http://www.oformulista.com.br/conteudo/comunicados/orientacao_farmaceutica_na_web</link></item><item><title>Anvisa recua e propõe manter sibutramina</title><description><![CDATA[<h1>Anvisa recua e propõe manter sibutramina</h1><p style='font-size: 80%; color: #999'>25/08/2011 12:00</p><p>
	Uma reportagem do O Estado de S. Paulo revelou que depois de seis meses de debate, t&eacute;cnicos da Ag&ecirc;ncia Nacional de Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria (Anvisa) voltaram atr&aacute;s e decidiram recomendar a manuten&ccedil;&atilde;o da sibutramina, rem&eacute;dio usado para emagrecimento, no mercado brasileiro.</p>
<p>
	Segundo a publica&ccedil;&atilde;o, em relat&oacute;rio apresentado ontem para membros da C&acirc;mara T&eacute;cnica de Medicamentos (Cateme) da ag&ecirc;ncia, a equipe manteve a decis&atilde;o de indicar a proibi&ccedil;&atilde;o apenas das drogas dietilpropiona, femproporex e mazindol.</p>
<p>
	O documento prop&otilde;e que a sibutramina continue no mercado, desde que sejam respeitadas algumas condi&ccedil;&otilde;es: a droga n&atilde;o pode ser prescrita por um per&iacute;odo superior a 60 dias, o paciente tem de ter &iacute;ndice de massa corp&oacute;rea (IMC) acima de 30 e ele tamb&eacute;m ter&aacute; de assinar um documento em que confirma estar ciente de todos os riscos.</p>
]]></description><pubDate>2011-08-25 12:00:00</pubDate><link>http://www.oformulista.com.br/conteudo/comunicados/anvisa_recua_e_propoe_manter_sibutramina</link></item><item><title>Genéricos já respondem por 25% da produção de remédios</title><description><![CDATA[<h1>Genéricos já respondem por 25% da produção de remédios</h1><p style='font-size: 80%; color: #999'>25/08/2011 08:00</p><p>
	O segmento de medicamentos gen&eacute;ricos atingiu em julho a participa&ccedil;&atilde;o de mercado esperada at&eacute; o final de 2011, chegando a 25% da produ&ccedil;&atilde;o e 20% do faturamento de todo o setor farmac&ecirc;utico nacional, conforme informou o coordenador t&eacute;cnico Administrativo da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira das Ind&uacute;strias de Medicamentos Gen&eacute;ricos (Pr&oacute;-Gen&eacute;ricos), Luciano Lobo, durante a CPhI South Am&eacute;rica, evento de insumos farmac&ecirc;uticos.</p>
<p>
	Dados da Pr&oacute;-Gen&eacute;ricos indicam um crescimento do mercado de 32,5% em volume no primeiro semestre de 2011, se comparado ao mesmo per&iacute;odo do ano anterior, quando foram comercializados 264 milh&otilde;es de unidades, com vendas que movimentaram R$ 3,8 bilh&otilde;es nos seis primeiros meses do ano, expans&atilde;o de 39,2% do faturamento.</p>
<p>
	Segundo Lobo, existem muitas patentes de mol&eacute;culas por vencer nos pr&oacute;ximos tr&ecirc;s anos, como medicamentos contra hipertens&atilde;o, colesterol, para transplante e anti-inflamat&oacute;rios.</p>
<p>
	Os fabricantes de gen&eacute;ricos adquirem direito a explorar as mol&eacute;culas, princ&iacute;pio ativo do medicamento, dois anos antes da queda da patente e, nesse per&iacute;odo, as empresas compradoras investem pesado em testes destes novos ativos para que eles possam chegar ao mercado com as especifica&ccedil;&otilde;es exigidas pela Ag&ecirc;ncia Nacional de Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria (Anvisa) plenamente atendidas.</p>
<p>
	Tributos</p>
<p>
	Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; quest&atilde;o da incid&ecirc;ncia de substitui&ccedil;&atilde;o tribut&aacute;ria relativa ao Imposto sobre Circula&ccedil;&atilde;o de Mercadorias (ICMS) pelo governo de S&atilde;o Paulo em todo o mercado farmac&ecirc;utico, o executivo da Pr&oacute;-Gen&eacute;ricos relatou que ainda &eacute; cedo para um parecer, pois a Secretaria da fazenda paulista prorrogou para o primeiro dia de outubro a entrada em vigor da normatiza&ccedil;&atilde;o que mudaria a base de c&aacute;lculo do imposto.</p>
<p>
	Hoje o ICMS dos medicamentos &eacute; calculado sobre os pre&ccedil;os praticados pelas farm&aacute;cias e, com a mudan&ccedil;a, a base de c&aacute;lculo seria com base na tabela de pre&ccedil;os m&aacute;ximos da C&acirc;mara de Regula&ccedil;&atilde;o do Mercado de Medicamentos (Cmed).</p>
<p>
	&quot;&Eacute; preciso chegar a um denominador comum que atenda os anseios do segmento farmac&ecirc;utico e do governo, e manter as margens atuais dos pre&ccedil;os de medicamentos&quot;, diz Luciano Lobo.</p>
<p>
	Insumos</p>
<p>
	Hoje, 90% dos insumos do mercado brasileiro farmac&ecirc;utico s&atilde;o importados, principalmente da &Aacute;sia e do Oriente M&eacute;dio, segundo dados da Anvisa. &quot;Para os fabricantes de gen&eacute;ricos e similares a maioria dos componentes vem de fabricantes chineses ou indianos&quot;, complementou Lobo.</p>
<p>
	O coordenador da Pr&oacute;-Gen&eacute;ricos afirma que, ao contr&aacute;rio do que a maioria do mercado pensa, a mat&eacute;ria prima vinda do exterior passa por rigorosos testes elaborados pela Anvisa, com bases em normas de seguran&ccedil;a e qualidade empregadas no mercado dos EUA e da Europa. A partir do momento em que uma determinada ind&uacute;stria ou laborat&oacute;rio realiza esses procedimentos e aprova os componentes, ela passa a responder integralmente por eventuais problemas que venham a ser causados pelo medicamento.</p>
<p>
	A multinacional holandesa DSM atua na produ&ccedil;&atilde;o destes insumos para a ind&uacute;stria farmac&ecirc;utica, nutri&ccedil;&atilde;o humana e nutri&ccedil;&atilde;o animal e confirma os testes. Segundo o gerente de Mercado para F&aacute;rmacos e Suplementos do grupo, Daniel Borges, atualmente a empresa tem adquirido outras que atuam no setor, como a norte-americana Martek que f&aacute;brica Omega 3, componente importante para sa&uacute;de cardiovascular.</p>
<p>
	&quot;Nossos insumos vem do exterior, de nossas plantas espalhadas pelo mundo, ou atrav&eacute;s de empresas parceiras e cumprem regras de qualidades&quot;, diz Borges.</p>
<p>
	A brasileira MCassab, outra companhia do setor, atua com insumos para os farmac&ecirc;utico, aliment&iacute;cios, animal e de cosm&eacute;ticos, com destaque para os produtos de maior valor agregado.</p>
<p>
	Segundo sua gerente de Vendas nacional, Cynthia Barrera, o grande diferencial da empresa &eacute; que ela trabalha com mol&eacute;culas que t&ecirc;m uma mesma fun&ccedil;&atilde;o de outras, com patente, mas que contam com inova&ccedil;&otilde;es.</p>
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	Isso permite &agrave; MCassab utilizar a mol&eacute;cula ao mesmo tempo que o detentor da patente, sem infringir qualquer legisla&ccedil;&atilde;o.</p>
]]></description><pubDate>2011-08-25 08:00:00</pubDate><link>http://www.oformulista.com.br/conteudo/comunicados/genericos_ja_respondem_por_25_da_producao_de_remedios</link></item><item><title>Site amigo do consumidor</title><description><![CDATA[<h1>Site amigo do consumidor</h1><p style='font-size: 80%; color: #999'>24/08/2011 09:00</p><p>
	Com o objetivo de ser um aliado do brasileiro na economia de tempo e principalmente de dinheiro, cinco analistas de sistema lan&ccedil;aram o MaisPreco.com (<a href="http://www.maispreco.com/">www.maispreco.com</a>). Trata-se do &uacute;nico buscador de pre&ccedil;os de medicamentos planejado especificamente para esse fim. O servi&ccedil;o &eacute; gratuito e o site n&atilde;o vende medicamentos, o que refor&ccedil;a sua isen&ccedil;&atilde;o.</p>
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	O Mais Pre&ccedil;o &eacute; resultado de estudo do mercado farmac&ecirc;utico, de h&aacute;bitos do consumidor e de investimento de R$ 500 mil da spin-off da Programare, empresa de software carioca. O sucesso - o site j&aacute; contabiliza mais de 200 mil acessos/dia - se deve &agrave;s facilidades oferecidas, como: a pesquisa de pre&ccedil;os de mais de 15 mil medicamentos e 200 mil ofertas distribu&iacute;das entre as principais redes de farm&aacute;cia no pa&iacute;s; as bulas e informa&ccedil;&otilde;es sobre gen&eacute;ricos ou similares; al&eacute;m de todos os contatos da farm&aacute;cia mais pr&oacute;xima do internauta, incluindo mapa de como chegar, caso ele n&atilde;o queira realizar a compra via web e da identifica&ccedil;&atilde;o dos medicamentos que integram o programa &quot;Aqui tem Farm&aacute;cia Popular&quot;, do governo federal.</p>
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	Al&iacute;vio para o bolso - Pesquisa recente da CVA Solutions com 5.281 brasileiros mostra que os clientes das drogarias est&atilde;o duas vezes mais preocupados com os custos do que com aspectos relacionados a benef&iacute;cios como local para estacionar, por exemplo. J&aacute; uma pesquisa do Ibope aponta que os gastos dos brasileiros com medicamentos em 2011 devem atingir quase um ter&ccedil;o do valor usado para alimenta&ccedil;&atilde;o dentro de casa. Segundo esse levantamento, a compra de medicamentos em farm&aacute;cias deve atingir R$ 55 bilh&otilde;es em 2011, uma m&eacute;dia de R$ 337 por pessoa.</p>
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	&quot;Em meio &agrave; necessidade de uso e de economia, o brasileiro fica perdido na busca pelo melhor pre&ccedil;o, j&aacute; que a diferen&ccedil;a no valor de um mesmo medicamento pode chegar a quase 1.000%&quot;, destaca Fabiano Martins, outro idealizador do MaisPreco.com.</p>
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	O IBGE sustenta que os gastos das fam&iacute;lias brasileiras com medicamentos superam a casa dos R$ 40 bilh&otilde;es por ano. &quot;Se considerarmos apenas os portadores de doen&ccedil;as cr&ocirc;nicas, estamos falando de 25 milh&otilde;es de pessoas que dependem diariamente de algum medicamento. A busca pelo melhor pre&ccedil;o para amortizar o impacto dessa necessidade nas finan&ccedil;as pessoais e da fam&iacute;lia &eacute; uma rotina e o MaisPreco.com um aliado de peso&quot;, completa Luiz Paulo Alves Franca, outro s&oacute;cio.</p>
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	Desafio - O grande desafio enfrentado pelos cinco analistas de sistema s&oacute;cios no buscador (Bruno Gomes, Marcondes Pereira, al&eacute;m do Marcelo Santos Silva, Fabiano Martins e Luiz Paulo Alves Franca), foi gerar um programa para buscar e organizar de forma padronizada as informa&ccedil;&otilde;es obtidas de v&aacute;rias fontes sobre medicamentos. Os analistas chegaram a um resultado t&atilde;o eficiente que, se uma determinada farm&aacute;cia mudar a forma como descreve o medicamento, se incluir um novo produto, por exemplo, a atualiza&ccedil;&atilde;o no MaisPreco.com ocorre automaticamente. &quot;Tudo para garantir o melhor retorno de busca&quot;, afirmou os s&oacute;cios.</p>
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	O MaisPreco.com atende tanto a quem j&aacute; compra medicamentos pela internet e deseja ter certeza de que est&aacute; pagando um pre&ccedil;o justo, como a quem quer encontrar farm&aacute;cias pr&oacute;ximas de sua casa ou trabalho ou descobrir endere&ccedil;os e telefones dessas farm&aacute;cias.</p>
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	&quot;Ao aliar informa&ccedil;&otilde;es como pre&ccedil;os, disponibiliza&ccedil;&atilde;o do medicamento na Farm&aacute;cia Popular, exist&ecirc;ncia de gen&eacute;rico, promo&ccedil;&otilde;es, bulas registradas na Anvisa etc., o buscador d&aacute; ao consumidor mais liberdade de escolha&quot;, avalia Fabiano Martins.</p>
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	Como funciona - O MaisPreco.com busca as ofertas dispon&iacute;veis em farm&aacute;cias de todo o Brasil e as organiza de forma pr&aacute;tica e objetiva. O internauta pode filtrar essas informa&ccedil;&otilde;es por estado, cidade, bairro; pela forma de apresenta&ccedil;&atilde;o do medicamento; por pre&ccedil;o. E isso torna mais f&aacute;cil fazer a melhor escolha.</p>
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	Se o internauta decidir comprar pela internet, basta um clique e ele &eacute; direcionado para o site da farm&aacute;cia escolhida. Se a escolha for comprar na loja, o MaisPreco.com oferece o telefone e endere&ccedil;os de todas as filiais da farm&aacute;cia escolhida. O site lista os endere&ccedil;os mais pr&oacute;ximos do CEP do internauta e exibe um mapa explicando como chegar.</p>
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	Mercado - Embora expressivo, o consumo de medicamentos, no Brasil, &eacute; desequilibrado. Segundo o Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, 15% da popula&ccedil;&atilde;o consomem 48% da produ&ccedil;&atilde;o de medicamentos do pa&iacute;s e 51% consomem apenas 16% do mercado, mas somente 40% da popula&ccedil;&atilde;o pode adquirir medicamentos. Adivinha qual &eacute; a parcela da popula&ccedil;&atilde;o mais prejudicada? A classe C, por exemplo. Justo a que menos tem acesso &agrave; a&ccedil;&otilde;es de preven&ccedil;&atilde;o de doen&ccedil;as, ou seja, a que mais precisa de medicamentos.</p>
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	De acordo com o diretor de atendimento e planejamento do Ibope, Carlos Ru&oacute;tolo, o investimento da classe C com medicamentos pode passar dos R$ 23 bilh&otilde;es nesse ano. &quot;A classe B aparece como a segunda que mais deve gastar com rem&eacute;dios neste ano, 37% do total. As fam&iacute;lias da classe A representam 11% do total e devem pagar cerca de R$ 5,5 bilh&otilde;es, a mesma quantia das classes D e E juntas. A previs&atilde;o de gastos &eacute; feita com base em dados oficiais do governo e de entidades do varejo.</p>
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	De acordo com a pesquisa do Ibope, o Sudeste corresponde a 55% do consumo de rem&eacute;dios no pa&iacute;s, seguido das regi&otilde;es Sul e Nordeste.</p>
]]></description><pubDate>2011-08-24 09:00:00</pubDate><link>http://www.oformulista.com.br/conteudo/comunicados/site_amigo_do_consumidor</link></item></channel></rss>
